🇺🇸🚨Oficial dos EUA:
Todos os alvos que foram atacados estão no sul do Irã e incluem sistemas de defesa aérea, radares e unidades de comando e controle de drones.
🇮🇷 O Irã afirma ter atacado bases americanas na Jordânia, no Bahrein e no Kuwait em resposta aos ataques dos EUA da noite passada.
Segundo relatos americanos, a maioria dos mísseis e drones foi interceptada, sem danos significativos. Analistas também contestam a alegação iraniana de que 21 alvos teriam sido atingidos.
A guerra de narrativas continua.
"Não tente me derrubar, fique com a sua atitude. Respeito é básico e eu não abro mão. Passei horas pesquisando e reunindo provas para proteger alguém que eu acreditava merecer cuidado. Em vez de reconhecimento, fui desrespeitada e desvalorizada; a pessoa que eu tentei ajudar transformou meu esforço em motivo para me diminuir. Cansei de ser alvo de acusações, de ter meu trabalho invalidado e de ouvir que não sou nada. Minha dedicação não é convite para destruição. A partir de hoje escolho cuidar de quem me honra e manter distância de quem só tenta me derrubar. Sigo firme, com a cabeça erguida — meu valor não depende da opinião de quem não me respeita."
🚨Update: President Trump orders US Central Command to attack and destroy all remaining regime forces across Iran. Orders strikes against oil and power facilities! Declares “Iran will pay!”
Lula nega pedido de resgate do menino brasileiro que está com câncer terminal que se encontrava em Lisboa /Portugal .
O Governador Tarcísio com apoio de empresário conseguiu trazê-lo de volta ao Brasil.
Obrigada Tarcísio!
Fafá de Belém, Marcelo Rubens Paiva, Aline Bei, Monica Salmaso e Fabio Porchat estão entre os artistas citados pelo Metrópoles como hóspedes da embaixada brasileira em Roma.
Ao todo, 68 pessoas foram hospedadas no local, algumas com viagens custeadas integralmente com DINHEIRO PÚBLICO.
Segundo os dados citados, a manutenção de embaixadas e residências oficiais do Brasil no exterior custou mais de R$ 240 MILHÕES no último ano. No caso de Fafá de Belém, a viagem de quatro dias à Itália teria custado quase R$ 300 mil aos cofres públicos.
Esse é o preço de manter artistas fazendo campanha para o governo.
Ao abrir as fronteiras do Norte do Brasil para a entrada dos Narco Traficantes o governo brasileiro declarou guerra com o governo Americano.
Quem está vivo aperte os cintos que vem chumbo grosso:
• Estado de Defesa,
• Embargos aos Bancos,
• Expulsão das empresas Chinesas,
• Relatório de quem armou o golpe,
• Expulsão do embaixador brasileiro nos EUA,
• Corte de tecnologia e plataformas Americanas,
• Supervisão da costa brasileira,
• Capiturar e levar para El Salvador chefes do Narco Tráfico, inclusive os que estão presos
"Para garantir a plena reparação dos pacientes que sofreram danos, é necessário construir um sistema médico adequado em nível nacional."
"Vamos resolver de forma definitiva os danos sem precedentes à saúde causados pela vacinação contra a COVID-19."
Essas não são palavras de um "negacionista", de um blogueiro anônimo ou de algum perfil censurado nas redes sociais.
São palavras de Masanori Fukushima, médico, pesquisador e diretor-presidente da Associação de Estudos sobre Problemas Relacionados às Vacinas no Japão.
E então surge a pergunta que ninguém quer responder:
Se as vacinas eram tão seguras quanto prometeram, por que existe a necessidade de uma estrutura nacional para atender vítimas?
Se os efeitos adversos são tão raros e insignificantes, por que um dos principais especialistas do país fala em "danos sem precedentes à saúde"?
Durante anos venderam a narrativa de que qualquer questionamento era desinformação. Quem relatava efeitos adversos era ridicularizado. Quem pedia investigação era atacado. Quem exigia transparência era censurado.
Agora a própria realidade começa a desmontar o discurso oficial.
A ciência não deveria servir para proteger narrativas.
A ciência deveria servir para buscar a verdade.
Pacientes merecem tratamento.
Famílias merecem respostas.
A sociedade merece transparência.
Porque esconder problemas nunca foi ciência.
Foi política.
Foi propaganda.
E, para muitos, foi um negócio extremamente lucrativo.