“This is perfect,” she says, eyes opening to reveal a smudge of jam on her lower lip, “even better than the ones I had at the London hotel during my frequent business trips.” Now, gently comfort everyone.
Jeff Bezos: "If I do my job right, the value to society and civilization from my for-profit companies will be much, much larger than the good that I do with my charitable giving."
Pouca gente ficou sabendo, mas o governo implantou um modelo quase libertário para lidar com vício em jogos. É a autoexclusão, bastante usada em Estados americanos.
Se a pessoa acha que precisa ser proibida de jogar, entra com o gov-br na plataforma de autoexclusão e inclui seu CPF numa lista negra. A partir de então, as bets deixam de aceitar seu cadastro.
Se houver uma recaída e o jogador quiser voltar às apostas, pode voltar - mas só depois de alguns meses, pra poder pensar melhor. Ele próprio determina esse tempo de espera quando se cadastra na autoexclusão.
Não sei se o modelo vai pegar - pouca gente tem falado sobre ele. Mas é uma ideia interessante, que dá proteção ao viciado preservando a liberdade dos outros. Também poderia existir para álcool, cigarro, cassinos, etc.
Uma surpresa ver um modelo assim num país tão acostumado à ideia de que o cidadão comum é incapaz de decidir o que é melhor para si próprio.
O pedido do relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de Ministros do STF sem base legal, nos leva a uma reflexão sobre o papel e os poderes das CPIs. Tanto pior quando o pedido flerta com arbitrariedades, como a criminalização de decisões que concedem habeas corpus diante de abuso de poder.
É elementar, até mesmo para um estudante de Direito, que o indiciamento constitui ato privativo de delegado de polícia e não se aplica a crimes de responsabilidade, que seguem procedimento próprio previsto na Lei 1.079/1950. Essa lei, ao definir as competências e o rito do impeachment, atribui o processamento e o julgamento do pedido a órgãos específicos — como a Mesa do Senado, a Comissão Especial e o Plenário da Casa — sem sequer prever a atuação de CPIs nesse procedimento. Igualmente grave é a tentativa de criminalizar a concessão de habeas corpus — expediente conhecido como “crime de hermenêutica”, que já em 1896 Rui Barbosa denunciava como tentativa tacanha de substituir a consciência de juízes independentes pelo arbítrio de governos prepotentes.
Também chama atenção o fato de que, conforme apontado por jornalistas independentes, uma CPI instaurada após o massacre de 120 pessoas nos Complexos do Alemão e da Penha no ano passado, não tenha promovido sequer a quebra de sigilos de milicianos ou integrantes das facções que controlam territórios no Rio de Janeiro. Por isso, é no mínimo perturbador que o relator, enquanto integrante de carreira policial, tenha fechado olhos para seus colegas que, traindo a boa imagem da instituição, cruzaram para o lado sombrio das milícias. O relatório revela verdadeira cortina de fumaça, ao deixar de enfrentar o grave problema a que se propôs e ao dedicar-se a engrossar a espuma midiática contra o STF, na expectativa de produzir dividendos eleitorais para certos atores políticos.
As CPIs são instrumentos legítimos e essenciais ao controle do exercício do poder. Seu emprego para fins panfletários ou de constrangimento institucional, contudo, compromete sua credibilidade e reforça a necessidade de modernização da legislação sobre crimes de responsabilidade — tema que já se encontra em debate no Congresso. Excessos desse quilate podem caracterizar abuso de autoridade e devem ser rigorosamente apurados pela Procuradoria-Geral da República.
O que você vai ouvir — e o que não vai ouvir — sobre mim na imprensa
Meus caros,
Depois de dois meses vendo meu nome ser sistematicamente atacado e depreciado em artigos na imprensa, decidi escrever este texto. Ele é simples e direto: na primeira parte, listo o que a imprensa nunca dirá sobre mim; na segunda, aquilo que ela repete à exaustão.
O que a imprensa não te dirá sobre mim:
A imprensa não dirá que concluí meu doutorado aos 28 anos, nem que tenho formação tanto em Economia quanto em Direito. Não dirá que fui professor de economia nos Estados Unidos. Não dirá que construí uma carreira acadêmica sólida, com mais de 2 mil citações acadêmicas. Não dirá que sou autor de livros. Também não dirá que tenho trânsito em diversos setores da sociedade civil — especialmente entre aqueles que defendem princípios liberais na economia e valores judaico-cristãos no campo moral.
Não dirá que sou respeitado no agronegócio, no setor produtivo e no sistema financeiro. Não dirá que mesmo quem discorda de mim costuma reconhecer minha clareza, competência técnica, consistência e firmeza de posição.
A imprensa não dirá que, como Secretário de Política Econômica, liderei importantes reformas microeconômicas no país. Não dirá que minha passagem foi amplamente reconhecida como exitosa por especialistas. Não dirá que, para muitos analistas, estive entre os melhores secretários de política econômica do Brasil. Também não dirá que, mesmo em uma passagem breve, fui considerado por diversos especialistas como um dos bons ministros de Minas e Energia que o país já teve.
Em resumo: a imprensa não dirá que sou respeitado por aqueles que conhecem e acompanharam de perto o meu trabalho.
O que a imprensa dirá sobre mim:
Até 2018, eu era chamado de “ultraneoliberal” — seja lá o que isso signifique.
Entre 2019 e 2021, virei “o Paulo Guedes do Paulo Guedes”.
Em 2022, passei a ser “o mais bolsonarista dos ministros”.
Hoje, os rótulos são outros: “radical”, “ultraconservador”, “político”, “quadro de segunda linha”.
Curiosamente, muitos desses mesmos jornalistas, no contato direto, demonstram respeito pelo meu trabalho e pela minha capacidade técnica.
Quem eu sou, de fato:
Sou temente a Deus. Defendo valores conservadores. E, como Edmund Burke, acredito em mudanças responsáveis, graduais e ancoradas na realidade. Na economia, sigo a tradição liberal clássica de Adam Smith, para quem o caminho da prosperidade passa por fundamentos simples e sólidos: paz, impostos baixos e uma administração razoável da justiça.
Acredito em responsabilidade fiscal, regras pró-mercado e um Estado limitado. E acredito, com igual convicção, que valores conservadores são essenciais para sustentar a coesão social e o livre-mercado.
Se isso incomoda, que fique claro: ao contrário de alguns excelentes economistas liberais, eu sou um conservador. E digo isso com convicção. Sou contrário a rupturas abruptas. Rejeito a via revolucionária. Acredito que a prosperidade e a justiça vêm da combinação de boas políticas, mantidas ao longo do tempo, e da correção contínua de erros.
Este texto é apenas um registro — um desabafo — de quem está cansado de ver sua trajetória ser distorcida por uma narrativa que ignora fatos e prefere rótulos.
Quer dizer que apagar mensagens, antes, era "desprezo pela justiça"? A "consciência da ilegalidade"? Mas agora deixou de ser? A pergunta crucial: o poder sairá mais uma vez impune, disso tudo? Meu artigo no @estadao: https://t.co/SdReZUYZXA
Apuração de Valdo Cruz: colegas de Dias Toffoli avaliam que o ministro deveria deixar a relatoria e até pedir licença após admitir ter sido sócio de um resort ligado ao Banco Master.
Nos bastidores, a expectativa é que Toffoli se explique a Edson Fachin e defenda sua permanência no caso.
Ministros afirmam que Toffoli “errou feio”.
➡️ Assista à #GloboNews: https://t.co/D0egpiSFcT #ConexãoGloboNews
Evento exclusivo: A importância da Pós-Graduação em Escola Austríaca.
Na terça-feira às 19h, Sergio Alberich e Adriano Paranaiba recebem convidados para uma apresentação da PGEA e uma sessão para tirar dúvidas do público interessado na Pós.
O evento também contará com a participação de alunos e ex-alunos da PGEA, que contarão sua experiência e a importância da Pós na sua formação.
Inscreva-se no link e participe: https://t.co/XqleKa2EJO
📅 Terça-feira (09/12) às 19h
💻 Online - Plataforma Zoom
Inscreva-se pelo link: https://t.co/rMUK9KY2yl
]
Olha esse time de monstros da liberdade. 😳📷
Agora imagina todos eles como seus professores!
A pós-graduação do Instituto Mises Brasil é pra quem quer sair do raso e pensar economia, política e filosofia em outro nível. Se você já sente que “falta algo” na academia tradicional… é aqui que você encontra !
@rodrigomar
Ô burro, os saques e furtos explodiram na Califórnia por causa da Proposição 47, lei burra de 2014 que transformou roubo de até US$ 950 em contravenção leve, tipo multinha. Ladrões viram que não iam pra cadeia, aí formaram quadrilhas organizadas pra massacrar lojas sem medo. Não é "pobreza do Trump", é moleza pros bandidos graças a políticas esquerdistas que soltam criminoso e prendem honestos. Agora, com leis novas, vão apertar o cerco.
Hoje a Câmara debate a urgência do PL 4675/2025, proposto pelo Ministério da Fazenda, que cria a Superintendência de Mercados Digitais. No nome o projeto diz proteger a concorrência, na prática dá uma carta branca para uma nova unidade no CADE pinçar determinadas plataformas digitais e criar “obrigações especiais”, específicas para cada uma delas. O projeto é praticamente uma alfaiataria regulatória - regras sob demanda [do governo]. https://t.co/xxpae888ta (1/6)
Ministro @LRobertoBarroso, você está MENTINDO, ou reproduzindo MENTIRA de Alexandre de Moraes, quando alega que o conteúdo censurado pelo STF nas redes sociais era só de ameaça. E eu posso provar: https://t.co/W8hmLFZ0vs