🚨ATENÇÃO: Lula recebeu recado de uma parte Supremo através do seu marqueteiro: "Nem pense em se afastar do STF. O PT da Bahia tá na nossa mão, e você só governa porque o STF te ajuda"
O tal do rancho do Maia (infelizmente cortes dessa desgraça aparecem pra mim) seria a mais perfeita manifestação de satanás na Terra e a projeção perfeita daquilo que o diabo idealizou pro inferno?
🚨 | EXCLUSIVO: Xerém retira meritocracia de manual de conduta e Fluminense não explica mudança
Ex-funcionário da base tricolor, Duílio faz profundas revelações
Quase toda criança que nasce no Brasil carrega um sonho consigo: ser jogador de futebol. A cultura do esporte é tão forte no país que uma bola vira adereço indispensável para quem nasce aqui. É uma extensão do corpo. Nesse sentido, o caminho natural é fazer escolinha e tentar a sorte em testes nas categorias de base. Os poucos que conseguem passar nas peneiras adentram o universo do celeiro de craques dos clubes do país. Xerém, um dos maiores expoentes quando se fala a respeito do tema, porém, enfrenta uma crise técnica. As novas políticas adotadas pelos dirigentes influenciaram bastante para este cenário.
Xerém sempre foi vendida como fábrica de talentos e símbolo de competência. Mas, internamente, uma mudança específica passou a ser apontada por ex-funcionários e pessoas ligadas ao dia a dia da base como um divisor de águas negativo: o enfraquecimento da meritocracia no processo de formação.
O ex-zagueiro e ídolo do Fluminense, Duílio, campeão brasileiro de 1984 e supervisor técnico da base entre 2019 e 2024, afirmou que o critério de desempenho perdeu espaço dentro do modelo adotado no Centro de Treinamento Vale das Laranjeiras.
Segundo ele, a mudança aconteceu por ordem superior, sem explicações claras.
- De repente tiraram a meritocracia do manual que seguíamos em Xerém. Fui perguntar o porquê e disseram que veio uma ordem e tinha que ser assim, que lá na frente a gente descobriria. Sabe, lidar com jovens, garotos... é difícil. Imagine você estar no sub-20 e sobe alguém do sub-17 na sua frente o tempo todo. Foi uma ordem que veio e tiraram a meritocracia porque não se enquadrava no que o clube precisava, segundo a direção - revelou em entrevista ao jornalista Paulo Brito.
Quando um clube abandona a meritocracia na base, ele destrói o principal combustível do jovem atleta: a convicção de que jogar bem, treinar melhor e evoluir será recompensado. Sem isso, o ambiente degrada rápido.
Um agente que auxilia algumas jovens promessas e já trabalhou - e trabalha - com crias da base não quis se identificar, mas explicou o dilema vivido no Tricolor. O garoto que rende mais vê outro ser promovido. O que se dedica percebe que esforço não basta. O treinador perde autoridade. O grupo passa a desconfiar de tudo. O vestiário vira campo fértil para frustração, ciúme e divisão.
Ex-atleta do clube, que até dois anos atrás vivia toda essa situação de perto, Duílio falou um pouco mais sobre a existência do manual metodológico seguido por treinadores e atletas em Xerém. O documento orientava postura, funções em campo e comportamento profissional. Era uma linha clara de desenvolvimento. Com o tempo, esse norte foi modificado.
- Quando cheguei lá (em Xerém), a gente tinha um manual que era seguido. Os treinadores trabalhavam em cima disso para conseguir extrair o máximo dos atletas. Os garotos pegavam e aplicavam aquela ideia objetiva. Tinha o que ele podia e não podia fazer. Depois que eu saí de lá, não vi muito essa situação mais. Só posso falar até o dia em que eu saí. Você tinha que ter paciência para lidar com garotos que são profissionais, tinha que ter paciência para apagar incêndios lá, porque muitos jogadores não entendiam por que não eram utilizados também. Se você pegar o Mano (Menezes), você não vê ninguém que foi revelado por ele. Mas, quando a gente estava lá, tinham muitos: Metinho, Arthur, Kayke, João Neto, Jefté... - comentou.
Se não basta ser o melhor para ser visto, o que seria necessário fazer para encantar a cúpula das divisões de base do Fluminense ou os dirigentes do time profissional? Procurada, a assessoria de comunicação das categorias de base do clube não se manifestou, tal qual o diretor de Xerém, Antônio Garcia.
Internamente, a reportagem apurou que o caderno metodológico, em tese, segue vivo e em constante atualização, elaborado por setores como psicologia, coordenação técnica e metodologia. Valores como coragem e confiança passaram a ganhar peso no lugar da meritocracia. A atualização do conceito, porém, acaba substituindo critérios técnicos, muitas vezes, por subjetividade.
Em outras palavras, é inegável que, dentro dos parâmetros do futebol, coragem e confiança são importantes. Mas, sem rendimento, disciplina e entrega, viram slogans vazios. Um olheiro com muita entrada em Xerém foi questionado a respeito do cenário vivido atualmente. Ele respondeu que, na base, a mensagem precisa ser simples: “joga quem merece. Sobe quem entrega. Evolui quem produz”.
As categorias inferiores do Fluminense podem suportar crises financeiras, mudanças políticas e oscilações de geração. O que não suportarão mais por muito tempo é a perda da justiça interna, porque clube nenhum revela craque em ambiente onde o mérito vale menos que a conveniência.
A sensação atual de muitos pais de atletas, empresários e dos próprios jovens é que estão sendo, no mínimo, moleques com os Moleques de Xerém.
📸 | Divulgação/FFC
@washghost1 A região onde a moça do vídeo mora é bem quente, e esse cômodo tem janelas a água vai secar rapidamente, ela usa produtos de desinfetante para limpar a casa, e esta casa é feita de Alvenaria. para o mofo se propagar existe toda uma condição específica!
jamais haverá uma caminhada para fim da escala 6x1, ou para abaixar os supersalarios dos politicos.
"Governantes não deveriam ser amados. Deveriam ser vigiados"
🇧🇷 Hino nacional sendo cantado à capela pela torcida do Fluminense na final da Libertadores de 2023 contra o Boca Juniors
Momento épico do futebol brasileiro 🏟️🇭🇺