Hoje o Brasil assistiu a um retrato cruel da realidade.
Pela manhã, prorrogamos a CPMI do INSS em nome dos órfãos, das viúvas e dos aposentados que foram roubados. Fizemos isso por quem não tem voz, por quem foi traído dentro do próprio sistema.
Horas depois, no plenário, vimos a esperança ser derrubada.
Derrubaram não apenas uma decisão, mas a confiança de milhões de brasileiros. Inclusive a decisão de um ministro honrado, técnico e corajoso, que teve a dignidade de respeitar a Constituição.
O recado foi claro.
O sistema não quer que essa investigação avance.
O sistema não quer que a verdade venha à tona.
Nós fizemos a nossa parte. Investigamos, avançamos, mostramos o caminho.
Mas, mais uma vez, o sistema tentou vencer.
E o Brasil precisa entender isso com clareza.
A resposta não está mais apenas dentro das instituições.
A resposta está nas urnas.
Se quisermos mudar essa realidade, precisamos mudar o Congresso Nacional.
Mais de 50% no Senado.
Mais de 50% na Câmara.
Sem isso, o sistema continuará vencendo.
E o povo continuará pagando a conta.
Aparelhar o IBGE é confessar medo da realidade. O IBGE sempre foi um órgão técnico e respeitado. Agora, técnicos experientes são exonerados às vésperas da divulgação do PIB, o medo da verdade assombra o desgoverno da mentira.
A diferença sempre foi gritante. Mas o conflito de interesses dos que perderiam com o fim da corrupção no país com os reais interesses do povo não deixou as coisas serem melhores. Soma-se a isso os BURROS que fazem torcida contra, ou porque são pagos pelos corruptos do governo ou porque são literalmente BURROS MESMO.