In this era of artificial intelligence, it is becoming urgent to distinguish human art from what machines produce. There is an ontological difference, even before an aesthetic one, between art and what a machine can generate through statistical calculation based on millions of images created by others. Algorithms lack the spark of humanity. For this reason, the Church wishes to renew an alliance with artists and cultural institutions to safeguard our humanity.
Gostei muito desta análise do Nuno Gonçalves dos The Gift no Trio d’Ataque, após o jogo Portugal-Noruega.
Ronaldo foi solução para Portugal durante décadas. E talvez o problema de ser a solução durante tanto tempo seja começar a acreditar que a equipa continua a ter um problema quando já consegue resolver as coisas sem nós, já que Portugal leva 12 pontos em 12 e está a jogar bem. Nuno resume a questão numa frase: "Ser líder é dar espaço a outros."
É provavelmente a parte menos glamorosa da liderança: perceber que, às vezes, ajudar a equipa não é entrar em campo. É saber sair dele sem tentar levar o palco connosco.
Ronaldo foi actor principal durante vinte anos. Ninguém lhe tira isso. Mas até os grandes actores têm de perceber quando chegou a altura de deixar alguém dizer a próxima fala, porque problema de ser insubstituível durante vinte anos, é que um dia a equipa comete a indelicadeza de continuar.
(RTP Notícias, Trio d'Ataque, 04.10.2026)