CRÔNICA: DERROTA NA TEAL RISING CUP
"Não foi uma atuação desastrosa, longe disso, mas também não foi aquele Corinthians dominante que a gente se acostumou a ver."
Confira a análise da derrota das Brabas na crônica de @roannamarques:
https://t.co/zQkEMB3YTG
Pelo simples fato de sermos mulheres, vivemos em constante estado de alerta.
Todo cuidado é pouco, pois quando menos esperamos, questionam a nossa capacidade, inteligência, força, seriedade e postura. Adivinhem por quê? Isso mesmo: por sermos mulheres.
Estava aproveitando a folga e ouvindo o jogo entre RB Bragantino e São Paulo, pelo Paulistão. Por não envolver o meu time, a TV funcionava como som ambiente. Até que, ao fim da partida, a pérola escapou.
Gustavo Marques, zagueiro do Bragantino, usou a entrevista pós-jogo como palanque para o seu machismo. Ao invés de pontuar os erros defensivos de sua equipe que custaram a vitória e a classificação, o defensor usou o momento para atacar a árbitra Daiane Muniz, alegando que "a Federação deveria olhar para jogos desse tamanho e não colocar mulher" e que a dona do apito não era "mulher suficiente" para a partida.
Imediatamente me levantei e aumentei o volume da TV para ter certeza de que havia escutado corretamente. E sim: sem o menor pudor, Gustavo destilou seu ódio contra as mulheres, reafirmando que elas "não poderiam apitar um duelo desse tamanho".
Percebendo a grandiosa imbecilidade que proferiu, o zagueiro sacou a velha desculpa: "Todo respeito às mulheres do mundo, eu sou casado, eu tenho minha mãe, então desculpa se estou falando alguma coisa para as mulheres".
Caro Gustavo, nós não aceitamos as suas desculpas! Não adianta tentar "limpar sua barra" após um show de misoginia. No entanto, a verdade é que muitos que usam a cabeça apenas como um espaço vazio, assim como você, têm pensamentos esdrúxulos como os seus!
Todo profissional, no exercício de sua função, está sujeito a erros e críticas, que podem e devem ser pontuados. Neste caso, o absurdo é atribuir tais falhas ao gênero do profissional. Sejamos claros: o que uma mulher precisaria ter para ser considerada "boa o suficiente" para ocupar um espaço no futebol?
Criticam-nos se jogamos, apitamos, comentamos, narramos, torcemos, respiramos ou simplesmente vivemos em um ambiente dominado por homens.
Aqui, reitero o que disse esta semana diante da absurda homenagem dos atletas do Vasco-AC: homens amam outros homens e odeiam mulheres!
Por @Mariana_Sanves
Corinthianssssss
my team
Let’s bet that they see
How i make them ears bleed.
My jersey is clean
Bando di louco
Loucos por ti.
We don’t know about them but they know about me.
We don’t know about them but them know about aye!
I Will die on the field if it’s necessary.
Poropopo makes them very scary.
Poropopo that’s a headshot.
blood on your shirt that’s a red top.
They gossip about us.
They jealous about us.
The weakest in the room are always the loudest.
Why they talk about money when I move with purpose.
scars on my body my heart is purple
Falar com migo
Who got the sauce and get fly like angle
We like the Beatles
We like to beat up the team that come see us.
Now Come see us.
When it’s time to die they will leave us.
I can feel it in the air
Tonight we got blood in the eyes they can’t beat us.
A FIEL FEZ E SEMPRE FARÁ A SUA PARTE
Histórico. Assim se resume o que os mais de 35 milhões de torcedores viram na tarde deste domingo (1º).
A caravana que teve início no sábado contou com inúmeras dificuldades. Mas nada disso foi capaz de deter a Nação Corinthiana.
E no domingo, o prêmio veio em dobro: dentro e fora de campo.
A Fiel transformou o estádio Mané Garricha em Brasília, em um caldeirão. Cada canto, cada bandeira, cada lágrima foi combustível para os jogadores que honraram o manto alvinegro. O resultado foi mais do que um placar: foi a consagração de uma união entre time e torcida.
Porque quando o Corinthians joga, a Fiel joga junto. E quando a Fiel decide, não há torcida e adversário que resista.
Assim como em 1976, quando a Invasão ao Maracanã mostrou ao Brasil a força de uma torcida que não conhece limites.
Assim como em 2000, quando a Fiel tomou o Rio e fez da Copa do Mundo de Clubes um marco eterno.
Assim como em 2012, quando milhares cruzaram oceanos para pintar o Japão de preto e branco.
Em 2026, mais uma vez, a história foi escrita. A Fiel mostrou que não é apenas torcida.
A Fiel é eterna. E a história continua sendo escrita por aqueles que nunca deixam de acreditar.
📹 @vfrancesconi_
📹 @haroldrones
📹 @ellendafiel
📹 @_viniciuslucio / Central do Timão
📹 @corinthians
Finalização: 📹 @maykomdeoz
Recebi um áudio de um torcedor reclamando que tudo no RJ é caro e só foram 2 ônibus pra Brasília. Mas não entendi muito bem pq não sou fluente em mimimi.
Se alguém tiver entendido e quiser traduzir pra mim, agradeço!
A mídia babou o James Rodriguez.
A mídia babou o Lucas Moura.
A mídia babou o Philippe Coutinho.
A mídia babou o Oscar.
Mas a mídia insiste em perseguir, noite e dia, Memphis Depay.
E adivinha? Ele fez mais pelo Corinthians do que todos os citados. RESPEITEM!