Gente como a gente, Hayley compartilhou um story 'benzendo' os nomes de Cher, Stevie Nicks e Liza Minnelli, após perdas recentes de grandes nomes da música:
صور أوضح ل Veil box محدود الصنع ، الفانز توصلوا به مؤخرا حرفيا بوكس الأحلام لولا مشكلة الجمارك كان اشتريته دون تردد و السعر مناسب جدا ☹️🤍!
يتضمن كل مجلدات المانجا الحالية مع فوتوبوك + صندوق يحتوي على علاقة مفاتيح و ستيكرز مع بوكمارك و بطاقات/بوسترز + 4 ستاند اكريليك
tirei o chaveiro do n4mj0on da minha bolsa e minha mãe viu dai perguntou o motivo e eu falei "ele só faz merda" dai ela "ainda bem que tirou, ele é feio" e eu nem defendi ele… assim como ele não defende as mulheres... vai levar mijada aqui em casa
Entender a complexidade de Minas Gerais é difícil até pra quem é daqui.
Minas Gerais é um estado gigante, tem 853 municípios e é o segundo mais populoso do Brasil, o que contribui para que seja, também, extremamente diverso.
O Norte mineiro está colado à Bahia e os dois muitas vezes se confundem. Existem cidades no Vale do Jequitinhonha que são territorialmente mineiras, mas culturalmente muito mais baianas.
O Sul tem influência gigantesca de SP e internaliza a sina paulista de industrialização e progresso pelo capital produtivo de forma muito forte.
O Alto Paranaíba, o Noroeste e o Triângulo Mineiro compartilham muito da cultura sertaneja e agro do centro-oeste brasileiro.
Com isso tudo ainda existe o Centro e o Centro-Oeste, que são concentradamente as regiões mais “mineiras”, mas totalmente diferentes. A capital, Belo Horizonte, que é progressista e muitas vezes liberal, não ajuda a entender sua própria região metropolitana conservadora. BH parece 100% descolada da cultura do interior. São universos opostos, quase. BH é BH, mas Minas Gerais não é BH.
É nesse cenário que um mesmo estado produz Nikolas Ferreira como deputado mais votado, mas Duda Salabert, uma professora trans, como deputada mais votada. É nesse estado que você tem uma cidade como Contagem, que elege como deputado mais votado o Bruno Engler, enquanto, pra prefeitura, vota massivamente em Marília Campos.
Isso tudo sem contar os “Lulemas”, a expressiva turma que votou Zema governador e Lula presidente em 2022.
E, claro, a gente tem que considerar o Cleitinho, que é o puro suco de mineiro: uma criatura que defende o fim da escala 6x1, vota a favor de todos os auxílios sociais e programas de renda que caem na mesa dele e, ao mesmo tempo, é símbolo da direita conservadora.
Reduzir Minas Gerais a “fascista” por causa do Nikolas é de um desconhecimento de política abominável. Diagnóstico de pura ignorância.