🚨 GRAVE 🚨
Aos 19 clubes da série A:
Verifiquem todos os documentos possíveis de jogadores, comissões técnicas, dirigentes, roupeiros, faxineiros, porteiros, seguranças...
Verificar até cartão do SUS, cartão de vacina, CNH e Bolsa Família!
Tem gente perigosa na boca do Z4!
O Zerão, estádio do jogo entre Independente-AP e Amazonas, pela Copa do Brasil, é, literalmente, no meio do mundo.
A linha do meio-campo coincide exatamente com a linha do Equador. Por isso, cada time joga em um hemisfério.
🗞 @geglobo
📸 Reprodução/ge | Reprodução
Há 2023 anos ele nasceu, e desde então nós passamos a contar a passagem dos anos a partir desta data. Há o que existia antes dele. E há o que existe depois dele.
Nenhuma figura foi tão discutida desde que a espécie humana surgiu há centenas de milhares de anos no leste da África. Ninguém também foi tantas vezes retratado.
Ele é o líder incontestável – a quilômetros de distância do segundo colocado – de aparições na música, na literatura, na pintura e no cinema. Do Auto da Compadecida ao Senhor dos Anéis. Do Museu do Louvre aos varais da literatura de cordel. De Johann Sebastian Bach a Johnny Cash.
Ninguém foi tantas vezes lido, desenhado, cantado e homenageado – e nenhuma vida alcançou tanta gente: da dona de casa mais humilde de Roraima ao homem mais rico de Joanesburgo.
Sem esse sujeito, o mundo seria um lugar completamente diferente. Não haveria Capela Sistina, Notre-Dame, Catedral de São Basílio, Duomo de Milão, Cristo Redentor, Basílica de São Pedro, Sagrada Família ou Abadia de Westminster.
Este é um mundo sem "A Última Ceia", de da Vinci, o "Juízo Final", de Michelangelo, "O Chamado de São Mateus", de Caravaggio, a "Madona Sistina, de Rafael", ou "O Retorno do Filho Pródigo", de Rembrandt.
Há um vazio nas obras dos nossos maiores compositores: Vivaldi, Bach, Handel, Mozart, Beethoven, Verdi. Não há Amazing Grace, nem Noite Feliz.
De qualquer perspectiva, esse é inquestionavelmente o indivíduo mais relevante da humanidade. E seguindo todos os passos daquilo que, com qualquer outra pessoa, nós simplesmente ignoraríamos.
Você conhece a história, mas não custa relembrar.
Yeshua nasceu pobre, numa pequena aldeia no interior daquilo que hoje nós chamamos de Oriente Médio, filho de um carpinteiro. Seu nascimento é retratado como um fracasso retumbante: rejeitado por seus pares, sem nenhum glamour, sujo, num canto inóspito de uma estrebaria.
Da maior parte da sua existência, nós não temos acesso a qualquer detalhe. Do que sobrou, sabemos pouco além de que foi julgado criminoso, torturado e condenado à morte por pregar o amor e protestar contra a hipocrisia do sistema religioso de sua época.
Nas três décadas em que viveu – diferente de figuras como Ramsés II, Átila, Luís XIV ou Alexandre Magno – não conquistou territórios, não fez fortuna, nem foi coroado o líder político de qualquer governo. Pelo contrário: contrariando a lógica de como as pessoas entram para a História, viveu entregue à miséria e morreu ridicularizado.
Mesmo assim, ninguém jamais foi tão influente na maneira como nós encaramos a vida e a morte.
O livro que nos revela a sua trajetória permanece imbatível no posto de mais vendido de todos os tempos, a obra mais importante da história – mais de cem milhões de cópias dele são impressas todos os anos, em mais de dois mil idiomas.
O seu impacto é tão grande que está ligado aos nossos próprios nomes: dos incontáveis Josés às infindáveis Marias, passando por Lucas, Paulo, Ana, Mateus, Pedro, Marcos, Marta, João, Tiago, em incalculáveis traduções para quase todos os idiomas conhecidos.
O mesmo fenômeno acontece nos lugares em que vivemos. Do Espírito Santo a São Paulo. De San Francisco a Los Angeles. De Santiago a Saint-Étienne. Só na Europa, onde este homem jamais pisou, há quase 21 mil territórios que homenageiam figuras ligadas à sua história.
No Brasil, alguns de seus seguidores mais ilustres – como Paulo, João, Antônio e Francisco – dão o nome a 2.500 cidades, pouco menos da metade dos nossos municípios.
Parece altamente improvável, mas toda essa influência resiste ao tempo.
Há dois mil anos o mundo era um lugar completamente diferente – desde então, a humanidade testemunhou a ruína de crenças, impérios, línguas, culturas e sistemas econômicos.
Nada é como antes: moda, arte, ciência, filosofia. Nem nossa relação política com a religião é a mesma. Nem a Igreja Católica ou o protestantismo.
E ainda assim, a história desse sujeito permanece contada repetidas vezes todos os dias mundo afora, tomada como exemplo, celebrada das mais diferentes formas – mesmo seculares.
A essência do seu discurso – o amor, o perdão, a retidão e a compaixão – transcende ainda hoje barreiras culturais, políticas, temporais e geográficas, moldando profundamente como nós nos relacionamos com o mundo.
Seu legado é tão poderoso que impacta a Terra muito além da própria religião construída por seus seguidores.
E por isso a celebração em torno de seu nascimento é um evento tão importante, ainda hoje comemorado em todos os cantos da Terra – da Times Square ao agreste baiano, de Adis Abeba a Seul – capaz de reunir mesmo pessoas que não acreditam em seu status divino.
Já se passaram mais de dois mil anos daquela noite – e pouco importa se, no calendário, ela aconteceu exatamente nessa data: aquele menino permanece vivo, contrariando todas as probabilidades.
No mundo dos céticos ou do sobrenatural, tanto faz: Yeshua é um milagre.
Feliz Natal.
Como a morte de uma jovem, vítima de uma fake news criada por páginas de fofoca, está ligada a uma indústria multimilionária que sustenta alguns dos maiores influenciadores do país.
A thread:
Em 1989, aos 35 anos e a pedido do filho que nunca o vira jogar pelo Flamengo, Júnior voltou ao Rio.
Ele veria o pai ser campeão brasileiro aos 38 ANOS sendo o Bola de Ouro do Brasileirão.
O lateral do time campeão de tudo entre 1980 e 83 agora seria o "camisa 10" do time, mesmo vestindo a 5.
O 'Vovô Garoto' liderou o Flamengo que teve Djalminha, Marcelinho, Paulo Nunes, Zinho, Júnior Baiano, Leonardo e Sávio, todos entre os 18 e 23 anos em títulos que conquistaram, para TRÊS títulos entre 1990 e 1992.
🏆 Copa do Brasil 1990
🏆 Carioca 1991
🏆 Brasileirão 1992
Leandro, parceiro de lateral nos anos 80, era zagueiro na Copa do Brasil 1990.
Nessa Copa do Brasil, o Flamengo tinha Renato Gaúcho no ataque.
Em 1992, Júnior foi campeão brasileiro destruindo o Botafogo do próprio Renato nas finais. A foto da caneta é histórica.
O Maestro teve números absurdos em 1992: 16 gols sendo ONZE de falta (além de gols olímpicos) e 13 assistências.
Artilheiro e líder de assistências do time.
Leovegildo Júnior é recordista de jogos, títulos e o 2° em assistências na história do Flamengo.
Só atrás de Zico.
Imagina: você gasta suas economias para ir ao Rio ver a final da Libertadores, apanha na praia, é assaltado, pega micose, leva gás lacrimogêneo na cara, vê seu time perder a final no Maracanã e ainda corre o risco de ver o Milei eleito.
Nem em tango tem argentino sofrendo tanto.
7% of the humans who have ever lived are alive right now.
And we are all directly linked to the 109 billion people who have come before us.
You know somebody who knew somebody else who knew another person who knew another, and so on, going back further and further in time, who once knew William Shakespeare (for example). In other words: we are all connected to every human who has ever lived by a chain of conversations, relationships, friendships, and every other form of social connection, going back to the beginning of human civilisation and beyond.
And the decisions those people made continue to influence the present in ways both major and minor.
A good example is language. There are certain words (including mother, fire, and what) which linguists believe to be at least 15,000 years old. They were part of a language spoken during the Ice Age which is the common ancestor of many modern languages. But these words didn't just appear — people, perhaps a single individual, came up with them. And, passed on from one person to another, we are still using them today. What words we create will be spoken 15,000 years from now?
The point here is that history has few hard lines. We usually think about the past in terms of dates and movements. The Battle of Hastings was in 1066, the Western Roman Empire fell in 475 AD, the Renaissance began in the 15th century etc. Thus we end up with a neat procession of ages: Classical Antiquity, the Middle Ages, the Renaissance, the Enlightenment, the Industrial Revolution, and so on.
But the truth is that generations, movements, cultures, ideas, events, and civilisations all melt imperceptibly into one another.
We are currently living in the Information Age (or the Digital Age), but when did it begin? Was it with the invention of the transistor in 1947, or of the World Wide Web in 1989? Maybe, but in the 1980s our capacity for storing data was less than 1% digital, and it didn't go beyond 50% until 2002.
You've got to draw lines somewhere, if only for simplicity and ease. But we've got to remember that the past, like the present, was ever-changing, complex, and imprecise. In the same way that our Digital Age didn't simply "begin", in the year 1475 people didn't suddenly wake up and decide they were in the Renaissance rather than the Middle Ages. Over the years Leonardo painted his pictures, Machiavelli wrote his books, and Bracciolini uncovered ancient manuscripts — the Renaissance emerged and people realised they were living through it.
History isn't movements and dates; history is people saying and doing things.
As Thomas Carlyle once wrote, the entirety of the past and the entirety of the future are contained in the present. This isn't just a memorable line — it is literally true. Every future human being will be the descendant of people alive today, just as we are all the descendants of people who came before. Everything that has ever happened has brought us here, and everything that could ever happen will be a product of today.
Qual será o grande feito de John Textor nesta temporada: ser campeão brasileiro com o Botafogo ou rebaixar o outrora multicampeão Lyon na França?
https://t.co/WBvR7DwVj5