Conheça a paquita do Xandão. O intocável do Amapá.
É por essas e outras que pedi o afastamento de Davi Alcolumbre esse ano, junto ao meu vice e senador @EduGiraoOficial .
E dia 15 às 9h estaremos todos em Brasília, na alameda dos estados, para uma MANIFESTAÇÃO no dia do julgamento que vai definir a investigação de Alexandre de Moraes.
O link do grupo no zap tá na bio do meu X.
It is an affront to reason that Twitter, a global platform for online expression, is subjected to a regime of prior censorship and denial of the right to defense in Brazil, while operating freely in nations that truly embody democratic ideals.
In the United States, Canada, Germany, Japan, Switzerland and Sweden, in large democracies, freedom of expression is protected as an inviolable pillar, allowing the free flow of ideas and robust debate that nourish a healthy society.
However, in Brazil, the company is faced with a different paradigm, in which the judicial authority stands as the supreme arbiter of truth, arbitrarily determining what can or cannot be said in the public sphere.
Such an act of intellectual pride is a direct affront to the essence of democracy, which is nourished by the free exchange of ideas and the respectful exchange of divergent perspectives.
It is deeply disturbing that, in the 21st century, a nation that calls itself democratic resorts to tactics reminiscent of authoritarian regimes, silencing dissenting voices without even granting the right to contradiction.
This prior censorship, imposed without contextualization or transparent justification, is an insult to the intelligence of citizens, who deserve to be treated as rational beings capable of discerning the truth for themselves.
Such hypocrisy is an outrage to the founding principles of the Rule of Law, in which the presumption of innocence and due legal process should be the non-negotiable pillars.
By denying Twitter the opportunity to defend itself before applying draconian sanctions, the Brazilian authority places itself above the law, subjugating individual rights in the name of a supposed public order.
It is a blatant contradiction that, while truly democratic nations celebrate freedom of expression as an inviolable ideal, Brazil adopts a retrograde stance, more in line with oppressive regimes of the past.
This glaring disparity deserves to be confronted and vehemently repudiated, for it is only through the uncompromising defense of civil liberties that a society can truly flourish.
O ministro Alexandre de Moraes, em entrevista a O Globo, diz que havia ao menos três planos para prendê-lo e assassiná-lo no 8 de janeiro (apesar de ele estar em Paris nesse dia), mas não revela os nomes de quem teria feito esse plano nem apresenta provas.
Diante das revelações do ministro, vale fazer algumas perguntas que, infelizmente, não foram feitas:
- Quem planejou matar o ministro e quais são as provas desse plano?
- Essas pessoas já foram denunciadas pela PGR e condenadas nos julgamentos do 8 de janeiro? Por que não soubemos dessas pessoas até agora?
- Se o ministro era a vítima desses crimes, ele não deveria se declarar suspeito de julgar quem queria matá-lo?
- Essas novas informações não colocam o ministro sob suspeição para julgar todos os réus do 8 de janeiro, já que segundo entendimento do próprio STF, todos estavam ali em turba com um único objetivo, de dar um golpe?
- Como o ministro responde as críticas de que os réus do 8 de janeiro estão sofrendo abusos judiciais, como violação do juiz natural, ausência de conexão com pessoas com foro privilegiado, prisões preventivas alongadas, ausência de provas e de individualização de condutas e penas exageradas?
- Aliás, até hoje o STF não apresentou uma única pessoa com foro privilegiado que tenha participado dos atos do 8 de janeiro, a fim de justificar a conexão com os demais réus sem foro privilegiado. O ministro saberia dizer quem são as pessoas com foro privilegiado que atraem a competência da corte para julgar os demais réus do 8 de janeiro?
- Por que o ministro não apreciou em tempo o pedido de soltura de Clezão, que tinha parecer favorável da PGR? Como responde as críticas de que a demora para decidir acarretou na morte de Clezão?
- Por que, logo após a morte de Clezão, o ministro soltou vários réus presos do 8 de janeiro que também tinham parecer favorável de soltura da PGR? Isso não é uma prova de que essas pessoas ficaram presas de forma excessiva e ilegal?
- Quando serão encerrados os inquéritos ilegais que tramitam no Supremo há mais de 5 anos? Como o ministro justifica a existência dos inquéritos após o fim dos prazos legais?
- E por fim, dar entrevistas sobre casos em julgamento não gera a suspeição do juiz? Como o ministro responde a essa questão?
An outstanding performance: more than 61% of the Brazilian population has already been vaccinated against #Covid19 with at least one dose, even surpassing in percentage the US. At this time, the federal government has delivered more than 223 million doses to cities and states.
Me anima observar que o Brasil está em 8º no ranking das maiores economias do mundo em 2021. Segundo a estimativa do FMI, estamos à frente de países como França, Reino Unido, Itália e Coreia do Sul. Seguimos no caminho certo, protegendo a população e a economia.🇧🇷