Heartbreaking news. South Africa international and Mamelodi Sundowns midfielder Jayden Adams has sadly passed away at the age of 2,5, @SundayWorldZA confirm. 💔🇿🇦
Adams recently made his World Cup debut with South Africa and played a key role in Mamelodi Sundowns’ successful CAF Champions League campaign.
Two weeks ago, Adams lost his grandmother Marianna Adams but demonstrated remarkable professionalism by featuring for Bafana Bafana in their World Cup match against Czechia.
Our condolences and thoughts go out to his family, friends, teammates, and everyone at Mamelodi Sundowns.
Rest in peace, Jayden. 🕊️
Os caras cometeram o maior ASSALTO da história das Copas pra tomarem 4 da Bélgica.
Que papelão histórico
(Sr. Trump e Sr. Infantino: não esqueceremos que vocês nos forçaram a torcer pela Bélgica)
O Brasil foi hegemônico no futebol durante dois períodos. Hegemonia é caracterizada por domínio.
De 1950 a 1970, a seleção disputou seis copas, foi finalista em quatro e saiu vitoriosa em três. Tornamo-nos "o país do futebol".
Entre 1994 e 2002, o Brasil disputou três copas: venceu duas e foi finalista em outra.
A hegemonia de 1994 a 2002 poderia ter se estendido pelo menos até 2006, uma vez que naquele ano a base da seleção era a mesma do time campeão quatro anos antes. Não tinha mais Rivaldo, o maestro de 2002, mas Kaká e Juninho Pernambucano, no auge, estavam lá, além de Adriano, um dos melhores centroavantes do mundo na época.
Todos sabemos que o grupo de 2006 tinha tudo para pelo menos chegar à final, mas faltaram os elementos principais: compromisso, respeito à torcida, vontade. Foi triste e um prenúncio do jejum que viria na sequência.
Com o vexame de hoje, ficaremos pelo menos 28 anos sem vencer uma copa do mundo, a maior seca desde sempre (as copas começaram a ser disputadas em 1930; teve copa em 1934 e 1938, mas, por causa da segunda guerra mundial, o torneio só foi retomado em 1950, no Brasil).
Este é, portanto, o maior jejum efetivo da história da seleção brasileira.
Para o país do futebol, este é um fato que nos faz pensar: ainda somos o país do futebol?
Corremos o risco de sermos lembrados como o país do futebol quando o esporte era dominado pelo amadorismo. O retorno à elite não depende do surgimento de craques do nível de Pelé, Didi, Garrincha, Tostão, Rivellino, Rivaldo, Romário, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo Fenômeno.
Depende de trabalho, seriedade, do fim de corrupção no futebol, da profissionalização definitiva dos clubes, da mudança radical da gestão da nossa principal liga, de uma revolução na CBF, da transformação do futebol brasileiro num espetáculo vendável ao mundo, na distribuição equitativa dos direitos de transmissão.
No fim da década de 1980, os ingleses, criadores do futebol, chegaram ao fundo do poço, com a exclusão por cinco anos, pela UEFA e a FIFA, da seleção e dos clubes ingleses de torneios internacionais. A razão era a violência nos estádios, característica que provocou uma tragédia inominável.
O desastre de Hillsborough, ocorrido em 15 de abril de 1989, vitimou 97 torcedores do Liverpool e deixou centenas feridos devido à superlotação e a falhas de controle de multidões durante a semifinal da Copa da Inglaterra contra o Nottingham Forest.
A tragédia puniu os times e seus torcedores - imagine o Flamengo, o Palmeiras e o Fluminense serem proibidos de disputar a libertadores durante cinco anos! Pois é, os ingleses foram rigorosos e a punição criou uma oportunidade de redenção.
Os clubes sentaram-se à mesa para reformular tudo e, dali, foi criada a Premier League. A evolução foi extraordinária e tornou a Inglaterra o principal centro do futebol mundial.
A volta do Brasil à glória do futebol depende de nós, brasileiros.
Nenhuma eliminação de Copa doeu tanto como essa, tá maluco, hein.
O pior é aquela sensação latente de que dava pra passar.
Não deu. Já foi. Resta esperar que o novo ciclo seja melhor pra gente.
Obrigado pelos serviços prestados à seleção brasileira, Neymar, Casemiro, Alisson. Ou começamos um trabalho para a construção de um time para 2030 no minuto seguinte à eliminação para a Noruega, ou vamos passar mais um ciclo discutindo jogadores hipotéticos e trocas de técnicos.
Balogun liberado da suspensão pelo cartão vermelho!
Uma das grandes vergonhas da história das Copas do Mundo!
E avisem aos jogadores: acabou suspensão por cartão vermelho na Copa do Mundo! Podem descer o sarrafo e apelar depois...
Antigamente a FIFA pelo menos tentava esconder o favorecimento a certas seleções para manter um verniz de justiça.
Desta vez estamos vendo a manipulação rolando na cara dura mesmo.
E o nosso bom árbitro brasileiro Raphael Claus ainda é capaz de pagar o pato por ter aplicado corretamente o cartão vermelho.
O Paraguai jogou com a garra e o orgulho de ser guarani, de ser do Chaco e de ser da América do Sul. Óbvio que a França era melhor. São os melhores do mundo. Não havia alternativa ao Paraguai. Era armar a retranca e jogar com raça. Foi o que fizeram. Quase conseguiram segurar um empate, como conseguiram contra a Alemanha. Perderam de 1 a 0 de pênalti da mais talentosa seleção do mundo nas últimas duas décadas. Time de Mbappe, Olise e Dembele. Futebol não é só ataque. Também é defesa. Gill foi o melhor em campo, segundo a FIFA, e é o melhor goleiro da Copa. Gustavo Gomez está entre os melhores zagueiros. Valeu, Paraguai!!!
Cuidado que ahí vienen un argelino (se comió 3 contra Austria), un nigeriano (no juega el mundial), un inglés (sufrió contra Congo) y un sueco (Francia les metió 5) a explicarle a Paraguay cómo tendrían que haber adelantado lineas y presionado al arquero para honrar al fútbol.
Muito bom ver como o discurso muda como não é o Brasil.
O Brasil cansou de vencer os Paraguais da vida dessa mesma forma, apanhando o jogo todo, catimba dos caras, goleiro pegando tudo e um gol.
Mas pro lado de cá, nunca é esse discurso de superação, fomos para a guerra, batalha, sabemos jogar esse jogo e etc.
É sempre a crítica, do inadmissível "passar (suposto) sufoco contra essas seleções".
Interessante.
Essa derrota de Cabo Verde tá doendo como se fosse uma derrota do meu próprio time ou da Seleção Brasileira.
Um país, 10 ilhas, com somente 500 mil habitantes mas que ganhou 7 bilhões de torcedores, fãs.
Se classificou para a fase eliminatória, segurando 2 campeãs mundiais no caminho, e levando a ATUAL CAMPEÃ Argentina até a exaustão num jogo de 3x2, que só foi decidido na prorrogação.
A dor de chegar tão perto não pode deixar ofuscar o brilho de uma história que mostra o porque amamos esse esporte, e que nos lembra COMO VALE A PENA SONHAR!🇨🇻❤️
@RaonyPacheco Sua voz se tornou memorável pra mim durante Catar x Suíça, principalmente no gol de empate no fim do jogo. Comentei com minha família e amigos sobre sua narração. Sucesso, @RaonyPacheco! Te admiro muito, irmão
Só passando aqui pra dizer que policiamento de torcida pra "seleção do bem" na Copa do Mundo é tão bobão quanto "meu time é do bem e seu time é do mal".
Sinto que os "deuses do futebol" pegaram tudo que ocorreu de melhor em todas as Copas da história e juntaram isso na Copa de 2026.
Por exemplo, o Brasil pegando os mesmos adversários de 98, Inglaterra voltando ao Azteca, virada da Bélgica e várias outras...
Sou perdidamente apaixonado pelo gol agônico.
Não troco a felicidade de marcar no minuto final, por meio de um jogador desacreditado, por nada.
Eu não quero ter razão. Eu quero ser campeão.
A Casemiro, de atuação horrenda, e ao apagado Martinelli: Obrigado. Seguimos vivos.
Faltam 4 jogos. VAMOS, BRASIL!🇧🇷