@meneguell7@tarcis Do singular* kkkkkkk depois que postei notei que faltou isso, mas geral entendeu e tu quis gastar teu diploma do ensino fundamental, tá certo tb
O tal empréstimo DIP nada mais é do que um dinheiro emprestado para uma empresa em recuperação judicial continuar funcionando. A diferença é que quem empresta fica com prioridade para receber e, muitas vezes, exige garantias importantes. No caso da SAF do Vasco, se esse empréstimo vier da família Lamacchia e estiver atrelado a uma futura venda, aumenta a sensação de que o clube vai ficando cada vez mais comprometido com um único caminho. Em vez de buscar novas receitas, patrocinadores, investidores ou fazer a operação andar com as próprias pernas, a solução é mais uma dívida. Enquanto isso, a base revela talentos, o Vasco faz a maior venda da sua história com o Rayan, mas ainda passa a impressão de que não consegue transformar seus ativos em uma gestão sustentável.
A preocupação é que, no futuro, uma eventual venda da SAF deixe de ser uma escolha e passe a ser praticamente a única saída. E esse filme o vascaíno já conhece. Antes da venda para a 777, foi criado um cenário em que parecia não existir alternativa: ou vendia, ou o Vasco acabaria. O clima de desespero tomou conta do debate, grande parte da torcida abraçou a venda como solução inevitável e qualquer voz que defendesse outras possibilidades era tratada como inimiga do clube. O resultado todos conhecem. Hoje, com a SAF em recuperação judicial e tentando se reerguer após o fracasso da 777, fica o alerta para que o Vasco não seja novamente conduzido por um discurso de urgência, no qual a venda deixa de ser uma decisão estratégica para se tornar uma imposição. A história recente mostra que decisões tomadas sob pressão e sem um debate amplo podem trazer consequências gravíssimas para o Club.
O time do Vasco é o retrato da sua gestão. Um deserto de idéias, ausente de referência e sem ambição nenhuma.
O mini presidente segue isento pela torcida, apesar do trabalho pífio e de nenhuma promessa cumprida.
A incapacidade é o ponto forte da gestão amarela.
FORA PEDRINHO!
Uma volta à realidade nada animadora. Esse momento tão delicado pedia mais segurança nas contratações, sem economizar esforços para evitar uma tragédia no fim do ano.
Seguimos na torcida para que as apostas do futebol deem certo e façam um grande trabalho, mas a responsabilidade do que acontecer, positiva ou negativamente, é TODA do Pedrinho e do seu departamento de futebol.
Não aceitaremos qualquer discurso de vitimismo e esperamos que cheguem reforços de verdade, com capacidade de solucionar as deficiências do elenco e tirar o Vasco dessa situação.
Menos choro e mais trabalho, Pedro Paulo. Quinta tem jogo!
Momento delicado demanda um papo reto e franco com a imensidão cruzmaltina.
Amanhã, nosso membro e conselheiro, Bernardo Silveira, vai estar, às 20h,no Papo Casaca, para falar sobre o que mais amamos: Vasco.
Assista e aproveite para conhecer mais nossa visão e nossas diretrizes para resgatar o Clube. Não perca!
FRED PRA QUÊ? “Tem que contratar jogador e, não, dirigente”
Pra quem não lembra, em 2013, o hoje nosso diretor de futebol, Felipe Loureiro, reclamou do planejamento da diretoria e da falta de reforços para o time. Hoje, 13 anos depois, com um elenco limitado e péssimos resultados em campo, a história se repete, dessa vez com o aval do próprio Felipe e com o silêncio já habitual do presidente Pedro Paulo. Um verdadeiro museu de grandes novidades.
Nós do ArquibaVasco e toda a torcida vascaína recebemos com profunda indignação o anúncio de Fred Luz como novo CEO da SAF do Vasco. Em um momento de extrema dificuldade esportiva, a escolha de um flamenguista declarado e ex-diretor do rival só reforça o sentimento de completa desconexão entre a direção do clube e a identidade, a história e os valores do Vasco da Gama.
Para nós a equação é simples: um “bom trabalho” de um flamenguista significa prejudicar ainda mais o Vasco. Será que essa é a intenção da atual diretoria? Criar ainda mais caos e instabilidade para realizar uma venda apressada, sem diálogo e sem transparência?"
Não podemos nos esquecer da experiência Luiz Mengo, que ocupou os cargos de CEO do associativo, participou da venda para a 777 e, em seguida, assumiu o cargo de CEO da SAF, sendo um completo FRACASSO em todas as posições que ocupou, tanto administrativamente quanto esportivamente.
CHEGA DE FLAMENGUISTAS DECLARADOS NO VASCO. Que tesão é esse dessa diretoria em torcedores rubro-negros?
Passados 23 dias desde o último jogo, com o Vasco na zona de rebaixamento, seguimos com um dos piores planejamentos já vistos. Sem treinador definido, sem definição de qual será o perfil desse treinador e sem reforços anunciados para a sequência da temporada. Enquanto a torcida aguarda soluções para o futebol, a diretoria apresenta mais um nome para a estrutura administrativa do clube. E um péssimo nome.
Para piorar, mais uma vez o presidente Pedro Paulo se omite. Em um dos momentos mais delicados da temporada, a torcida segue sem explicações, sem posicionamentos claros e sem a presença de quem foi escolhido para comandar o clube.
O Vasco precisa de comando, de transparência e de soluções reais para os seus problemas. O Vasco precisa de vascaínos responsáveis, competentes e alinhados a uma diretriz vitoriosa para construir uma gestão profissional e que respeite a nossa história.
Chega de gestão de amigos! Chega de blindagem e de cortinas de fumaça!
Torce, Viaja e Vota.