Pelo menos 15 empresas multinacionais deixaram o Brasil, venderam operações ou abandonaram seus segmentos no país desde 2023, início do terceiro governo Lula (PT). Este ano, o exemplo mais recente é da gigante dos alimentos General Mills, que vendeu Yoki e Kitano à 3Corações por R$800 milhões, após comprar a Yoki por quase US$1 bilhão em 2012, e retirou a marca de sorvetes Häagen-Dazs do País.
Não é setorial
As marcas de desistiram do Brasil estavam em vários diferentes setores; varejo, alimentos, tecnologia, finanças, cosméticos e automóveis.
Não aguentou
Após menos de uma década se aventurando no mercado brasileiros, a americana Hormel vendeu a marca de presuntos e embutidos Ceratti.
Gringos fora
Estão na lista a rede de mercados Dia, o Makro, o banco N26, os carros Subaru, além de Tribal, Addi, Justo, Frubana, Taranis e The Body Shop.
https://t.co/ywfP8EceqN
NOTA PÚBLICA
O episódio envolvendo o afastamento do presidente do Tribunal de Contas do Maranhão pelo ministro Flávio Dino reforça uma questão que o Brasil precisa enfrentar: quais são os limites da atuação do STF e como preservar a imparcialidade e o equilíbrio entre os Poderes?
Não se questiona a necessidade de investigar os graves fatos noticiados e punir eventuais culpados. Questiona-se a imparcialidade de um ministro que governou o Maranhão por dois mandatos para atuar em casos que envolvem o Estado e o grupo político com o qual rompeu politicamente. Além da ausência de competência do STF, Dino deveria se declarar impedido, assim como deveria ter feito ao julgar Bolsonaro.
Isso também vale para Alexandre de Moraes, que se declarou vítima dos atos que ele próprio analisou. Além disso, conduz um inquérito interminável iniciado em 2019 e que coloca uma espada na cabeça de qualquer pessoa que ouse criticar sua atuação. A relativização do foro e o cerceamento de garantias individuais no processo contra Bolsonaro foram inúmeras. Para citar um único exemplo, mais de 200 milhões de mensagens e áudios foram entregues à defesa às vésperas do julgamento, tornando humanamente impossível sua análise.
Não se trata de defender este ou aquele personagem. Trata-se de garantir que a mesma regra valha para todos. A imprensa noticiou, além disso, que um Ministro do Supremo teria atuado para impedir o apoio de partidos de centro à candidatura de Flávio Bolsonaro. Se isso é verdade, a autoridade atuou claramente a favor de Lula, o que desequilibra o pleito eleitoral e atinge frontalmente a democracia.
Urge uma reforma do Judiciário, pois o STF é essencial à democracia e precisa voltar a exercer sua missão de verdadeira Corte Constitucional, deixando as disputas políticas para a política.
Rogério Marinho (PL/RN)
Líder da Oposição no Senado
Para salvar a democracia, precisamos de...
🔴Um inquérito de exceção
🔴Censura prévia
🔴Redes sociais derrubadas
🔴Fim do sigilo da fonte
⏳ Restrição à atividade jornalística
Quando a democracia terminar de ser salva, seremos a Coreia do Norte.
ué, se o judiciário desrespeita a constituição (seja com penduricalhos que infringem o teto, seja com abusos autoritários do STF), pode, e deve, ser pauta política.
Ao tentar justificar a recusa do seu governo de priorizar o combate à criminalidade, Lula (PT) usou dados falsos para sustentar sua “tese”. Ele disse que enquanto um presidiário custaria em média R$35 mil a Estados como São Paulo, “um menino na universidade custa R$20 mil”. Mais uma vez, como se jacta sempre, Lula mentiu. O gasto médio do poder público com a população carcerária é de R$31.653 anuais por detento, enquanto o custo por aluno de universidade federal, bem maior, bate os R$52.533.
Custo por aluno
Lula deveria se interessar pelos dados do Ministério da Educação. Saberia que gasto médio com um universitário é de R$4.377 mensais.
Custo por detento
E saberia que a Secretaria Nacional de Políticas Penais, cujo titular ele nem conhece, aponta o custo médio dos presidiários: R$2.637 por mês.
Estados se viram
Lula não sabe que os Estados investem por aluno da Educação Básica, US$3.668. Perto da Argentina (US$ 3.679), longe da OCDE: US$ 11.914.
https://t.co/2lkyIDFG2Y
Opa, essa é fácil.
- Porque desigualdade é um tema relevante para intelectuais, não para o povo.
- As pessoas comuns se incomodam com a pequena desigualdade (o cunhado que ganha mais, o vizinho com carro melhor). Não veem problema e até admiram milionários fora de sua convivência (o jogador de futebol, a celebridade).
- O que de fato as incomoda é o dinheiro conquistado sem merecimento - por exemplo, o parente encostado que passa o dia sem fazer nada mas ganha uma pensão do governo.
Próxima pergunta!