Roberto Martínez acabou de dar a conhecer os seus eleitos para o Mundial’2026. Serão estes os 26 rostos da nossa ambição coletiva e a todos felicito pela chamada, desejando que representem Portugal ao nível das suas extraordinárias capacidades. Serei um entre milhões a torcer, como sempre, pela nossa Seleção.
Porém, e enquanto Presidente do SC Braga, não posso esconder a minha desilusão pela ausência do Ricardo Horta e confesso-o sem beliscar as opções técnicas, que não comento e sempre respeitarei. Questiono, isso sim, a gestão feita, o total desencontro entre o que se diz e o que se faz e o tratamento dado a um jogador que, aos 31 anos e com a expressiva carreira que tem, nunca poderia ser sujeito a testes e experiências.
Interrogo-me, acima de tudo, sobre a chamada do Ricardo Horta para uma digressão ao México e aos Estados Unidos, no pico da temporada e com tão importantes frentes em aberto para o SC Braga e para o futebol português.
É que dos dois cenários possíveis para essa chamada, ambos me inquietam e transtornam. Ou o selecionador tinha dúvidas, o que seria confuso e inverosímil perante tantos e tão reiterados elogios às qualidades futebolísticas, humanas e comportamentais do jogador; ou a lista dos 26 estava já estava bem sólida, o que torna até ofensiva a convocatória, não podendo ignorar-se que essa chamada alimentou, até pelo histórico existente, a expectativa de uma chamada que agora se voltou a frustrar. Depois de ter dito, em março, que a sua decisão mais difícil enquanto selecionador foi excluir o Ricardo Horta do Europeu’2024, a gestão feita torna-se ainda mais incompreensível e, no meu entendimento, desrespeitosa para com o jogador e para com o homem.
Esta é uma opinião que me vincula unicamente a mim, mas que em defesa do meu capitão e do jogador mais importante da história do meu clube não consigo calar.
Reiterando os meus votos de enorme sucesso para toda a Seleção Nacional, o que controlo e garanto é que o SC Braga continuará a dar todas as condições para que em 2026/27 o Ricardo Horta continue a valer a participação em dezenas de golos e a liderar a nossa equipa rumo aos ambiciosos objetivos que temos, na esperança de que no momento das decisões, e ao contrário do que aconteceu esta época, o tenhamos fisicamente a 100%.
Há precisamente 13 anos, o SC Braga escrevia o seu nome na história do futebol português, conquistando a nossa primeira Taça da Liga.
Foi um dia de enorme felicidade para todos os bracarenses, mas foi também um momento de afirmação, de ambição e, acima de tudo, de crença. Crença de que este clube podia - e pode - ombrear com qualquer adversário.
Hoje, mais do que celebrar essa conquista, celebramos o caminho que construímos juntos: com exigência, identidade e um orgulho inabalável em representar esta instituição.
No SC Braga, o passado serve, sobretudo, de inspiração. O nosso foco está no futuro. Continuaremos a trabalhar com a mesma determinação para alcançar mais, sempre com os olhos postos em novas conquistas.
Juntos, como sempre, a ganhar com todos. Parabéns, enorme SC Braga e Gverreiros!
#GanharComTodos
Liga Portugal: uma competição na qual o VAR anula um golo destes ao Gabri Martínez e, minutos depois, “não vê” um penálti claríssimo sobre o Pau Victor (as imagens são tão óbvias, que têm de envergonhar muitas pessoas)
@tomasrdacunha última pergunta, prometo: o jogo começa com o zalazar na esquerda, quase que trocado com o Horta. Que vantagens que achas que o Vicens estava à espera com isso?
@B24PT@FlashScorePT não me interessa minimamente o resultado, mas só por terem andado a esconder as bolas, o Porto merece completamente este penalti. Pena do moura
O jornalismo em Portugal está moribundo. Mas pior ainda está a imprensa desportiva, que definha há já vários anos, refém de interesses que ninguém percebe ou respeita. A capa de hoje do Record é um insulto ao SC Braga, mas acima de tudo, aos seus leitores. Vergonha alheia.
@BancadBraguista estamos em início de projeto. Cada vez mais acredito que a medio prazo, seguindo esta linha vamos ser campeões. Não desculpa a taça de Portugal, mas acredito mesmo que este é o caminho
I was briefed this morning on the U.S. military capture of Venezuelan President Nicolás Maduro and his wife, as well as their planned imprisonment in federal custody here in New York City.
Unilaterally attacking a sovereign nation is an act of war and a violation of federal and international law.
This blatant pursuit of regime change doesn’t just affect those abroad, it directly impacts New Yorkers, including tens of thousands of Venezuelans who call this city home. My focus is their safety and the safety of every New Yorker, and my administration will continue to monitor the situation and issue relevant guidance.
Donald Trump’s actions in Venezuela do not make America safer, stronger, or more affordable.
That Maduro is a brutal, illegitimate dictator does not change the fact that this action was both unlawful and unwise. We’ve seen this movie before. Wars for regime change or oil that are sold as strength but turn into chaos, and American families pay the price.
The American people do not want this, and they are tired of being lied to.
This is not about drugs or democracy. It is about oil and Donald Trump’s desire to play the regional strongman. If he cared about either, he wouldn’t pardon a convicted drug trafficker or sideline Venezuela’s legitimate opposition while pursuing deals with Maduro’s cronies.
The President is putting troops at risk, spending billions, destabilizing a region, and offering no legal authority, no exit plan, and no benefit at home.
America needs leadership whose priorities are lowering costs for working families, enforcing the rule of law, strengthening alliances, and — most importantly — putting the American people first.
Este lance, dentro da área do Benfica, não foi falta. Nem árbitro, nem VAR. Ninguém viu. Ou não quis ver. No lance do 0-1, há falta clara sobre o Moutinho. Ninguém viu. Ou não quis ver. No lance do 2-2, lei da vantagem… Onde? Vantagem para quem? Ninguém viu, ou não quis ver.
O tempo passou, mas a vontade nunca diminuiu. Depois de quase dois anos, ele voltou a sorrir com bola na rede. Bruno Rodrigues, símbolo de resiliência! 💚⚽