Marcos Breda está em #ChamaABebel e em #UmDiaCincoEstrelas , e é difícil dizer em qual dos dois está pior. Devia ficar no teatro. Ano passado o vi em #OHomemEAMancha e foi bem decente.
A Giulia Benite - a Monica dos dois filmes live action da “Turma da Mônica” começa um tom acima, meio perdida, mas aos poucos se encontra - mais por esforço dela do que do diretor do filme. #ChamaABebel tem boas intenções, mas essas não são suficientes.
Flávia Garrafa tem um histórico como coadjuvante. Pq não continua fazendo isso? Essa tentativa dela de ser uma vilã dramática e antipática é de longe a pior coisa de #ChamaABebel .
Tô vendo #ChamaABebel , mais um filme feito em Porto Alegre que se recusa a dizer o nome da cidade. Outros longas recentes feitos por aqui, como #UmDiaCincoEstrelas e #VaiDarNada seguiam a mesma lógica. Agora, qual o sentido? Medo de soar “gaúcho demais”?
Os três longas, por sinal, possuem protagonistas vindos do eixo Rio-SP (Rafael Infante, Estevam Nabote, Giulia Benite). E mesmo os atores gauchos que aparecem como coadjuvantes cuidam pra não revelar o sotaque. Ou seja, a ideia é ser “de qualquer lugar”. Mas funciona?
Ontem retomei três séries que tinha meio que deixado de lado nos últimos tempos. Assisti a um episódio de #Monarch, #Beef e #TheBear . E vou dizer, a única que me deu real vontade de continuar vendo foi #TheBear (nada a ver com a campanha da #CalvinKlein , hahaha)