É uma tristeza para você,
qualificado, que me segue.
Mas o QI do brasileiro é 83, babão.
Vai dar Flávio e Lula no segundo turno.
Estou aqui para medir os mongóis.
Logo, fique tranquilo.
Flávio limitado vai ganhar de Lula.
Há mais retardados anti-Lula
que retardados pró-Lula.
Nikolas tem dois tipos de haters.
POLÍTICOS DE ESQUERDA.
Esses são os mais honestos.
Entenda por quê.
Têm uma ideologia oposta à dele. Suas alianças são antagônicas às de Nikolas. Divergem em praticamente todas as pautas e, por CNAE, por contrato social, precisam se digladiar. Afinal, defendem dois mundos completamente diferentes.
INFLUENCIADORES DE “DIREITA”.
Esses puxam o tapete. São da pior espécie.
Na maioria das vezes, são movidos pela inveja. Não conseguem produzir nada. Não têm voto, grupo político ou estrutura. Vivem em absoluta escassez de recursos.
Restam-lhes o ostracismo, a irrelevância e o ódio, que precisam ser despejados na forma de ataques completamente descabidos.
@jairbolsonaro já enalteceu Nikolas diversas vezes.
@Mi_Bolsonaro também o fez de maneira contundente.
@tarcisiogdf faz isso o tempo todo.
A imprensa também.
Mais recentemente, @FlavioBolsonaro colocou @nikolas_dm no lugar que ele realmente ocupa:
O DE FUTURO PRESIDENTE DA REPÚBLICA.
Os pseudo influenciadores que atacam Nikolas estão apenas com dor de cotovelo e inveja, pois sabem que não farão parte de seu futuro político.
Nikolas é o maior influenciador político que o Brasil produziu nos últimos 30 anos.
Sim, Nikolas pode ser maior do que Lula e Bolsonaro.
E será.
DATAFOLHA
Pesquisa nacional para a Presidência da República. PRIMEIRO TURNO
🔴 Lula (PT): 39% (-1)
Vs
🔵 Flávio Bolsonaro (PL): 33% (+1)
🔵 Ronaldo Caiado (PSD): 5% (+1)
🔵 Renan Santos (MISSÃO): 4% (+1)
🔵 Romeu Zema (NOVO): 3% (=)
As pesquisas qualitativas ainda não pescam isso, pela forma como perguntam.
A direita brasileira está capenga.
Sempre manca em alguma coisa.
Flávio Bolsonaro, por exemplo, conduz talvez a campanha presidencial mais amadora de 2026. São raros os elogios à estratégia. Em compensação, sobram críticas, inclusive de aliados e pessoas muito próximas.
Renan Santos sofre outro problema. Por liderar um partido recém-criado, ainda dispõe de poucos recursos financeiros, pouca estrutura e pouco tempo de televisão. Tem feito uma campanha competitiva, mas com pouquíssima munição.
Ronaldo Caiado enfrenta uma dificuldade diferente. Tem propostas, experiência e discurso, recurso, mas lhe faltam militância digital e alcance nas redes sociais. A mensagem existe, mas não chega onde precisa. Falta escoamento.
Romeu Zema vive outro dilema. Falta pauta. Falta propósito. Falta direcionamento. Falta estratégia. Surfou muito bem a onda de “Os Intocáveis”, mas, desde o conflito com Flávio Bolsonaro em torno do áudio envolvendo Daniel Vorcaro, praticamente desapareceu do debate nacional. Não apresentou uma nova agenda positiva.
Augusto Cury e Joaquim Barbosa esbarram em limitações ainda maiores. Faltam estrutura partidária, recursos financeiros e uma rede consistente de apoios políticos.
Em resumo: a direita chega extremamente fragmentada, com candidatos carregando limitações muito diferentes entre si.
MESMO ASSIM…
Lula não consegue deslanchar.
Os principais levantamentos nacionais de PRIMEIRO turno divulgados entre junho e o início de julho mostram um dado que merece atenção.
- AtlasIntel/Bloomberg (26 a 30/jun)
Lula: 46,3%
Soma dos adversários: 50,3%
- Datafolha (17 a 19/jun)
Lula: 41%
Soma dos adversários: 48%
- BTG/Nexus (12 a 14/jun)
Lula: 42%
Soma dos adversários: 49%
- Genial/Quaest (5 a 8/jun)
Lula: 39%
Soma dos adversários: 42%
- Real Time Big Data (1º/jun)
Lula: 38%
Soma dos adversários: 53%
Em todos esses levantamentos, quando o cenário estimulado apresenta praticamente todos os candidatos relevantes, a oposição, somada, alcança ou supera Lula.
Esse é o retrato da eleição hoje, muito parecido com a eleição do CHILE, vencida pela direita.
Não existe um problema de falta de votos na oposição. Existe um problema de fragmentação.
O segundo pelotão formado por Renan, Caiado, Zema e os demais candidatos varia, dependendo do instituto, entre aproximadamente 8% e 19%.
E aqui mora o risco.
Não existe nenhuma garantia de que esses votos migrem automaticamente para Flávio Bolsonaro caso ele dispute o segundo turno.
Por outro lado, existe um limite importante.
Quase todos esses candidatos pertencem ao campo da direita ou da centro-direita e fazem oposição ao governo Lula.
Na prática, dificilmente apoiariam Lula em um eventual segundo turno.
No máximo, alguns poderiam optar pela neutralidade ou pela abstenção.
Enquanto isso, Lula continua exibindo uma característica que acompanha sua trajetória há bastante tempo.
Possui um piso eleitoral sólido.
Mas também encontra dificuldades para romper seu teto.
Se o quadro permanecer semelhante ao atual, continuará com o risco que NÃO enfrentou em outras disputas:
Nadar, nadar… e morrer na praia.
Então é isso:
Nenhum dos candidatos da direita se apresenta completo.
Cada um carrega uma deficiência importante.
Falta estratégia em um.
Falta estrutura em outro.
Falta militância.
Falta recursos.
Falta capilaridade.
Falta comunicação.
Sozinhos, nenhum deles reúne todas as qualidades necessárias.
Seus eleitores somados, também não formam um herói.
Formam um Frankenstein!
Um gigante costurado com pedaços imperfeitos.
A ironia da eleição é justamente essa.
Esse Frankenstein pode acabar derrotando Lula não porque seja extraordinário, mas por pura inércia política.
Porque todos os seus pedaços apontam na mesma direção.
Do outro lado, Lula segue praticamente sem uma linha auxiliar competitiva.
No fim, talvez a eleição não seja vencida pelo melhor candidato.
Pode ser decidida pela soma das imperfeições de um lado contra a solidão de um modelo antigo do outro.
Duas verdades que tenho dito por aqui:
1) Flávio tem mais votos do que parece. Muitos só aparecerão no escurinho da urna. É o chamado shy voter, o voto envergonhado.
2) Não adianta a direita bater no Flávio. É uma absoluta perda de tempo.
Assista em outro canal.
https://t.co/rPNbThUFDe
DATAFOLHA SEGUNDO TURNO
- FINAL DE AGOSTO -
Lula 55% x 37% Alckmin:
+18 pontos (2006)
Lula 54% x 37% Bolsonaro:
+17 pontos (2022)
Lula 51% x 39% Serra:
+12 pontos (2002)
Lula 47% x 43% Flávio:
+4 pontos (2026)
Vamos lembrar o mais importante:
O DATA FOLHA é sempre o
instituto mais "otimista" com o Lula.
A VIRADA DA REJEIÇÃO
Concordo com o vídeo do @pedrodoria e queria propor uma reflexão, um exercício
Sim. Essa, como todas as outras eleições,
também será decidida por REJEIÇÃO.
DUDA LIMA, marketeiro de Flávio,
sabe disso, inclusive.
E sua missão prioritária é BAIXAR A REJEIÇÃO do @FlavioBolsonaro para que ele chegue ao momento decisivo devidamente “PREPARADO”.
Guarde esse termo: preparado.
Para isso, Duda lutará contra a máquina petista de moer reputações e também contra os adversários naturais do próprio campo de Flávio no primeiro turno.
Todos, por óbvio, vão bater em Bolsonaro e em seus filhos dia sim, dia também.
Uma das estratégias de Duda será manter a imagem de Flávio longe das polêmicas de Jair, sem renegar o pai e sem romper com sua base.
É difícil, mas dá pra fazer.
Sua militância não concorda,
mas Flávio parece estar disposto.
Nada de atacar a imprensa. Ao contrário: respeito, colaboração e solidariedade.
Nada de atacar os adversários do mesmo campo.
O alvo é Lula.
Nessa nova fase, parece que Flávio também evitará entrar em temas polêmicos que possam lhe custar votos.
Vai exaltar o voto feminino (responsável por eleger Lula em 2022) e usar um tom moderado em entrevistas.
Também deverá evitar os debates aos quais Lula não comparecer, para não virar o único alvo da noite.
Apresentar propostas populares. Algumas delas, populistas. Sim, amigos, populistas.
Terá muitos palanques regionais e uma agenda muito mais intensa que a do petista, explorando a diferença de idade.
O FOCO estará nas pautas que realmente interessam:
custo de vida,
criminalidade,
endividamento das famílias,
e promessas não cumpridas por Lula.
A campanha tentará mostrar que o cidadão simples está sendo massacrado e que Flávio está do lado dele.
Essa massa se preocupa em sobreviver, antes de jogar pedras em políticos. Para eles, ninguém presta.
Também tentará devolver a corrupção ao colo do PT, apesar de seus próprios escândalos.
Aliás, a escolha do vice passa por isso.
Vamos ver se funciona.
Ao mesmo tempo, vai explorar as contradições e os riscos de um Lula 4, quase como quem diz: “Você pode não gostar de mim, mas, dos males, eu sou o menor.”
Tudo isso pode baixar a rejeição de Flávio?
Pode. Quanto? Não muito.
Algo entre 2% e 3%, no máximo.
Rejeição é complicado.
E o motivo é óbvio.
Eu não estou ignorando.
Do outro lado haverá uma força antagônica trabalhando dia e noite para aumentar essa mesma rejeição. Cada movimento de Duda Lima encontrará outro movimento tentando transformar Flávio em algo ainda mais assustador.
Agora pense comigo:
@pedrodoria explicou isso nesse vídeo e confirmou algo que também discutimos aqui.
Lula e @FlavioBolsonaro são rejeitados pela maioria dos brasileiros, mas possuem bases fortes o suficiente para avançar ao segundo turno.
Apenas cerca de 10% dos eleitores não rejeitam nem Lula, nem Flávio. Ou seja, somente 1 em cada 10 brasileiros tem alguma facilidade para mudar de lado.
E como conquistar esses eleitores do meio?
Os eleitores flutuantes?
Com a fórmula de sempre:
competência, credibilidade e domínio dos assuntos do momento.
E OUSO ARRISCAR QUE, NESSE TERRENO, O JOGO FICARÁ NOVAMENTE MUITO EQUILIBRADO.
Lula terá a máquina pública nas mãos e conseguirá puxar muitos votos para o seu lado.
Flávio, porém, terá a má avaliação do governo, o custo de vida, a criminalidade, o endividamento das famílias e o desgaste de Lula para puxar votos na direção contrária.
Uma força pode anular a outra.
E, novamente, podemos chegar ao segundo turno sem um fiel da balança claramente definido.
É agora que a palavra PREPARADO começará a fazer sentido.
No segundo turno, algumas forças estarão livres para pular em um barco ou no outro.
A primeira delas é o Centrão. Ele mesmo, que agora se declara neutro.
Quando o segundo turno começar, o Centrão já terá elegido seus parlamentares, senadores, governadores e bancadas estaduais pelo Brasil.
Não precisará mais do Lula, portanto.
Com os mandatos garantidos, os caciques poderão escolher um lado. E o critério será tão simples quanto sempre foi: QUEM DÁ MAIS?
Flávio poderá oferecer mais espaço que Lula.
O governo petista já está ocupado, loteado e cercado de compromissos com os companheiros de sempre.
Um grupo político novo chega com mais cargos, poder e influência disponíveis. Flávio pode oferecer o dobro do espaço. Desculpe o termo: Flávio estará de pernas abertas.
O centrão poderá fazer isso silenciosamente, à sua maneira fisiológica, para não atrair a fúria de alguns membros do STF.
A segunda força será a geopolítica.
A China vai querer Lula.
Os Estados Unidos vão "exigir" Flávio.
O governo americano tende a jogar de maneira muito mais agressiva e não medirá os movimentos necessários para defender seus interesses.
E, sobre isso, qualquer detalhamento pode gerar uma interpretação errada. Fico no que é visível: interesses econômicos, comerciais, diplomáticos e estratégicos.
O Brasil viveu algo semelhante durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1940, Getúlio Vargas explorou a posição estratégica do país entre as grandes potências.
Os Estados Unidos precisavam do alinhamento brasileiro e da posição geográfica do Nordeste. O Brasil queria financiamento, industrialização e armamentos.
Depois do fracasso das negociações com a United States Steel, o governo Roosevelt autorizou um empréstimo de 20 milhões de dólares pelo Eximbank, ajudando a viabilizar Volta Redonda e a Companhia Siderúrgica Nacional.
Agora o tema é outro e eu sei que vocês imaginam qual é.
A geopolítica será fundamental.
Lembre-se disso.
Quem tiver mais "desejo", vai levar.
Minha avaliação é que teremos o jogo mais agressivo envolvendo o Brasil desde o período citado acima.
Haverá pressão econômica, comercial e diplomática descomunal dos dois lados.
Lula pode até levar essa parada, mas não terá espaço para respirar com o novo jogo geopolítico e do centrão para 2027. Sua vida seria um verdadeiro inferno.
E, por fim,
Flávio precisa estar PREPARADO para receber dois apoios NATURAIS de peso: CAIADO e ZEMA.
Provavelmente serão o quarto e o quinto colocados.
Se mantiverem a média das pesquisas, juntos terão algo em torno de 7% dos votos.
Hoje,
esses votos não migram automaticamente para Flávio, como seria intuitivo. O motivo é, sim, a tal rejeição.
São eleitores de DIREITA que ainda procuram um candidato ideal. O primeiro turno serve para isso.
Neste momento, parte deles prefere declarar indecisão ou voto nulo a admitir que, diante de Lula e Flávio, acabará escolhendo Flávio.
São revoltados ou envergonhados com o fato de Flávio liderar o campo da direita nas pesquisas.
No segundo turno, a maioria desses votos tende a tapar o nariz e a escoar para Flávio.
Afinal, do outro lado estará Lula.
Mas estar PREPARADO significa fazer mais que receber dois apoios diante das câmeras.
Significa CONSTRUIR um grande acordo de governo com Zema e Caiado.
Um assumindo protagonismo na estratégia econômica, na gestão e nas contas públicas. O outro, na segurança pública, respectivamente.
A TAL UNIÃO DA DIREITA.
E É AQUI QUE A REJEIÇÃO DE FLÁVIO PODE CAIR.
Mesmo com os inúmeros escândalos que serão apresentados no segundo turno.
Mesmo com a incompetência tradicional da família Bolsonaro.
Os eleitores já conhecem os enormes defeitos de Flávio. Caiado e Zema não precisarão convencê-los de que ele é maravilhoso.
PRECISARÃO APENAS AVISAR,
mas com veemência, que, dos males, o PT é o maior.
Eles não transformarão Flávio em outro homem.
Mas podem tornar o voto nele uma escolha menos CATASTRÓFICA para seus eleitores.
E ainda existe aquele que, na minha opinião, será o terceiro colocado, caso tudo permaneça como está: RENAN SANTOS.
Renan está construindo um grupo político para o longo prazo. Não pode, portanto, apoiar formalmente Flávio sem comprometer sua própria identidade.
Caso Renan não vá para o segundo turno, também não precisa pregar voto em Lula e ajudar a jogar o país no precipício.
A tendência é que libere sua militância, seus eleitores e suas lideranças para fazerem o que quiserem.
Digo mais: acredito que Renan pedirá para ninguém votar NULO. Não vai querer carregar a responsabilidade de ter ajudado Lula a destruir o Brasil pela omissão.
Nesse cenário, as pesquisas mostram que aproximadamente metade dos votos dele iria para Flávio. Cerca de 25% poderiam votar em Lula como protesto e outros 25% permaneceriam nos votos inválidos.
Por isso, Flávio não pode criar ódio adicional entre os eleitores de Renan durante o primeiro turno. Duda Lima de novo sabe disso.
Flávio não precisa conquistá-los. Precisa apenas evitar que se transformem em inimigos irreversíveis.
SE ESTIVER DEVIDAMENTE PREPARADO POR DUDA LIMA, FLÁVIO PODERÁ RECEBER...
... 7 EM CADA 10 VOTOS DISPONÍVEIS FORA DO CAMPO DE LULA NO SEGUNDO TURNO.
O BRASIL ESTÁ MAIS À DIREITA QUE NAS ELEIÇÕES ANTERIORES. O país é mais conservador.
Flávio não precisa ser o candidato ideal da direita.
Nem nunca conseguiria fazer isso.
Ele precisa apenas se tornar o DESTINO NATURAL desse fluxo.
E é nessa MIGRAÇÃO SILENCIOSA, ENVERGONHADA, DESILUDIDA que pode estar o TAL 1% capaz de virar a eleição.
O PT fará de tudo para chegar ao segundo turno em situação confortável.
Aliás, o PT fará de tudo para se eleger em primeiro turno, pois é a única chance de vitória dele.
Flávio precisará produzir uma virada vista por muitos como improvável.
E, para isso, precisa começar desde já.
Será que consegue?
Tenho convicção de que sim.
HAJA CORAÇÃO.
2026 pode ser decidida por cerca de 1% de diferença para qualquer um dos lados.
Eu compreendo perfeitamente quem acredita que esse 1% pesará para Lula. É o que está parecendo.
O que estou mostrando é o jogo que será jogado silenciosamente e que pode surpreender a maioria, empurrando esse mesmo 1% justamente para o lado de Flávio.
Minha percepção é que o teto de Lula, depois de tanto tempo no poder, parece ainda mais rígido que o de Flávio.
É o teto de uma parcela do establishment que não quer Lula. O teto natural do sentimento antipetista.
O teto criado pelo desgaste do governo. E o teto reforçado pelos candidatos derrotados no primeiro turno, que carregam consigo um Brasil muito mais conservador que na eleição passada.
:: Em 2022,
Lula herdou parte dos eleitores de Simone Tebet, Soraya Thronicke e Ciro Gomes, mesmo sem receber de Ciro um pedido explícito de voto.
:: Em 2026,
Flávio pode herdar os eleitores de Caiado, Zema e Renan, mesmo sem ouvir da boca do Renan um pedido explícito de voto.
Mas, claro, para se beneficiar disso,
Flávio precisará estar PREPARADO.
O governo tem uma única jogada e está de all in, apostando tudo nela.
Desgastar @FlavioBolsonaro após o prazo de descompatibilização.
Acabaram-se as alternativas.
É tudo ou nada.
O erro deles é simples:
acreditam que desgastar um único candidato de direita fará os votos voltarem para o governo.
Não, claro que não.
A luta de Lula é contra ele mesmo.
Os demais nomes da direita absorvem esse desgaste e crescem.
O governo fica sem saída.
Sem fichas, sem cartas, sem tempo.
Flávio tem 90 dias para sobreviver.
Se passar, Lula fica sem jogada.
Resta foldar na última rodada.
Todos donentorno de Lula de all in por falta de outro plano.
Desgastar Flávio virou vida ou morte para o PT.
E depois?
Nada.
Roberto Reis | O Ronaldinho que pode derrubar Lula https://t.co/XvetdaNOw0.
O presidente não pode atacar Flávio por suas relações e seus financiadores enquanto exige silêncio sobre Fábio Luís.
Por @RobertoReis
Globo batendo em Lula.
Parte do STF batendo em Lula.
Economia batendo em Lula.
Marçal batendo em Lula.
E você aí, achando que Lula estava nadando de braçada.
PF encontra mensagem recebida pelo ex-chefe de gabinete de Lula com documento que traz diretrizes para a compra de medicamentos no SUS.
O documento foi enviado pela empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fabio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula.
Confira reportagem completa: https://t.co/Fzn70IQApY
Contra o PT, eu voto até no Darth Vader.
Ah, e se o PT está antecipando seus ataques, é porque a água bateu na bunda.
Não é por acaso,
é desespero mesmo.
O BRASIL PRECISA SE LIVRAR DO AGIOTA.
Como uma pessoa consegue sair das mãos de um agiota?
Dica: Não é pedindo mais dinheiro para ele.
Como Lula fez com o crédito para apps, o Crédito do Trabalhador e as linhas para consumo digital.
Não é renegociando a dívida eternamente.
Como no Desenrola Brasil, no Desenrola Fies, no Desenrola Pequenos Negócios e no Desenrola Rural.
Também não é aceitando uma nova parcela.
Como o agiota propõe com programas como o Acredita no Primeiro Passo e o ProCred 360, que empurram novo crédito para quem já está endividado.
Nem é entregando o próximo salário como garantia.
Como Lula faz ao sequestrar a renda com o consignado, permitindo comprometer até 35% do salário e usar até 10% do FGTS e até 100% da multa rescisória como garantia.
Ah e quando o brasileiro já não aguenta mais dívidas, encontra outras válvulas de escape incentivadas pelo próprio agiota.
Um exemplo são as bets, que transformam o desespero financeiro em aposta, com a falsa esperança de sair dessa situação.
Outro é a taxa das blusinhas, que Lula criou e agora, em época de eleição, diz que vai retirar. Ela encarece absurdamente o consumo básico, enquanto o crédito continua sendo empurrado como solução.
Neste caso, só existe uma saída definitiva:
TIRAR O AGIOTA.
Simples.
No Brasil, esse agiota tem nome e chapéu de agiota: LULA.
Agora, olhe para o povo que está há muitos anos nas mãos dele:
82% das famílias brasileiras estão endividadas. 4 em cada 5.
Mais de 38% estão inadimplentes.
4 em cada 10.
As empresas também são reféns desse agiota. Entre elas, 9 milhões de CNPJs negativados, devendo R$ 230 bilhões.
Em 2025, 2.466 empresas entraram em recuperação judicial, o maior número já registrado .
Pais e mães de família agora não têm emprego para pagar suas dívidas.
Esse é o país que Lula governa há duas décadas.
Um Brasil na mão do agiota, cada vez mais dependente de crédito para continuar respirando.
E o que o agiota Lula oferece como solução?
Exatamente aquilo que mantém o devedor preso.
Quando a dívida vence, oferece renegociação com juros estratosféricos.
Quando um governo precisa lançar seis versões do Desenrola, é porque o país nunca parou de se enrolar.
Olha o absurdo. No Crédito do Trabalhador, a parcela pode consumir até 1/3 do salário.
O trabalhador ainda pode oferecer como garantia parte do FGTS e até 100% da multa rescisória.
E, mesmo quando o cidadão não quis aderir, veio o Lulinha, o filho do agiota, com o Careca do INSS, inventando empréstimos que as pessoas nem sabiam que tinham.
O salário mal chegou.
E 1/3 estava lá esperando a parcela.
É como se o agiota tivesse o seu cartão, a senha e o acesso ao caixa.
Enfim…
Lula sempre oferece como solução, aquilo que prolonga a dependência do seu eleitor.
Seja com programas sociais ou renegociações.
Nunca tras alívio ou liberdade.
É justamente como um agiota faz.
É mais fácil mudar o nome da dívida, né Lula.
Enquanto isso, esse mesmo agiota… desculpe, o governo federal arrecadou o recorde de R$ 2,89 trilhões em 2025.
Mesmo assim, a Dívida Pública Federal chegou a R$ 9,268 trilhões em junho de 2026.
O agiota arrecada como nunca.
O agiota também deve como nunca.
Porque, ao contrário de nós, ele não precisa se preocupar com aquilo que outro, depois dele, irá pagar.
Lula e o PT já ocuparam diretamente a Presidência por mais de 17 dos últimos 24 anos.
Portanto, Lula não vai resolver esse problema.
Bobo, inocente e idiota é quem acredita no agiota.
Ele não vai libertar seus reféns.
Pelo contrário, Lula ajudou a construir isso, não por acaso.
É um método pensado para criar a sua dependência.
O Brasil não precisa de outro programinha falso vendido como “salvação”.
Precisa encerrar definitivamente essa relação abusiva.
Como? Com o seu voto.
Nenhum devedor será livre enquanto o agiota continuar criando as regras do jogo.
Liberte-se.
O BRASIL NÃO PRECISA DE OUTRA SOLUÇÃO DO AGIOTA NO ANO QUE VEM.
PRECISA SE LIVRAR DO AGIOTA AGORA, NESTA ELEIÇÃO.