O Fluminense talvez esteja protagonizando um dos processos mais desconcertantes de sua história.
Contrata uma empresa para dizer quanto o clube vale.
Aceita o valor estabelecido por essa empresa.
Depois admite negociar a venda justamente para quem definiu esse valor.
Sem concorrência.
Sem um processo competitivo.
E, para completar, o ex-presidente que conduziu as primeiras negociações desponta como o principal nome para assumir o cargo de CEO da futura SAF.
Se tudo isso estiver dentro da mais absoluta normalidade, então o conceito de conflito de interesses perdeu completamente o sentido.
Na boa, para mim, tratar esse cenário como algo corriqueiro já deixou de ser ingenuidade faz tempo. É uma escolha deliberada de não querer enxergar o óbvio.
@PauloFBS Uma SAF que inicia de um processo anti-ético e viciado como esse, que futuro terá? Seção 301 da lei de comércio americana? Páginas policiais de jornais?
Você está sendo desonesto e faccioso, uma vez mais tentando deturpar o debate que está sendo feito. Em vez de reconhecer as fraudes que uma imprensa a soldo acabou por difundir, agora você tenta uma vez mais politizar o debate contra "um determinado grupo político" acusando-o de ressuscitar a pauta anti-vacina. A pauta de objecções aos experimentos inoculados durante a pandemia está sendo levantada nos Estados Unidos por cientistas, médicos, pelo próprio Secretário de saúde, @RobertKennedyJr, e por diversos dos senadores que interpelaram o Dr. Fauci. No Brasil o debate apenas reflete o que está acontecendo nos Estados Unidos, e são muitos os médicos, com pós-graduações, e com doutorados que estão opinando. Reduzir esse debate a um determinado grupo político é uma grave distorção.
🇧🇷🇺🇸 Jair Bolsonaro, Donald Trump e a PANDEMIA de 2020
O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, foi um defensor aberto de algo que a humanidade sempre fez: buscar soluções para novos problemas. Ele não inventou a recomendação da hidroxicloroquina, ele conversou com médicos e cientistas do Brasil e de outros países.
A mídia brasileira, com objetivos políticos nas redações, transformou isso em um atentado contra a vida humana, fez chacota e destruiu a imagem pública do chefe de Estado.
Anos se passaram, diversos países, como o Reino Unido, apresentaram estudo de que sim, o medicamento era eficaz no combate à enfermidade em níveis substanciais.
Agora, o Dr. Fauci, burocrata americano, utilizado como muro de contenção e validação, está sendo escrutinado nos EUA. A Casa Branca está divulgando documentos e provas dos absurdos cometidos por ele e seus “benfeitores”, bem como dos resultados promissores da hidroxicloroquina e da ivermectina.
Essa mesma mídia e redações que hoje falam tanto em “soberania”, consoante com o governo Lula, acusaram INJUSTAMENTE o então presidente de ser contrário à compra das vacinas, quando o Brasil foi um dos países com o programa de vacinas mais eficaz e RÁPIDO do mundo. Jair Bolsonaro questionava as CLÁUSULAS impostas sobretudo pela Pfizer, que não assumia nenhum risco ou responsabilidade sobre o medicamento, exigindo que os governos ASSUMISSEM A RESPONSABILIDADE por futuros processos ou danos à saúde dos indivíduos “inoculados”.
A primeira vacina no mundo foi aplicada no dia 08/12/2020 no Reino Unido. A primeira vacina foi aplicada no Brasil em 17 de janeiro de 2021.
Bolsonaro foi vítima da maior operação de destruição de reputação e imagem pública da história do Brasil, foi imputado de diversos crimes que não cometeu e ainda hoje está pagando o preço por tudo isso.
Eu, como jornalista, entendo que nossa responsabilidade é falar a verdade e, quando erramos, temos o dever MORAL de esclarecer os fatos ao nosso público. Quantos colegas farão isso agora? Deixo aqui a questão.
A decisão de Moraes indica 2 situações:
1) A “tomada” do Brasil pela China está mais avançada do que podemos imaginar.
O establishment sabe que sem Flavio nas eleições dificilmente os EUA e o escudo das Américas reconheceriam a legitimidade das eleições, empurrando ainda mais o Brasil para a influência da China.
2) Flavio está melhor do que as pesquisas apontam.
Dear Christopher Nolan,
My name is Herod Priovolos and I want to tell you what #TheOdyssey truly means to me and to generations of Greeks who grew up with Homer’s story.
Homer did not sing of Odysseus simply to entertain us with ships, storms, gods and monsters. He told the story because he understood what war, time, distance and loss can do to the human soul.
Odysseus leaves Ithaca as a king, a husband and a father. He returns twenty years later alone, exhausted and disguised as a beggar, carrying the memory of every companion who never made it home.
The monsters are not merely creatures created for spectacle.
The Cyclops is power without justice. The Sirens are the beautiful voices that tempt a person to abandon their purpose. Circe represents the danger of losing our humanity. Calypso offers Odysseus immortality, but even eternal life becomes a prison when the price is forgetting his wife, his son, his homeland and his own identity.
And Ithaca is not merely an island.
Ithaca is the place that remembers you when the world no longer recognizes your face. It is the home that remains alive inside you after everything else has been taken away. It is Penelope growing older while she waits. It is Telemachus becoming a man without his father. It is Argos surviving long enough to recognize his master one final time.
Odysseus is not great simply because he defeats monsters. He is great because he is proud, frightened, wounded, clever, imperfect and deeply human. He loses his companions, his youth, his name and twenty years of his life, yet he refuses to forget who he is.
When he finally returns, Penelope does not recognize him through strength, glory or appearance. She tests him. Odysseus proves his identity by remembering the bed they built together around the roots of a living olive tree.
That is the heart of The Odyssey.
Not the battles. Not the ships. Not the monsters.
Two people standing before each other after twenty years, asking whether love, memory and identity can survive everything time has done to them.
That is why this poem has survived for almost 3,000 years. Every human being is trying to return to something: a home, a person, a lost part of themselves, or the life they had before the world changed them.
So use Homer’s seas, gods, heroes and monsters. But please understand what you are touching.
The Odyssey was never truly about how far a man could travel.
It was about how much the world could take from him before he stopped being himself, and whether, after losing almost everything, he could still find his way home.
🇺🇸 Marco Rubio acaba de anunciar restrições de vistos para pessoas ligadas a grupos de extrema esquerda e apoiadores de terrorismo político:
O Departamento de Estado anuncia uma nova política de restrição de vistos que tem como alvo membros do terrorismo de extrema-esquerda e outros grupos alinhados que apoiaram ou incitaram atos de terrorismo; apoiavam atividades criminosas violentas; participaram de sabotagem econômica; financiaram, recrutaram ou forneceram apoio logístico para ações violentas ou criminosas cometidas por grupos terroristas da extrema-esquerda e outros grupos alinhados; e/ou facilitaram a convergência de redes terroristas de extrema-esquerda e outras aliadas para fins de ação violenta.
Opinião do Estadão
TST e a lei da marra
Sem base legal, tribunal multa empresa por não ter nenhuma mulher em cargo de chefia
A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou a fabricante de colchões Ortobom ao pagamento de uma indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 300 mil. A infração da empresa, segundo a mais alta instância da Justiça do Trabalho, foi não ter promovido nenhuma mulher para ocupar seus 22 cargos de gerência e 2 de subgerência na unidade fabril de Arapongas, no norte do Paraná.
Ao ajuizar a ação civil pública, o Ministério Público do Trabalho (MPT) argumentou que houve discriminação de gênero e violação do princípio da igualdade. De recurso em recurso, o caso chegou a Brasília, onde o relator no TST, ministro Alberto Balazeiro, achou por bem não só manter a condenação, como também apresentar seus argumentos – criativos, por sinal.
É óbvio que a sociedade brasileira espera que as empresas, assim como os órgãos públicos, tenham mais mulheres em postos estratégicos. Para isso, além de mudanças culturais, existem leis como a de igualdade salarial e políticas públicas de valorização da força de trabalho feminina, como a proteção da maternidade. Mas não será à base da canetada do Judiciário que a sociedade será transformada.
Balazeiro foi bastante convincente, sendo seguido por unanimidade pelos colegas – todos homens. Ele destacou que “há a ausência completa de mulheres em posições gerenciais sem explicação objetiva plausível, em cenário no qual se esperaria diversidade compatível com a presença feminina na força de trabalho e com os deveres de igualdade material impostos pelo sistema jurídico”. Afirmou que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população de Arapongas é formada, em sua maioria, por mulheres (51,4%). E defendeu a aplicação da Resolução 492/23 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que inova ao instituir o julgamento com “perspectiva de gênero” – que exige que juízes, ao tomar suas decisões, reconheçam as desigualdades históricas e as relações de poder entre homens e mulheres.
Não se sabe quais são os diplomas legais que exigem das empresas uma “explicação objetiva plausível” sobre seus critérios de promoção, que autorizam a adoção de critérios demográficos como fundamentos jurídicos e que transformam resoluções de conselhos em leis. Nada disso encontra amparo em legislação que tenha sido discutida e aprovada no Congresso, tratando-se de uma intervenção indevida do Judiciário na iniciativa privada. São flagrantes as inconstitucionalidades, a começar pela violação do princípio da livre iniciativa, que, ao lado do valor social do trabalho, é um dos fundamentos da República.
Antes de cobrar das empresas privadas o fim da desigualdade entre homens e mulheres, sem que isso esteja amparado nas leis, o TST deveria observar o que acontece dentro do próprio tribunal, onde, dos 26 atuais ministros, apenas 7 são mulheres – e apenas uma delas presidiu a corte.
Flávio Bolsonaro fez uma ótima defesa dos interesses nacionais em Washington, na audiência do Escritório de Comércio dos EUA (USTR) sobre as tarifas a serem possivelmente aplicadas ao Brasil.
Não é mais possível separar o comércio da política e da geopolítica. Nunca foi. Menos ainda nos dias de hoje em que todos os instrumentos de poder, inclusive o comércio, estão interligados no nível nacional e mundial.
A ideia de que o Brasil pode ser uma espécie de “trading house” asséptica, indiferente à opção de política doméstica pelo crime ou pelo império da lei, indiferente à inserção do país no bloco totalitário ou no mundo livre, é uma ilusão perigosíssima, que pode conduzir os brasileiros a perderem tanto sua liberdade quanto seu comércio.
Um sistema de poder corrupto e arbitrário, um “capitalismo de laços” assentado sobre uma justiça dos amigos, complacente para com o crime, admirador e tributário do regime comunista chinês, jamais constituirá base de sustentação para um comércio exterior robusto, para um parque de investimentos atraente, para uma economia saudável. O Brasil está economicamente doente, politicamente doente, diplomaticamente doente. As tarifas americanas seriam simplesmente um sintoma externo dessa doença. Mas o setor produtivo diretamente afetado por elas parece querer apenas tratar o sintoma de forma paliativa, aceitando conviver com a doença, em lugar de partir para sua cura.
A cura é a restauração do Estado de Direito – que implica o combate sem tréguas à corrupção e demais formas de crime organizado – juntamente com a inserção do Brasil no ocidente democrático ao qual pertencemos por vocação.
Vejo essa noção básica e as propostas que apontam para essa cura nas palavras de Flávio Bolsonaro em Washington, assim como em alocuções anteriores suas no CPAC e na Prager U, que já tive a oportunidade de comentar em vídeo.
Representates do empresariado brasileiro criticaram a fala de Flávio no USTR por não ter sido “técnica”. Mas não é possível fechar os olhos e tratar a perspectiva das tarifas americanas como se fossem uma questão “técnica” quando:
- o Brasil está atolado na corrupção e demais formas do crime organizado, a economia e a política profundamente contaminadas pelo crime;
- os EUA e toda a América do Sul, exceto o Brasil, estão-se organizando numa aliança para combater o crime organizado e para desmantelar a máquina de influência do projeto totalitário China-Rússia-Irã que tomou conta de boa parte da região;
- os EUA passaram a tratar o comércio dentro de uma perspectiva geopolítica cujo objetivo essencial é o combate ao crime organizado e ao totalitarismo;
- existe no Brasil, na reta final rumo à eleição, um lado que quer combater o crime organizado, em aliança com os EUA e com o restante da América do Sul, e um outro lado que não quer.
As tarifas foram e serão políticas. A única forma de evitá-las ou eliminá-las é também política:
- no curto prazo, obtendo o seu adiamento, para que não tenham, na eleição, efeito benéfico à corrente política brasileira que representa o status quo complacente para com o crime e hostil aos EUA;
- no médio e longo prazo, tendo no Brasil um governo comprometido com o combate ao crime, consciente da nossa identidade de membro do ocidente democrático, em aliança com os EUA e com o restante da América do Sul, e trabalhando por uma integração comercial profunda (representada pela ideia de uma Área de Livre Comércio do conjunto das Américas, que Flávio Bolsonaro apresentou, de maneira muito pertinente, um dia após a sua alocução no USTR).
Teria o empresariado brasileiro a ilusão de que Lula, caso reeleito, seria capaz de resolver o tema das tarifas com os EUA “tecnicamente”?
As tarifas foram e serão políticas. Basta olhar o calendário:
- as tarifas de 2025 vieram logo depois que Lula tornou-se o paladino da moeda do BRICS (ou seja, da China) em substituição ao dólar;
- as tarifas de 2026 foram sugeridas logo depois que Lula recusou designar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
Assim, a tendência é de que, na hipótese de Lula reeleito, as tarifas venham em 2027 duplicadas e triplicadas. Pois obviamente Lula, se reeleito, não vai combater o crime nem retirar o Brasil de sua servidão ao projeto hegemônico do Partido Comunista Chinês. Obviamente Lula, se reeleito, nada fará para combater a corrupção desenfreada nem o arbítrio judicial (dois dos principais pontos que, no relato do USTR, conduzem à proposta de imposição de tarifas). Ou seja, Lula não mudará aquilo que faz os EUA tarifarem o Brasil, pois os problemas que fazem os EUA tarifarem o Brasil não são detalhes técnicos, são os pilares centrais do sistema de poder hoje em voga no nosso país: complacência para com o crime e a corrupção, arbítrio e adesão ao bloco totalitário chinês.
Diante disso, que o empresariado brasileiro deveria começar a calcular o custo-Lula. Esse custo é altíssimo e não é imposto pelos EUA, mas sim por todo o sistema de governança apodrecido e proto-totalitário que vem parasitando o Brasil.
Ao mesmo tempo, o empresariado deveria começar a calcular a oportunidade-Flávio, que hoje se apresenta como a única chance visível de – muito mais do que evitar tarifas – iniciar a cura do Brasil.
Esse é o Governo do Lula:
A Justiça Federal de Santos, com a velocidade de um raio quando o assunto é soltar gente do PCC, mandou pra casa Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira , a primeira brasileira a levar sanção direta dos EUA por ligação com a facção.
Lavagem de dinheiro, R$ 10 bilhões rodando pro crime organizado... mas olha só, "todos já tinham cumprido a prisão temporária". Que conveniente! O Victor Shimada continua foragido, mas a moça pode voltar pra casa tomar um cafezinho. Justiça rápida, né? Só quando é pra soltar.
E o melhor: depois dessa palhaçada toda, ainda ficam choramingando quando os EUA resolvem sancionar alguém do governo ou do círculo do poder.
"Interferência imperialista!", "Respeito à soberania!", "Não podem nos punir!".
Pô, companheiros... se vocês soltam quem os gringos já puniram por bancar o PCC, aí não adianta fazer cara de vítima quando o Tio Sam resolve apertar o pescoço de quem merece. É tipo assaltar o banco e reclamar que a polícia tá sendo grossa.
Esse é o Brasil do "nunca antes na história deste país": bandido solto, amigo do PCC liberado, e o discurso de que "só os EUA são os vilões".
Enquanto isso, o povo paga a conta da bagunça.
Vergonha alheia nível hard. 🇧🇷🔫