Ah, mas é ele que os evangélicos vão votar por um simples motivo: para tirar o PeTê.
Ou seja, apoiam um ladrão que se diz evangelico e depois não vão aguentar as consequências que isso vai trazer ao evangelho.
Eu munca imaginei que seria tão fácil o anticristo enganar crentes...
Se existe um Deus que é Fogo Consumidor, Santo, Justo, a Sua Ira Santa será derramada sobre esses cavalos do Diabo, os quais profanam o Nome dAquele que morreu e ressuscitou para trazer Vida pelo Evangelho. Estes colocam uma porta de ferro, que impede os pequeninos de entrar no Reino.
Sejam anátemas!
Acabamos de aprender com um calvinista que não existe depravação total e nem sola gratia, pois Flavio Bolsonaro pode mudar a cultura brasileira e converter corações, até mesmo dos não escolhidos, sem nenhuma necessidade da Graça ou do E. Santo.
Obrigado Tio Nico pela aula 👍
O antipetismo de fato é um fenomeno psicológico. Uma coisa é ser contra o PT, que eu sou e todos lembram o quanto fui atacado por essa turma em 2018 e 2022 por me opor a eles. Outra coisa é essa patologias grave de votar no chorume da vida publica brasileira apenas para "tirar o PT", inviabilzando tantos outros nomes.
"Não acredito que os empresários e lideranças que ofereceram jantares a Flávio Bolsonaro, desejem o fim do frágil experimento democrático brasileiro. Ainda assim, tomaram a decisão de desviar os olhos."
Por João Moreira Salles
Leia: https://t.co/jxSqbhlckw
‼️URGENTE! O comentarista Guga Chacra, da GloboNews, acaba de mostrar que o jornal The New York Times dedicou uma página inteira para falar sobre a interferência de Donald Trump nas eleições do Brasil. Espalhe esse post!!
A minha vergonha de ser chamado de "evangélico", o mesmo adjetivo religioso usado para André Valadão, Fabiano Zettel, Daniel Vorcaro, Nicolas Ferreira, dentre tantos outros..
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário.
Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável.
E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.
Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência.
E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça.
Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato.
A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele.
30 prefeitos "deus, pátria e familia" presos em Santa Catarina. Todos apoiados por evangelicos locais.
Vocês não acham que isso tudo respinga na Igreja? Depois nao adianta ficar chorando dizendo que estão sofrendo "cristofobia". Jesus está bem longe disso.
Flávio Bolsonaro me chamou de militante e mentiroso quando eu perguntei sobre ele empregar a família do Adriano da Nóbrega, o maior matador do Rio. Mas agora, no JN, admitiu que os empregou, e arrumou uma desculpinha pra isso. Pega na mentira.🤡
RECADO IMPORTANTE AOS MEUS IRMÃOS EM CRISTO:
Igreja não é palanque eleitoral!
A Lei 9.504/97 determina que templos são bens de uso comum para fins eleitorais e PROÍBE propaganda eleitoral nesses locais.
Se seu pastor estiver usando sua igreja para fazer propaganda eleitoral, não aceite como algo normal!
Baixe o app Pardal, do TSE, registre a irregularidade e denuncie.
Não importa se é candidato de esquerda ou direita.
A lei tem que valer para todos.
Igreja é lugar de culto. Não de palanque eleitoral.
https://t.co/iBWBoiqH97
Rapaz, que lapada! Zema soltou a fake de que a “Débora do Batom” foi presa por escrever com batom na estátua A Justiça e foi desmentido ao vivo por Renata Vasconcellos no #JornalNacional.