Notícia grande vinda do RJ: segundo o ex-governador Anthony Garotinho, o ministro André Mendonça estaria indignado com o que considera uma atitude totalmente absurda e ilegal do diretor geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
O entendimento é sobre a determinação feita por Andrei de retirar os policiais que estavam trabalhando no dia da operação que cumpriu mandado de busca e apreensão contra o senador Jaques Wagner. Uma espécie de punição contra os policiais que cumpriram a ordem judicial emitida pelo Supremo Tribunal Federal (STF)
A atitude do diretor da PF pode caracterizar obstrução de Justiça, segundo Mendonça teria confidenciado a pessoas próximas, diz Garotinho.
A curiosa novidade do dia é que Alexandre de Moraes decidiu não assumir automaticamente a relatoria do caso Dark Horse envolvendo Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro.
Depois de anos ouvindo que tudo acabava caindo na mesma mesa, desta vez o processo foi enviado para que a Presidência do STF decida se existe conexão com outro inquérito ou se haverá redistribuição.
É quase uma cena rara da política brasileira. Quando a própria estrutura do sistema percebe que a aparência de imparcialidade também importa, algo mudou no ambiente.
Porque convenhamos: em qualquer democracia saudável, o cidadão espera que investigações sejam conduzidas por regras claras, não pela impressão de que determinados nomes já possuem destino pré-definido.
No fim, a pergunta permanece. Se a redistribuição é possível agora, por que tantos brasileiros passaram anos acreditando que ela era impossível antes?
O escândalo do master chegou ao líder do governo no Senado, o escândalo do INSS já havia atingido o vice-líder do governo no Senado. Até quando o Brasil vai continuar elegendo integrantes da esquerda para os cargos públicos?
Encontro com os pré-candidatos do PL do Rio de Janeiro. Flávio Bolsonaro presidente e Douglas Ruas governador. Breve anunciarei onde pretendo representar o meu povo.
PLEASANT SURPRISE
I was extremely impressed that Senator @SenJohnKennedy, although elected by the state of Louisiana, was thoroughly familiar with Brazil’s deteriorating political situation.
When I was introduced to him as the son of @jairbolsonaro, he immediately began describing the climate of censorship and persecution in Brazil, promptly mentioning a name that has already become well known in American political circles: Alexandre de Moraes. Lula’s name has not been forgotten either, and the references to him were far from positive.
This took place during a dinner in Washington DC, with American senators, led by Senator @TomCottonAR, an Afghanistan war veteran. We were invited by American businessman @geoheisel and accompanied by Cuban-born businessman @MMurgado, a Cuban refugee who has lived in the United States since childhood. And as often @pfigueiredo08 is with us!
May God bless Senator Kennedy in his reelection campaign this November.
🚨Atenção para isto aqui!
Parece ser uma armadilha para André Mendonça.
Em questão de minutos, Moraes acatou a decisão de Gonet de enviar o caso Dark Horse para André Mendonça. Isso é jogo combinado.
Por que?
Porque não há crime nesse caso, então quando André Mendonça disser que não quer investigar o caso, eles irão dizer que Mendonça está conduzindo o inquérito parcial, protegendo Bolsonaro e indo contra a esquerda. A partir daí eles vão quer tirar Mendonça da relatoria do caso Master e do caso do INSS.
Muito grave isso tudo.
Trump sinaliza que eleição no Brasil é foco de sua atenção
O presidente Donald Trump compartilhou um artigo que aponta a eleição presidencial brasileira como o próximo grande foco de atenção política. O gesto confirma que o interesse dos Estados Unidos no cenário nacional vai muito além do casual, fundamentando-se em preocupações estratégicas de longo prazo, onde o Brasil é visto como um parceiro vital.
Diante do avanço da direita em diversos países vizinhos, a expectativa é que Trump se posicione ativamente no pleito brasileiro. Esse alinhamento deve se traduzir em contrapontos contundentes à perseguição do Judiciário contra inocentes, trazendo à tona o cenário enfrentado por lideranças como Jair e Eduardo Bolsonaro.
O impacto dessa aliança transnacional tende a se consolidar por meio de endossos públicos, forte mobilização digital e pressões retóricas vindas de Washington, impulsionando a consolidação de Flávio Bolsonaro no cenário eleitoral.
A Colômbia sob alerta máxima. O medo de um atentado da esquerda, contra o líder de direita eleito, Abelardo de la Espriella, o “El Tigre”, escancara a herança maldita da polarização insuflada pelo radicalismo derrotado do comunista Gustavo Petro. A América Latina está acordando e rejeitando o retrocesso. Em outubro, será a nossa vez de seguir esse movimento e resgatar o caminho da prosperidade e da ordem