A passagem de LeBron James no Los Angeles Lakers foi bela, de um título inegável, de altos e baixos.
Acima de tudo, algo que foi impossível de ficar indiferente.
A maior das estrelas tinha que jogar na franquia que tanto as atrai.
Mas ao mesmo tempo que o roteiro possa soar previsível quando contarmos a história da carreira de LeBron ou a história moderna do Lakers, que no fim, se confundem, tudo que aconteceu passou longe dá imprevisibilidade.
James, tão prioritário a questões de título e legado, deixou o Cleveland Cavaliers por uma franquia que não estava pronta.
Uma franquia que vivia seu pior momento na história, o Lakers nunca ficou mais de dois anos longe dos playoffs em sequência, do começo da NBA até a aposentadoria de Kobe Bryant.
Até mesmo em títulos, incluindo o de LeBron em 2020, um em 16 anos, algo que só aconteceu quando um tal Bill Russell subjugava a franquia nos anos 60.
A liga mudou, o Lakers cometeu seus erros, apesar de uma reconstrução que gerou muitos talentos que não formavam um time necessariamente. Nem o imenso mercado de Los Angeles pode combater a tendência… uma NBA em que vários bons trabalhos podem vencer e que viu oito campeões nos últimos oito anos.
Antagônico a LeBron, o homem que afinal, chegou a oito finais seguidas, que foi o melhor jogador da NBA do momento em que pisou na quadra, até grande parte da idade avançada em L.A.
Ele também se tornou mais “mortal” nesse período.
Uma lesão, aquela com Solomon Hill, após tudo o que escrevi até agora parecer funcionar e gerar um título ao lado de Anthony Davis, que foi a Los Angeles por conta de James, mudou tudo.
O time que vinha forte para o bicampeonato de 2021, de repente, perdeu seu melhor jogador por muito tempo, caiu na 1ºR, perdeu Anthony Davis algumas vezes por lesão.
Quem caminhava e dominava a liga, se tornou mortal de repente, cabe para aquele time, cabe para o Lakers como franquia nos últimos anos, cabe para LeBron James em seus últimos anos de carreira.
Os baixos foram enormes. Do título, a troca que LeBron aprovou por Russell Westbrook, por um time que foi de campeão a completamente desencaixado em um ano e meio, um roteiro longe da previsibilidade que a união LeBron/Lakers pode soar a 1º vista.
A imprevisibilidade que levou o Lakers dois anos depois… a final do Oeste, contra um Denver Nuggets que foi algoz.
A imprevisibilidade que fez uma boa offseason, elogiada por todos, não gerar nada ao redor de James/AD.
Nada esse que se transformou em Luka Doncic, absolutamente do nada, numa noite de sábado, que mudou as prioridades, o futuro, a relação, e a história de LeBron e o Lakers como um todo.
Escrevi um fio na época da troca por Luka, meu texto mais lido aqui por MUITO.
Lembro de falar que estava curioso sobre como seriam os últimos anos de James a partir daquilo.
Não é culpa do Lakers, não é culpa de Luka, não é culpa de LeBron, é a imposição da nova NBA, dos salários restritos, das exigências para se montar um elenco competitivo, de como tudo se tornou tão diferente e afetou algo que parecia tão igual. Até mesmo a prática de assinar contratos curtos, em que James revoluciona o mercado, se virou contra ele no fim.
O astro na franquia dos astros, se tornou outro, não hoje, não ontem, mas assim que Anthony Davis foi trocado por Luka Doncic, na maior troca da história da NBA, que afetou o futuro do que pode ser o melhor jogador de todos os tempos.
No fim, a vitória contra Houston nos últimos playoffs representa tão bem essa jornada.
Quando todos davam o Lakers como derrotado, LeBron como incapaz de liderar um time a essa altura da vida sem Doncic e Reaves… ambos venceram.
A única vitória do Lakers em uma série desde 2023.
Assim como o único título de 2011 pra cá, veio em 2020.
Entre um roteiro tão diferente entre o Lakers e seus astros, entre LeBron e suas franquias, o denominador comum e final, não foi perfeito, mas foi belo para ambos.
Do jeito mais imprevisível que o mais previsível dos roteiros poderia ser.
Nico Williams : Quies es voce?
Nico de la Cruz : soy del Flamengo campeon de la copa libertadores su bosta
Nico Williams : Perdon craque de la Cruz, yo soy un mierda perto de tu….
Nico de la Cruz : es verdade niño…..
"Esse veio para roubar no Brasil."
Foi isso que o Zé Elias disse do Danilo
voltou ao Brasil após anos no futebol europeu;
recusou uma proposta do Napoli;
escolheu defender o clube do coração;
conquistou o Brasileirão;
venceu a Libertadores marcando o gol do título;
retornou à Seleção Brasileira;
alcançou um dos melhores momentos da carreira jogando como lateral-direito.
No fim das contas, quem respondeu foi o futebol.
Simplesmente, Danilo.
Atualização no currículo do Plata:
Quase derrubar um estádio ✅
Decretar um feriado nacional no Equador ✅
Ele não faz gols, Ele provoca eventos históricos
Everaldo Marques, na Globo: “A Croácia vai entrando no caminho da Seleção Brasileira nas quartas de final. Nããããão!!!”
Ana Thaís Matos: “Ah, não!”
Maestro Júnior: “Vocês não querem pegar a Croácia, não? Ninguém morre me devendo, meu camarada!”
📸 Globo