@SF_Moro@FlavioBolsonaro Se o senhor realmente estivesse interessado em combater o crime organizado, não teria se aliado a ele. O Moro dos tempos de LJ, teria dado voz de prisão ao companheiro de palco.
"Tô certo ou tô errado?"
Malta, Sinhozinho.
Quem acompanha futebol regularmente e percebe, durante a Copa, que muita gente pouco ou nada sabe sobre os jogadores convocados para a seleção brasileira está passando por algo similar ao que nós, que acompanhamos política regularmente, percebemos durante a corrida eleitoral, quando muita gente pouco ou nada sabe a respeito dos candidatos.
A principal diferença é que cada jogo da Copa permite até ao cidadão mais ignorante em matéria futebolística ver o desempenho real dos jogadores, ou seja, como eles atuam na prática, enquanto a campanha política simplesmente projeta imagens e espalha narrativas dos candidatos e de seus rivais na disputa de cargos, sem necessariamente apresentar suas verdadeiras práticas, que, muitas vezes, são absolutamente opostas ao teor dos discursos proferidos em redes sociais, carros de som, propaganda eleitoral e debates televisivos.
Na Copa, você pode até ver comentaristas levantando a bola murcha de jogadores que atuaram mal, ou buscando esvaziar a bola dos que atuaram bem em determinada partida, mas você tem a partida assistida como referência para acreditar ou não nos comentários.
Na corrida eleitoral, muita gente não tem a menor referência da prática política dos candidatos, que é sistematicamente falseada ou distorcida por seus porta-vozes e propagandistas. Milhões de cidadãos buscam referência em bolhas virtuais de “influenciadores” que sonegam informações comprometedoras sobre políticos de estimação e monetizam em cima do ódio a seus adversários.
Deixar-se aprisionar por esse tipo de conteúdo é como acompanhar uma Copa em que a narração e os comentários nada têm a ver com os lances de cada partida, mas com aquilo que narradores e comentaristas gostariam que você pensasse a respeito dos jogadores e treinadores que eles exaltam ou detestam.
É um mundo de fantasia, alheio a uma realidade que em algum momento vai se impor, gerando choque, surpresa, frustração e raiva, que serão novamente explorados por manipuladores em prol de uma alienação permanente das massas, mantendo cada indivíduo submetido aos efeitos indesejados de escolhas avessas a suas próprias intenções particulares.
Se você não gosta de delay nas transmissões da Copa, não fique para trás na cobertura das eleições. Acompanhe o jogo político como ele é, com o jornalismo independente que antecipa as jogadas e mostra cada lance em tempo real, com direito a replay e VAR de todos os ângulos.
Assista diariamente:
https://t.co/0W8mDBQvih.
* Íntegras, na aba “Ao Vivo”; cortes, na aba “Vídeos”.
Enquanto “unir a direita” significa puxar saco da família Bolsonaro e passar pano para seus escândalos, só os oportunistas - em busca de cargos, verbas e monetização - se submetem a esse papel, além das massas de manobra.
E quanto mais eles se submetem, mais escândalos precisam ignorar, relativizar e acobertar, para não levarem a pecha de “traidores”, historicamente atribuída por populistas autoritários a todo indivíduo que demonstre ter fibra para escolher o caminho da ética pessoal, em detrimento de qualquer vantagem imediata decorrente da cumplicidade.
Do histórico de funcionários fantasmas em gabinetes à relação financeira escondida com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, passando pela sabotagem da Operação Lava Jato, da CPI da Lava Toga e do combate à lavagem de dinheiro, além da estupidez na pandemia, nas iniciativas para reverter o resultado eleitoral e na celebração do tarifaço dos EUA, os Bolsonaro ofereceram numerosas portas de saída a quem tem resquícios de princípios morais e não se deixa idiotizar e sujar completamente a pretexto de combater a sujeira do outro lado, ademais fortalecido pela imundície da própria família.
Os núcleos do partido Novo que sabotam a pré-candidatura de Romeu Zema, após o ex-governador de Minas Gerais ter ousado ensaiar uma ou outra crítica à relação de Flávio Bolsonaro com Vorcaro, são exemplos da submissão oportunista ao bolsonarismo, que, no entanto, foi alimentada pelo próprio Zema ao longo dos últimos 7 anos, durante os quais ignorou, relativizou e acobertou escândalos bolsonaristas.
Da mesma forma, um ou outro comunicador retardatário que parasitou a bolha bolsonarista, faturando com mais seguidores e atuando em veículos instrumentalizados pelo grupo político, agora sente a fúria da turba que alimentou, muito embora já bem mais fraca do que aquela enfrentada por qualquer crítico do PT que tenha apontado na raiz a usurpação do movimento antipetista por uma velha dinastia do Centrão.
A tolerância com a indecência não é ruim apenas como estratégia eleitoral, por abrir flancos ao pré-candidato da situação, como hoje aventa essa gente gelatinosa, mas também como projeto de país, fadado, se tanto, a substituir o armário onde cada presidente guarda seus esqueletos, como o corno que, em vez de buscar opção melhor, só troca o sofá onde foi traído.
O Brasil virou o país das PJs.
Sem escala 6x1 e com CLT mais cara, vão acabar de matar a carteira assinada.
Os Ubers e motoboys já sabem.
Você vai ser o próximo.
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Deixa eu te mostrar a matemática que ninguém te conta.
Contratar com carteira assinada no Brasil:
A empresa paga 71,4% a mais sobre o salário em encargos.
Maior percentual entre 90 países pesquisados.
Nos Estados Unidos, esse custo é 8,8%.
O Brasil cobra 8 vezes mais que os EUA pra te registrar.
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O que isso faz com o seu salário.
Um CLT custa pra empresa entre 1,7 e 2,3 vezes o que ele recebe.
Você ganha R$ 3 mil. A empresa gasta R$ 6 mil.
Os outros R$ 3 mil não vão pro seu bolso.
Vão pro governo.
Você é caro pra empresa e pobre pra você mesmo.
Ao mesmo tempo.
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Então a empresa faz a conta.
"Pra que CLT, pagar 71% de encargo, 13º, FGTS, férias, multa e risco trabalhista?"
"Contrato PJ. Pago 30 a 50% menos. Sem processo."
E é isso que está acontecendo.
1,5 milhão de brasileiros largaram a carteira assinada pra virar PJ.
Não é precarização imposta.
É fuga matemática.
Motoboy é PJ. Uber é PJ. Médico é PJ. Programador é PJ.
A elite produtiva já saiu da CLT.
Sobrou quem não tem escolha.
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E agora o Brasil torna a CLT ainda mais cara.
Fim da escala 6x1. Menos horas, mesmo custo.
Sabe o que a empresa faz quando o trabalhador encarece?
Contrata menos. Demite. Terceiriza. Pejotiza. Automatiza.
Quem encarece o trabalhador não protege o trabalhador.
Mata o emprego dele.
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Nos Estados Unidos o trabalhador não tem 13º, não tem FGTS, pode ser demitido no mesmo dia.
E ganha 5 vezes mais que o brasileiro.
Porque a empresa que não queima 71% em encargo sobra dinheiro pra pagar salário.
Lá, a proteção é o salário alto.
Aqui, a proteção é a desculpa pro salário baixo.
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O Brasil não está protegendo o trabalhador.
Está empurrando ele pra fora da carteira assinada.
E chamando isso de direito.
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Você não escolhe onde nasce.
Mas escolhe onde seu dinheiro trabalha.
E o seu dinheiro não precisa ficar preso num país que pune quem produz.
AtlasValorum .com.br
@matheuspggomes Quero a lista dos que votaram a favor dessa presepada eleitoreira!
Precisamos saber na ponta da língua os nomes daqueles que colocam seus interesses à frente das necessidades do país.
A melhor parte do vídeo é ele dizendo que o PCBR faria o canal dele falir.
Comunista quer o partidão controlando a economia inteira, da produção de cimento ao preço do cafezinho.
Já o partido dele não tinha capacidade de administrar uma rede social.
@matheuspggomes O pior, muitos irão acreditar nesse blablablá ideológico.
São anos de governo esquerdista, por que só agora, em ano eleitoral, onde o governo tem sua maior rejeição?????
Não é pelo trabalhador, é pela permanência no poder.
@aod_cunha Que vergonheira virou o NOVO, e pensar que fui filiado e fiz passeata pelas ruas de Canoas, em 2020...🤦🏻♂️
O que fizeram com o partido do @joaodamoedo ???