O regime autoritário engoliu o futebol: Trump confessa que pediu à Fifa para retirar o cartão vermelho de um jogador.
Se isso fosse na Rússia, em Cuba, na China, chamariam de ditadura, roubo, interferência inaceitável.
Mas o viralatismo prevalece.
Quem difunde a ideia de que depender menos do governo melhora a vida é quem mais suga dinheiro e facilidades do governo.
Quem é convencido e endossa essa ideia é quem mais precisa da ação do governo.
A isso se dá o nome de lavagem cerebral.
O que Paulo Figueiredo, Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro querem é importar a pauta MAGA contra o direito das mulheres votarem.
A liberdade individual que eles defendem é apenas se você vota como eles, se votar contra, você não pode ter esse direito.
Alguém que claramente trai a pátria,pode ser candidato à Presidência? Que diz a Constituição?Causa-me espanto que o MP ou o PGR não estão tomando nenhuma medida. O Flávio não tem projeto de Brasil nenhum.Só pensa em libertar um pai golpista e inimigo de toda vida.
URGENTE: A suprema autoridade da nação,o Presd.Lula,chama Flávio Bolsonaro de traidor,o ministro das Relações Exteriores tb o chama de traidor da pátria,notáveis juristas e políticos de reputação chamam-no de traidor.Esse pode ser candidato para presidir o BR? Alguém deve provocar o STF para dizer uma palavra final.Estamos passando vergonha da Justiça,o que não é bom para as instituições.
A maior emissora de TV do país impregnada de bets até com influencer investigada.
A concorrente no streaming afogada nas bets da transmissão aos comerciais.
Atletas idolatrados por milhões a serviço de cassinos online para viciar compatriotas.
Narradores com voz vendida para insuflar a dependência coletiva nos jogos pervertidos.
O esporte sinônimo de saúde colonizado por quem adoece torcida e audiência.
A bet apostou na subserviência indigna dos meios de comunicação do país ao dinheiro.
E venceu - para azar do Brasil.
“Es un vago. Es un perro. Es un cerdo. Es un estafador. Un artista del engaño. Un imbécil q no sabe de q habla. No hace su tarea. No le importa. No paga sus impuestos. Es un idiota. Es un desastre nacional. Es una vergüenza para este país", Robert De Niro
ELITE DE SP E LADRA • Famosa chef de cozinha revela que roubos em restaurantes de luxo viraram febre em São Paulo: “Playboyzada rouba até pratos”.
A chef Renata Vanzetto surtou nas redes após revelar que a “elite gourmet” de São Paulo anda confundindo restaurante de luxo com loja de souvenir grátis. Segundo ela, a playboyzada chega de carrão, pede vinho caro, posta foto pagando de rica no Instagram e, na hora de ir embora, enfia talher de prata, prato e até luminária na bolsa.
Renata contou que os furtos estão cada vez mais comuns justamente em restaurantes caros, frequentados por gente que adora posar de milionária e defensora da moral. “Playboyzada sem caráter”, disparou a chef, indignada com o povo que fala de meritocracia enquanto rouba até o garfo do risoto.
A situação virou piada nas redes: aparentemente, tem gente que critica pobre por causa do Bolsa Família, mas não consegue ver um talher brilhando sem ativar o modo cleptomania gourmet.
Minha previsão para esta eleição é a aceleração massiva de notícias escabrosas sobre crimes atribuídos ao PCC e ao CV de maneira a aumentar para Lula o custo de se opor a qualquer intervenção americana, como Flávio deseja.
O miado foi inventado exclusivamente para enganar humanos.
Se você tem um gato e sente que ele "conversa" com você de um jeito diferente do que com outros animais, pode acreditar, não é impressão sua. A ciência confirma.
Estudos de comportamento felino mostram que gatos adultos quase não miam entre si. A comunicação deles é toda pela linguagem corporal: posição da cauda, das orelhas, o olhar. O miado, como a gente conhece, é uma adaptação que eles desenvolveram ao longo da convivência com humanos, um "idioma" criado especificamente pra falar com a gente. E tem mais: cada gato vai criando seu próprio vocabulário sonoro dependendo da casa em que vive. Com o tempo, a gente começa a distinguir quando o miado significa fome, tédio, dor ou simplesmente "oi, tô aqui".