"Todo aquele que opere, e coopere de espírito voltado para Deus, poderá aguardar sempre o melhor. Não é promessa de amizade. É Lei." (Livro: Os Mensageiros)
AFINAL, O QUE É A SHARIA?
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É isso que @tarcisiogdf está trazendo para o Brasil! TRAÍDOR DA PÁTRIA! TRAÍDOR DO CRISTO! JUDAS!!!
@lpbragancabr
Esse caso é grotesco:
●O STF nunca disponibilizou as imagens, nem os ADVOGADOS puderam periciá-las. Toffoli manteve tudo em sigilo.
●O delegado não queria indiciar os Mantovani. Então trocaram o delegado. 🫠
●O novo delegado, que os indiciou, ganhou carguinho na Europa.
Até a Associated Press (AP), uma das maiores agências de notícias do mundo, repercutiu a decisão da Corte de Cassação da Itália que rejeitou a extradição de Carla Zambelli.
Segundo a mais alta corte italiana, houve violações às garantias do devido processo legal. A decisão expõe internacionalmente questionamentos sobre a concentração de poderes exercida por Alexandre de Moraes no caso e amplia o debate sobre imparcialidade judicial no Brasil.
Economia em uma palavra é escassez.
Política em uma palavra é reciprocidade.
Musk jogou o jogo da captura administrativa e ganhou. Errado é quem ignora realidade e insiste em confiar em mercado corrompido.
Sinto que um ciclo se encerrou. Obrigado meu Deus por tudo.
Não desisti do meu país, só não acredito mais nas instituições.
A culpa por não acreditar mais nas instituições não é minha, mas daqueles que delas se apoderaram sob o falso discurso de preservá-las em garantia da democracia e da liberdade, esta última violada a cada dia que passa.
A culpa por não acreditar mais nas instituições não é minha, os fatos estão aí para todos verem. Todas elas envolvidas em corrupção. TODAS elas.
O instituto eleição é ideologicamente uma farsa. A eleição existe, você vê acontecer e até participa, mas seu estratagema tem a aurora numa farsa.
Você acredita que está jogando, mas você é a criança com o controle desconectado do videogame.
Que Deus tenha misericórdia do povo humilde e honesto deste país.
Minha vida vale mais que isso tudo.
A cena seria cômica se não fosse um retrato tão preciso do colapso da honestidade intelectual na Europa.
Uma jornalista foi até um bairro de maioria muçulmana para defender diante das câmeras que aqueles moradores eram pacíficos e que as preocupações da população eram exageradas.
Era para ser mais uma reportagem educativa. Mais uma aula de moral para mostrar que quem critica determinadas políticas migratórias estaria apenas espalhando preconceito.
Mas a realidade resolveu participar da transmissão.
Enquanto a jornalista tentava convencer o público de que tudo estava sob controle, surgiu uma gangue de homens muçulmanos exigindo que ela fosse embora imediatamente.
Não satisfeitos, ainda a ameaçaram de morte.
Repito.
A jornalista estava dizendo ao público que eles eram pacíficos.
Eles responderam ameaçando matá-la.
É difícil imaginar uma desmontagem mais humilhante de uma narrativa.
Nenhum comentarista precisou rebater. Nenhum opositor precisou argumentar. Nenhuma estatística precisou ser apresentada.
Os próprios personagens da reportagem fizeram o trabalho.
O que chama atenção não é apenas a ameaça.
É o nível de desconexão das elites políticas e midiáticas que continuam tentando vender uma realidade paralela para a população.
Durante anos disseram que qualquer preocupação era racismo.
Disseram que qualquer crítica era extremismo.
Disseram que qualquer alerta era teoria conspiratória.
Agora a própria realidade entra em cena, toma o microfone e destrói o roteiro ao vivo.
A verdade tem um defeito cruel para os propagandistas.
Ela não precisa de autorização para aparecer.
E quando aparece, geralmente chega sem avisar.
O STF deu ontem 60 dias para que as plataformas se adaptem e passem a excluir conteúdos considerados antidemocráticos, entre outros.
Ninguém sabe exatamente o que significa conteúdo antidemocrático, uma expressão altamente abrangente e subjetiva. Por isso, as remoções, é óbvio, vão depender da subjetividade do censor de ocasião.
Eu, por exemplo, considero a postagem abaixo antidemocrática ao extremo. Um juiz não pode emitir opiniões públicas sobre matérias que eventualmente irá julgar. Tal postura vai de encontro ao estado democrático de direito e tem previsão legal na Lei Orgânica da Magistratura.
Mas, se eu denunciasse a postagem do ministro, será que a plataforma cogitaria removê-la? Acho que não. Afinal, a subjetividade das plataformas também será ditada pelo poder do manifestante. Em qualquer caso, haverá sempre a pergunta: quem disse?, e não apenas o que se disse?
No fim e ao cabo, será mais uma forma de arbitrariedade dos mais fortes contra os mais fracos… 🤮