@Patosoviet40@hoje_no Como bom soviético, deve se informar só pelo Pravda. Os ucranianos tem registro visual da maioria das baixas, pois todo ataque de drone é gravado. Me divirto vendo uns orcs sendo caçados como pestes daninhas
Na padaria:
— Rapaz, quanto tempo! Como vai?
— Vou bem, graças a Deus. E você?
— Na luta! Tem visto fulano?
— Vejo de vez em quando. Encontro com ele na rua. Está bem doente, coitado.
— Doente? O que ele tem?
— Bolsonarismo.
— Vixe Maria! Mas ainda tem tratamento ou já está em estágio terminal?
— Terminal. Já chegou à fase de beber detergente, defender político como se fosse parente e enxergar comunismo até no molho do macarrão.
— Misericórdia! E a família, como está lidando com isso?
— Tem mais dois contaminados. A situação é delicada. Vivem entre uma crise e outra. As alucinações são diárias: urna fraudada, conspiração internacional, comunista debaixo da cama…
— E os médicos, o que dizem?
— Recomendaram leitura, informação e contato diário com a realidade.
— E funcionou?
— Recusaram o tratamento. Disseram que era coisa da ciência e da imprensa.
— Que tristeza! E a família ainda tem esperança?
— Continua orando. Porque, nessa altura, ciência, lógica e bom senso já desistiram do caso.
— Coitados… Meus sentimentos à família. Espero que a Educação consiga um tratamento mais eficaz. Vamos torcendo!
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou de votar em 43% das deliberações nominais do Senado em 2026, segundo levantamento da Folha nos registros da Casa.
Trabalhar nunca foi o forte dos Bolsonaro.
Jair Bolsonaro, na presidência, tinha apenas de 3 a 5 horas de compromissos oficiais.
Eduardo Bolsonaro, em 10 anos como deputado federal, só assinou 3 projetos que viraram leis, nenhum deles ligado a pautas de direita: 1 do PT sobre fosfoetanolamina sintética, 1 que instituiu o “Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal (AME)” e 1 que criou o "Grupo Parlamentar Brasil-Bahrein". Depois pediu licença e foi para os EUA articular tarifaço e outras medidas para “queimar a floresta inteira”, em nome da luta pelas “liberdades”.
Carlos Bolsonaro foi alvo de críticas numerosos vezes em 25 anos de mandatos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro em razão de altas taxas de ausência, licenças frequentes, pedidos de afastamento e priorização de marketing digital em campanhas nacionais, tendo ficado conhecido como “vereador a distância”.
É muita rede social, para pouca atividade parlamentar, que dirá de interesse público.
Quando “trabalhou” nos últimos anos, Flávio Bolsonaro votou a favor do aumento do fundão eleitoral e contra o projeto de lei de combate à lavagem de dinheiro que estabelecia limites para o uso em transações comerciais de dinheiro em espécie, como aquele das “rachadinhas”.
Sem contar as campanhas contra a CPI da Lava Toga e a Operação Lava Jato, bem como a favor da PEC da Blindagem.
A força residual do sobrenome Bolsonaro, agora em disputa por alas rivais dentro do clã, deve-se, em grande parte, ao fato de que massas de manobra, manipuladas por profissionais da propaganda política, confundem a disputa de cargos com o PT, que o bolsonarismo faz, e um trabalho efetivo e diferenciado em prol do desenvolvimento do Brasil, que o bolsonarismo não só deixou de fazer quando teve a oportunidade, como também, em diversos momentos, sabotou.
A ideia de que é precisar acobertar toda essa sujeira e celebrar carreiras marcadas pela vagabundagem, pelo fisiologismo e pelo patrimonialismo, típicos do Centrão, para “resgatar o país” das mãos da esquerda é a mais contraproducente e moralmente retrógrada que já passou pela cabeça da suposta direita brasileira no período posterior à redemocratização, até pelo simples fato de que essa ideia não faz outra coisa há 7 anos senão fortalecer Lula, o PT e a pior geração da história do STF.
Todos que preferem parasitar o bolsonarismo a construir uma alternativa sólida e ética ao lulismo adiam o Brasil que dizem defender, manifestando, na prática, uma similaridade inconteste com a família Bolsonaro: a enorme preguiça de trabalhar.
De todos os vídeos que vi do terremoto na Venezuela, esse é sem dúvida o mais angustiante.
Parece filme de terror.
Quanto mais desce, mais o prédio tá quebrado, aí o desespero bate pra sair logo. 😱
🧵UN Human Rights Council issued a "report" claiming, without a shred of evidence, that IDF forces by national policy identified, aimed & killed Palestinian children as such, sometimes for target practice. I wrote a rebuttal for @UNWatch summary below. 1/
https://t.co/OIflWPp7tZ
A traitor who takes orders from a fringe religious guru was the Director of National Intelligence for 15 months.
The newly exposed reality of Tulsi Gabbard's compromised leadership is a massive blow to American security.
For years, critics warned about Tulsi Gabbard's alarming ties to Chris Butler and his Hawaii-based sect. Now, a massive trove of leaked emails and internal memos has proven the worst-case scenario.
The documents reveal a systematic pipeline where Gabbard was told exactly what to post, what legislation to introduce, and how to frame her media appearances. Her political career was essentially manufactured and guided by a group that former members explicitly describe as an abusive cult.
It explains so much about her baffling political trajectory. This is the same person who consistently parroted pro-Russian propaganda, carried water for brutal regimes, and actively worked to undermine Western alliances from within the highest levels of government.
Donald Trump's decision to appoint a compromised asset to the role of Director of National Intelligence is pure betrayal of American interests. It goes beyond simple bad judgment. Elevating a compromised figure under the total control of a cult leader is as traitorous as it gets
Sem condições, bicho kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
@lobotosasha