O ministro Dino tenta salvar o nosso dinheiro que está sendo surrupiado sob a forma de emendas. Os brasileiros que vivem do trabalho precisam ficar de olho, apoiar o Dino e impedir que os inimigos do povo nos roubem outra vez.
@andrizek Irrelevante é apenas essa opinião vazia, inútil, com um mero: "discordo ". Não contrapõe a revista, não apresenta nada que leve além do discordar, simplório. Fico com o q a revista diz..
O problema de ter levado Neymar é que ele teria que entrar. Muita gente avisou o óbvio
Ancelotti, sabendo que o jogo estava indo pro vinagre, não seguraria a bomba de perder com Neymar no banco. Se o fizesse, seria eternamente acusado de que abriu mão de tentar ganhar o jogo porque, claro, Neymar entrando faria alguma mágica que não faz há anos. E aí o treinador desmonta o time pra enfiar um jogador que caminha em campo.
Convocação das mais absurdas da história das copas, em nome de patrocínio, grana, interesses particulares.
@updatecultura Quem merece é o povo se fudendo, indo pegar busão lotado, trabalhando e sendo explorado pelo empresario sonegador....o menino Nei não merece vai vendo.
Bruno e Endrick não podiam perder os gols que perderam, é claro. Mas vamos além, e não é pegar no pé, apenas constatar o óbvio: a entrada de Neymar estragou o melhor momento do Brasil no jogo. Porque Endrick teve que cair para a direita, onde é menos perigoso e marca mal; Vini também não ficou mais solto e teve que marcar mais, enquanto o craque dava suas corridinhas cenográficas atrás dos noruegueses. A aposta foi toda na qualidade individual de quem já foi um gênio, mas não joga futebol há 5 anos. Poderia ter dado certo, porque futebol é assim, mas não aconteceu. Responsabilidade é toda de Ancelotti, que até fazia um bom trabalho, e não de Neymar, acostumado a ter seus desejos atendidos. Resta olhar pra 2030, levando para a Copa 26 jogadores profissionais em condições.
A FIFA cancelou a suspensão do artilheiro dos EUA, Florian Balogun, expulso JUSTAMENTE contra a Bósnia, e ele poderá enfrentar a Bélgica.
É um dos maiores escândalos da história das Copas. Algo só imaginável se a competição estivesse sendo disputada numa ditadura e… não… pera.