Não sei se você é casada. Mas já presenciou aquela situação em que no meio de um monte de pessoas está havendo uma conversa entre 02 onde elas ignoram todo o resto. Você vê na expressão da pessoa que ela está genuinamente interessada naquilo que a outra tem pra dizer. É mesmo que no grupo inicial fossem 03, 04 ou 06 pessoas esses 02 só tem olhos e ouvindos um pro outro. 🙌🏾
Amar um homem não é desrespeito. Amor de verdade exige maturidade, entrega e coragem — coisas que vão muito além do que você expressou.
No Brasil existem quase 6 milhões de mulheres a mais que homens. Ou seja, você é só mais uma entre muitas, com suas visões e limitações como todo mundo.
Te aconselho a refletir melhor sobre o que realmente é o amor. Tratar homem como algo que “a gente atura” pode parecer empoderamento agora, mas a longo prazo só traz solidão.
Sua opinião é válida, mas não é uma verdade absoluta.
A dúvida moça é saber o que você espera que façamos com essa informação? 🤷🏾♂️ Se espera que se caia aos prantos vai ser muito difícil. No país, segundo a PNAD há 95 homens para cada 100 mulheres. Quantas dessas pessoas são mais interessantes que eu e você ? Então embora ache que você tem o direito de odiar quem você quiser pela genitália os números não estão muito favoráveis.
O maior desrespeito que existe é em pleno 2026 mulher amar homem. Eu amo minha vida, meus pais, meus amigos, meu dinheiro e minhas viagens. Homem a gente atura.
Quando ela fala “Eu vejo um homem na escola, no mercado ou na academia… vou deixar de dar um beijo bom e dormir com ele só porque tem outro esperando em casa?”
Isso não é empoderamento nem liberdade sexual.
Isso é falta de controle, falta de respeito e total imaturidade afetiva.
Casamento não é “base segura pra eu fazer o que eu quiser”. Fidelidade não é prisão, é escolha consciente todo dia. Quem não consegue controlar o próprio desejo não tem estrutura pra estar num relacionamento sério.
O resto é só enfeite pra justificar egoísmo.
Não me parece que o feminismo se preocupa com isso. Esse movimento lida com a variedade sexual copiada dos piores vícios masculinos. A promiscuidade. Cito o feminismo no começo da resposta pois é ele que levanta a narrativa de que o homem é um perigo em potencial: Afetuosamente (love boombing), sexualmente (estuprador em potencial), romanticamente (flertará com todas as amigas) e até financeiramente (terá inveja das suas conquistas e se apoderará do dinheiro). A mulher, segundo essa premissa, deve manter a vigilância e nunca relaxar. Não sei você mas isso não deixa mulher alguma pronta pra enxergar um bom amante no marido🤷🏾♂️ . O que essa ideologia deixa de dizer (malandramente, suponho) é como viver uma relação estável, gostosa, saborosa, apetitosa , segura e longeva com o homem. Não há capítulo de teoria ou doutrina feminista que verse sobre o assunto. Você consegue sentir onde está o problema?
Vamos fazer um teste pra ver se consigo compartilhar minha conversa com o grok. O tema é: Estupro Marital x Marido x Feminismo. https://t.co/xHeNHeMBT3
Cara se você tiver falando de instinto eu até que concordo. Mas fico pensando mudar de parceira fixa em pouco tempo é cansativo brother. Não é pouca coisa e nem um vínculo a toa. Fora que esse pouco tempo não dá nem pra apreciar o que você já tinha com essa que você tá deixando e aí vai conhecer uma nova, personalidade nova, novas manias, novos defeitos e conhecer toda essa nova pessoa…
A @espectrocinza parece que na tentativa de construir um argumento se focou no pior homem. Naquele que trai, não diz que ama, não ajuda com nada e só exige. Me pergunto 🤔 se levarmos esse conceito pra vida off-line uma sociedade suportaria rompimentos e trocas de casais a cada 3 anos? É os filhos ? Hoje você mora aqui e amanhã na casa do meu novo amante por quem eu tenho tesão ?
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Uma coisa que esqueci de comentar nessa thread. Já perceberam que nesse debate o frame do homem sem sexo e sempre o pior dos homens. O que trai, o que não diz eu te amo, o que não ajuda… Isso é crível pra você caro leitor (a) ?
Pior que crack.
Atribuir significado e sentido em tudo (como nostálgicos medievalistas gozam ao imaginar como era a época) implica nisso: justificar qualquer atitude ou convenção nociva pq existe um suposto motivo divino misterioso e incognoscível por trás.
A partir daí tu começa a gerar a possibilidade de aprovar qualquer tipo de atrocidade: até mesmo estupro marital.
A intenção dela não é essa. Óbvio.
Entretanto, é mais um elemento em uma narrativa perigosa de submissão ao marido, dependência financeira, auxílio em deus, em vez da busca por ajuda e sexo por obrigação.
Inúmeros homens irão tirar proveito da vagueza e incompletude de tais palavras para obrigar a esposa a serví-lo sexualmente como se fosse um dever para ela ser o que? Santa. Por que isso é o quê? A boa e agradável vontade de quem? De Deus. Se a varoa não transar com o marido ela será o que? Pecadora.
Que coisa horrorosa.
Isso é uma espiral de abuso "justificado" religiosamente.
Imagine crentes sem muitas defesas intelectuais e filosóficas ouvindo isso? São incapazes de se questionar.
Receita satânica.
E por isso as mulheres JAMAIS devem reduzir seus padrões para relacionamento, principalmente casamento. Só assim o desejo poderá se manter. O único jeito de fazer sexo com vontade e de verdade em vez de ser por obrigação é realmente amando o parceiro com paixão. Se ela faz por dever é porque já não te deseja mais.
E o dever do casal é descobrir o motivo em conjunto em vez de afirmar: apenas faça.
Se o homem não liga se a mulher realmente o deseja sexualmente e ainda assim quer fazer sexo com ela...esse homem é perigoso e tem tendências muito perturbadoras.
Falta cultura pra ela perceber quanto está errando. E é justamente quando a atratividade cair e novos parceiros não aparecerem que vai entender. Esther Perel fala sobre isso. Ela não quis dizer mas credita fidelidade é fomentada pela religião, quando isso é apenas parte da conversa. Não sou especialista mas isso não é traço ninfomaníaco?
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@espectrocinza Tive uma conversa extensa com uma IA configurada para impersonar uma mulher solteira e feminista de 30 anos sobre feminismo e estupro marital. Gostaria de poder compartilhar e que pessoas tivessem tempo pra ver.
Tem uma coisa que você é praticamente cega sobre. E me espanta no meio de tanto domínio intelectual você mesma não perceber. Responda uma pergunta pra você mesma porque é tão difícil pensar em satisfazer um hipotético marido? Assim apenas porque sim e porque você pode! Que tarefa tão laboriosa, dispendiosa, cansativa, nojenta ou insalubre é essa talvez? O olhar pra esse homem que você, repito nessa hipótese, escolheu e falar pra “ele hoje faço vc mijar fora do penico”. Faço um paralelo como sexo casual. Não é a mesma coisa mas porque por exemplo é fácil transar com um cara uma noite inteira pq tem uma franja igual o pica-pau e não ter 30 minutos (ou menos) pra fazer feliz quem de outra forma e honestamente não tem como se aliviar? A revolução sexual chega em todo lugar, menos na cama de casal. Não me entra na cabeça eleger o marido como inimigo público número 1 das relações.
@madeinbajor Se disser que muito provavelmente ela está indo atrás de um certo tipo de homem. E que esses homens que são feio na barriga são aqueles que dão uma leitada e depois o ghost. Será que estaria sendo insensível ?
Bella vou colocar uma opinião aqui mas já sou casado. Acho que a problemática é justamente essa liberação sexual. Ela atua como se fosse um mercado capitalista de ações. Onde as pessoas se concentram em ter a melhor jogada ou o melhor acordo. Quando não havia redes sociais homens e mulheres tinham que focar na socialização local. Ter um olhar para os arredores de onde mora, trabalha e estuda. Hoje esse campo é o mundo inteiro onde uma conversante pode comparar a todo momento um candidato com o outro como se fossem produtos.