Desde que Jair Bolsonaro indicou Flávio, eu achei muito corajoso e muita burrice ao mesmo tempo. Ele jogou o filho numa fogueira.
Já falei algumas vezes que trabalhei na base do governo Bolsonaro, na pandemia. Galera, TODO mundo ao redor deles sabe que o Flávio é o filho que mais precisava do foro privilegiado e blindagem, pois é o mais corrupto. Flávio é o filho mais “sistema” daquela família.
Se você não é um bolsonarista histérico, com o mínimo de pesquisa, vai ver que vários processos do Flávio foram parados no Supremo após acordos do pai.
A justiça do Rio livrou-o várias vezes com manobras jurídicas.
Eu achei muito arriscado Jair mandar seu filho pródigo, com o armário cheio de esqueletos, para o abate.
Estava na cara que ele seria preso. Ou ele odeia o filho, ou tinha muita fé na vitória dele. Ou os dois.
isso se torna ainda mais impactante quando você SABE que o lula foi oferecido asilo politico e ele simplesmente preferiu ser PRESO, não ir ao ENTERRO do proprio neto enquanto o dudu correu pra os EUA
A cultura brasileira perde hoje um de seus maiores inovadores. Benito di Paula levou o piano para o samba e eternizou a nossa alma em cada melodia. Se "ninguém sabe a mágoa que trago no peito, e quem me vê sorrir desse jeito / nem sequer sabe a minha solidão", hoje o Brasil inteiro chora a partida desse maestro único. Obrigado por tanta arte. Meus sentimentos aos familiares e amigos.
Em Copacabana, sob o céu aberto e com o mar logo ali, Caetano Veloso chorou.
Geraldo Azevedo cantava “Dia Branco” e a multidão acompanhava.
Uma música de amor, de caminhar junto pro que der e vier.
Naquela tarde ela ganhou outro peso.
A praia estava cheia, o ato falava de democracia a uma semana do segundo turno, e a música atravessou o momento e tocou em algo mais antigo.
As vozes que tentaram apagar ainda estavam ali.
Às vezes a democracia se lembra não só dos discursos, mas de uma canção antiga e de dois homens que, mesmo feridos, continuaram cantando.
E que, décadas depois, ainda se mantêm na luta pela liberdade.
#AtoPelaDemocracia 🇧🇷🇧🇷🤩
🇧🇷 UM FATO: NÃO TEM COMO O CAETANO, O DJAVAN E A BETHÂNIA ESTAREM ERRADOS E O ARTHUR AGUIAR, A ANA CASTELA E O JONAS BBB ESTAREM CORRETOS! Dito isso: É LULA 13 ❤️
🔥O ano é 2026 e parece que estamos em 2018. Tudo que ele fala do Jair Bolsonaro se aplica para o filho, os filhos. Saudades eternas, Paulo Gustavo, e um abraço carinhoso na dona Déa Lúcia. Flávio é retrocesso!!!! É LULA 13.
A perda do Paulo Gustavo, na pandemia, é muito representativa do descaso com que Bolsonaro tratou a mais grave crise sanitária do nosso tempo. Pessoas morriam sufocadas enquanto ele ria e dizia não ser coveiro. Essa gente má não pode voltar ao poder!!!
Ana Elisa emociona Flávia Oliveira e fala sobre as ameaças que sofre:
"A minha vida hj só é um pouco melhor do que da minha mãe, avó e bisa pq qd nasci o Lula já era presidente. O sonho dessas pessoas é que pessoas como nós estivéssemos no pelourinho".
Com o enredo "A Memória do Rei e o Sumiço de Dona Júlia", a Imperatriz Leopoldinense e o carnavalesco Leandro Vieira vai levar para a Marquês de Sapucaí em 2027 um mistério real que intrigou a cultura de Pernambuco por mais de três décadas.
Para entender a profundidade desse enredo, precisamos mergulhar no significado espiritual do Maracatu de Baque Virado e na trajetória inacreditável da calunga Dona Júlia.
"Ok, Erick, o que é uma calunga?"
No Maracatu de Baque Virado, a calunga está longe de ser apenas uma boneca de pano ou madeira. Ela é uma entidade sagrada, um receptáculo vivo do axé (força vital) e da memória dos antepassados daquela comunidade. Carregada pela Dama do Paço durante os cortejos, a calunga exige respeito absoluto: passa por rituais de purificação, recebe roupas novas e ricas, e é considerada a verdadeira protetora espiritual que abre os caminhos e garante a segurança de toda a "Nação" do maracatu na avenida.
Dona Júlia foi uma calunga confeccionada a pedido de Eudes Chagas, o antigo e lendário rei da tradicional Nação do Maracatu Porto Rico, sediada no Recife. O nome foi uma homenagem direta à sua madrinha, Dona Santa, a icônica rainha do Maracatu Elefante. Durante os anos 70, ela era o centro espiritual dos desfiles do Porto Rico.
O mistério começou em 1978, com a morte de Eudes Chagas. Sem o seu líder, o Maracatu Porto Rico entrou em um período de hiato, e seus objetos sagrados foram entregues a um museu local para salvaguarda. Em 1980, quando a Rainha Elda Viana assumiu a liderança e reorganizou a Nação para retomar as atividades, ela foi buscar o acervo sagrado. Todos os símbolos voltaram para casa - exceto Dona Júlia. O museu não soube explicar o paradeiro da boneca. Ela havia simplesmente desaparecido sem deixar rastros. Por mais de 30 anos, Dona Júlia virou uma lenda, viva apenas nas fotos antigas e nas letras das músicas (loas) que os integrantes cantavam com imensa saudade.
A história ganha contornos dignos de realismo fantástico em dezembro de 2013. Uma mulher misteriosa foi até o Terreiro de Xambá, em Olinda, e deixou uma calunga antiga por lá. O motivo? Ela alegou que a boneca havia sido um presente de um professor falecido, mas que estava assustada porque a calunga mudava de lugar sozinha dentro de casa. A entrega bizarra virou notícia na televisão local. Ao assistir ao telejornal, Mestre Shacon Viana (atual líder do Maracatu Porto Rico) reconheceu imediatamente as feições, os traços e a energia da calunga: era a longamente perdida Dona Júlia.
Após mais de três décadas de ausência, Dona Júlia foi devolvida à sua verdadeira casa. Ela passou por rituais intensos de repatriação espiritual e, no Carnaval de 2014, voltou a guiar os tambores do baque virado do Porto Rico pelas ruas do Recife.
A Imperatriz não vai apenas contar uma história de mistério cultural; o desfile promete ser um manifesto sobre:
-> A resistência das religiões de matriz africana contra o apagamento histórico e o roubo de seus símbolos.
-> O poder do encantamento e como objetos sagrados mantêm viva a alma de uma comunidade.
-> O encontro cultural poderoso entre o samba carioca e o baque virado pernambucano.
É uma daquelas histórias reais do nosso país que superam qualquer ficção e que agora ganhará a maior vitrine do Carnaval mundial.
@oficialgresil@leandrovieirarj
@oficialgresil e @leandrovieirarj trouxeram bastante informações sobre o enredo e deixaram o tema martelando na minha cabeça, rs. 'A memória do rei e o sumiço de Dona Júlia' é muito interessante e muito rico! Como tenho feito com todos, fui buscar entender ainda mais, tem fio!(+)
🚨 IMPERATRIZ TEM ENREDO!!!!
"A MEMÓRIA DO REI E O SUMIÇO DE DONA JÚLIA"
A escola vai contar a história de uma boneca ancestral e sagrada feita nos anos 1960 e usada nos rituais do Maracatu que desapareceu por 30 anos!
Mais uma canetada de Leandro Vieira!
DONA JÚLIA 🤝 OXALÁ 🤝 LEANDRO VIEIRA
O divo ficou gag ao descobrir que o orixá da calunga Dona Júlia é justamente Oxalá - que tem uma ligação com o próprio Leandro e seu trabalho
"Dona Júlia encontra respaldo na própria Imperatriz de 2025, na Mangueira de 2017..."
Vou falar baixinho aqui: de longe sinto que esse é o enredo que mais o Leandro está seguro, leve e feliz de levar a avenida. Isso mostra também muito a maturidade que o trabalho dele se encontra. Em 2027, seremos felizes, gresilenses!