Mooska.
A súbita paixão de Brasília pela transparência é o espetáculo mais cínico da temporada.
Quando o ministro André Mendonça afirma que jamais poderia publicizar a totalidade do caso Banco Master e que entregou aos gabinetes apenas o estritamente necessário para o julgamento, ele não está cometendo uma heresia processual. Ele está desarmando uma emboscada desenhada nos andares mais altos da República.
Observe a coreografia com olhos de inteligência, sem o entorpecente da imprensa tradicional.
Alexandre de Moraes, o magistrado que construiu e blindou os inquéritos mais herméticos da história moderna do país, onde defesas passaram anos implorando por acesso aos autos, agora posa de fiscal da publicidade irrestrita. A ironia é tão gritante que ofende o bom senso de qualquer observador lúcido.
A cobrança sobre Mendonça não nasce de um repentino compromisso republicano com a verdade. Ela nasce do desespero de um arranjo de poder que sente o chão tremer às vésperas de uma eleição decisiva.
O consórcio que comanda o país hoje tem nomes, funções e métodos perfeitamente integrados. No Planalto, um governo Lula desgastado, sem entregas econômicas reais e acuado pela rejeição popular. Na cúpula do Judiciário, a blindagem coordenada por Moraes, Gilmar Mendes e Edson Fachin, prontos para modular o tempo e o alcance da lei conforme a conveniência da ocasião. Na retaguarda, a Procuradoria de Paulo Gonet dosando o que deve ou não avançar, enquanto o comando da Polícia Federal de Andrei Rodrigues opera como o braço de execução direta das vontades do consórcio.
Essa estrutura inteira não teme a corrupção. Ela teme a perda do controle.
O ecossistema do Banco Master é um labirinto onde circulam conexões políticas, operações heterodoxas e interesses que tocam os dois lados da Praça dos Três Poderes. Por que então a súbita exigência para que tudo seja jogado no ventilador exatamente agora, a poucos dias de a população ir às urnas?
A mecânica é elementar: Se o governo percebe que o voto popular caminha para rejeitar a sua continuidade, a cartilha do poder autoritário exige a fabricação de uma crise de proporções incontroláveis.
Explodir o caso Master na praça pública neste exato momento serviria a três propósitos imediatos: Primeiro, instaurar o pânico generalizado no sistema financeiro e institucional. Segundo, assassinar reputações de adversários políticos por contaminação de narrativa, sem qualquer tempo hábil de defesa antes da votação. Terceiro, e mais perigoso, criar o pretexto perfeito para que o Executivo e o tribunal aleguem contaminação do pleito, justifiquem medidas de exceção, intervenções de emergência ou a recusa velada de aceitar o resultado democrático.
André Mendonça compreendeu com exatidão a natureza da granada que tentavam colocar em suas mãos. Ao manter a gaveta trancada e restringir o processo ao rito estrito da matéria técnica, ele retirou o fósforo das mãos dos incendiários.
A narrativa vendida pelos porta-vozes do sistema tenta transformar Mendonça em vilão por não fornecer o espetáculo. A realidade crua mostra o oposto: ele funcionou como a última barreira de contenção contra o caos premeditado.
Quem tem maioria no tribunal, controle na polícia e a caneta da máquina pública na mão não busca justiça de última hora. Busca salvar o próprio condomínio de poder, mesmo que para isso precise arrastar o país para a beira do abismo.
O sistema não perdoa quem desarma os seus pretextos. Mas quem carrega o país nas costas precisa entender o jogo: a histeria pela abertura dos autos não é para limpar a República, é para não entregar o comando do navio.
Zumm...
#Eleições2026
#STF
#Brasil
@RenanSantosMBL Vou te dar uma aula que você não vai conseguir refutar porque é baseada em fatos públicos, documentos do TSE e reportagens que qualquer pessoa pode verificar em trinta segundos, ao contrário das suas acusações que dependem exclusivamente de que o ouvinte seja preguiçoso demais pra conferir. Você pega a doação de Zettel e apresenta como se fosse a prova definitiva de uma conspiração entre Bolsonaro, Tarcísio e o Banco Master. Muito bem. Vamos abrir esse argumento e mostrar o que tem dentro, porque quando a gente abre argumento de demagogo o que aparece é sempre a mesma coisa: vazio com verniz. Zettel doou R$ 3 milhões pra Bolsonaro numa campanha que arrecadou R$ 126 milhões. Isso representa 2,38% do total. Doou R$ 2 milhões pra Tarcísio numa campanha de R$ 38 milhões com mais de 600 doadores, prestação de contas aprovada pela Justiça Eleitoral. Doação legal, pública, registrada no TSE, feita em 2022, anos antes de qualquer investigação sobre o Master. Se doação legal aprovada pela Justiça Eleitoral fosse prova de participação criminosa, não sobraria um político em pé no Brasil e isso inclui qualquer um que o seu Partido Missão pretenda lançar, se é que alguém com dinheiro e juízo vai querer financiar um partido de 3%. Agora vem a parte que você nunca menciona porque destruiria todo o seu castelo de cartas e obrigaria a sua plateia a pensar, coisa que você evita a todo custo porque gente que pensa não vota em você. Daniel Vorcaro se reuniu pessoalmente com Lula no Palácio do Planalto em dezembro de 2024, fora da agenda oficial, com Rui Costa e Gabriel Galípolo presentes na sala. Guido Mantega, ministro da Fazenda de Lula e Dilma, foi contratado como consultor pelo Master. Ricardo Lewandowski, que Lula nomeou ministro da Justiça, idem. O Credcesta, que é a matriz do esquema de consignado do INSS no coração de toda essa fraude bilionária, foi criado na gestão de Rui Costa como governador da Bahia. O útero desse monstro financeiro tem DNA petista e certidão de nascimento baiana. Hugo Motta, presidente da Câmara, e Davi Alcolumbre, presidente do Senado, ambos da base de sustentação do governo Lula, aparecem em relatos de encontros com Vorcaro. Os fundos de previdência estaduais que enfiaram bilhões de reais de aposentados em títulos podres do Master são de estados governados por aliados do governo federal. Toffoli, que era o relator do caso no STF, tinha negócio imobiliário com empresa ligada a Vorcaro e mensagens de pagamento no celular do banqueiro. Moraes também aparece citado nas mensagens. Essa é a teia real. Ela passa por esquerda, direita, centrão, Judiciário, Executivo e Legislativo. E qualquer pessoa minimamente séria que olhe pra esse quadro entende que o Master não era de direita nem de esquerda, era de quem estivesse no poder e pudesse ser útil. Mas você não é uma pessoa minimamente séria. Você é um marqueteiro de si mesmo que precisa de uma narrativa simplificada o suficiente pra caber num corte de 40 segundos. Então você recorta o Zettel, esconde o Mantega, apaga o Lewandowski, ignora a reunião de Lula com Vorcaro, finge que Rui Costa não existe, e entrega pro seu público um roteiro mastigado que só funciona pra quem já decidiu acreditar antes de examinar. Isso não é análise política, é propaganda de partido nanico disfarçada de denúncia. E uma última observação sobre credibilidade moral pra acusar quem quer que seja de qualquer coisa: você é o homem que viajou pra Ucrânia com o Mamãe Falei naquela vergonha que destruiu a carreira de um deputado e manchou pra sempre o nome do MBL. Quem carrega isso no currículo deveria ter a dignidade mínima de nunca mais abrir a boca sobre o caráter de outro ser humano. Mas dignidade, como análise honesta, é artigo que nunca esteve em estoque na sua prateleira.
A primeira-dama do Brasil, em pleno ambiente de um evento internacional que o Brasil hospeda, fez um insulto cafajeste, neurótico e sem nenhum propósito a um personagem público que nunca lhe fez nada de mal. Conseguiu elevar a política externa brasileira ao nível de sarjeta.
O twitter é a praça pública da discussão política, no mundo.
Fechar essa praça num momento de ascensão totalitarista é mais do que conveniente, é necessário.
A própria mídia diminuiu de tamanho nos dias de bloqueio. É assustador que a rede esgoto apoie isso.
A história não perdoará.
🚨VEJA: Bangladesh, Brasil e Butão são os únicos países que utilizam urnas eletrônicas sem comprovante impresso. 🤦♂️
Hoje, após 15 anos de regime, a ditadura em Bangladesh chegou ao fim com a destituição da primeira-ministra Sheikh Hasina. O povo bangladeshiano se mobilizou e forçou a derrubada do regime. Opine nos comentários 👇
Um amigo de longa data tomou 2 tiros ontem fim de tarde em Moema em SP.
Moto com garupa parou pediu relógio e atirou nos vidros laterais e traseiros.
Quer deixar o Brasil.
Após a minha noite muito mal dormida temos o seguinte:
A cidade precisa erradicar, com tolerância zero, a violência contra o cidadão.
A cidade não precisa de coach porra nenhuma.
A cidade precisa de linha dura na segurança pública, o resto, ninguém melhor do que o Prefeito para atender demandas de saúde, educação, transporte, etc.
Chega de palhaçada e reality show.
GRAVÍSSIMO!
O "arroz de lula" vai custar muito caro ao agro brasileiro e em decorrência, ao POVO brasileiro.
E não só para o bolso, como para a saúde do nosso povo.
Já vimos este filme e não foi nada positivo para a população.
Assistam, compartilhem e sigam meu amigo 👉 @DarcioVix
Em apenas um ano e quatro meses o regime do molusco conseguiu:
👉 1) a maior epidemia de dengue da história sem vacina, sem prevenção, sem estrutura hospitalar;
👉 2) jogar fora R$ 1,4 bi em doses do imunizante da C0VID 19 por perda de validade;
👉 3) derrubar o Ibovespa para a lanterna das bolsas de valores em todo mundo;
👉 4) aumentar os “nem nem” (pessoas que nem trabalham nem estudam de 4 milhões em 2023, para 5,4 milhões em 2024
👉 5) aumentou a dívida pública para 1.077 trilhões de reais, sem pandemia;
👉 6) usou 1 bilhão de Itaipu para propaganda;
👉 7) gastará em 2023 e 2024 1,04 bilhão em publicidade para a mídia propagandista do regime;
👉 8) o BNDES dará 250 milhões para “movimentos sociais” da Amazônia;
👉 9) bateu o recorde histórico de queimadas na Amazônia e o número histórico de morte de Yanomamis;
👉 10) destinou isenção fiscal de 16,7 bilhões para artistas parceiros captarem pela Lei Rouanet;
👉 11) apoia o Hamas e o Irã contra Israel, alinhando o Brasil com a escória tirânica do mundo;
👉 12) derrubou o valor da Petrobrás em 93 bilhões entre 2023 e 2024;
👉 13) para finalizar o número 13, hoje os Correios colocaram sob sigilo seus resultados, para tentar esconder o que acabou vazando: 800 milhões de prejuízo. Esses são os 13 trabalhos do regime lulo-judiciário.