A ‘PF Paralela’, denunciada por Fux e Mendonça, revelou uma parte do deep state brasileiro?
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Alexandre de Moraes é o principal responsável por Lula voltar à cena do crime.
Sentou na cadeira, aparelhou o Estado e sua máfia implodiu a democracia, sob o falso pretexto de “protegê-la”.
Faltam exatamente 14 dias para as eleições. Peço a você a oportunidade de resgatar o nosso Brasil, pois é a última chance!
O pedido de vista do Ministro Dino, se foi para proteger a campanha do Presidente Lula, tirando o assunto do Banco Master e do Ministro Alexandre de Moraes da pauta, foi um verdadeiro tiro que saiu pela culatra, pois não só o assunto continua sendo a perda de credibilidade do STF
INACREDITÁVEL BRASIL
🚨 FACHIN TIRA DE ANDRÉ MENDONÇA OS CASOS DO INSS, DO BANCO MASTER E DE ALEXANDRE DE MORAES!
Não aceitaremos essa manobra em silêncio!
Eu levei pessoalmente ao ministro André Mendonça o relatório da CPMI do INSS. Ele enfrentou o esquema, avançou sobre os poderosos e determinou a prisão de diversos ladrões de aposentados.
Agora querem afastar justamente o ministro que investigou, revelou provas e mandou prender diversos de bandidos de aposentados?
André Mendonça não está sendo retirado porque falhou. Está sendo retirado porque avançou!
TIRAR O MINISTRO QUANDO A INVESTIGAÇÃO CHEGA AOS PODEROSOS TEM NOME:
GOLPE! GOLPE! GOLPE!
A GRAVÍSSIMA CONFISSÃO DE FERNANDO GABEIRA EXPÕE O MODUS OPERANDI DE MORAES
Gabeira, em artigo publicado no Estadão, nos revela um fato aterrador: Alexandre de Moraes atendeu a um pedido pessoal seu, e libertou "imediatamente" uma presa pela baderna de 08/01. O que?!? Quer dizer que o juiz ferrabrás atende pedidos pessoais do beautiful people independentemente do devido processo legal? Ou bem os critérios para a libertação da amiga de Gabeira foram cumpridos e não há o que agradecer, e, neste caso, não seria necessário o pedido, ou temos um caso claro de favorecimento pessoal. E quem não tem padrinho no regime, morre pagão na prisão? Isso pode ser tudo, menos um Estado Democrático de Direito.
De resto, Gabeira defende no artigo que, se as "forças democráticas" não adotarem as bandeiras da direita, corremos o risco de ter a "extrema-direita" direita de volta ao poder. Oi? Se é para ter as políticas de direita, prefiro o original à cópia, pois não?
Fernando Gabeira é um sujeito de esquerda razoável, que consegue ver mais de um palmo à frente do nariz. Por isso, inadvertidamente, indica porque não se deve votar na continuidade deste desgoverno.
Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.
A íntegra do artigo de Gabeira:
A CRISE QUE NÓS PLANTAMOS
O chanceler da Alemanha disse que ficou chocado com a vitória da extrema direita na Saxônia-Anhalt. No entanto, essa vitória já era prevista pela quase totalidade dos observadores. Aqui, no Brasil, as pessoas parecem chocadas com a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) como se ela fosse um raio em céu azul. No entanto, os contornos dessa crise já se desenhavam há algum tempo. Ela pode ser inédita, mas não inesperada.
Há muitos pontos de reflexão se não nos detivermos apenas no destino de ministros que se associaram ao banqueiro Daniel Vorcaro. As coisas não vinham bem no STF a começar pela compreensão de que os ministros nomeados deveriam ser aliados incondicionais do presidente que os indica. A indicação política foi contaminada pela polarização. Bolsonaro queria um ministro terrivelmente evangélico; Lula indicou dois aliados e sua última indicação foi barrada pelo Congresso. Existe uma tendência a naturalizar escolhas políticas, em detrimento das condições determinadas pela Constituição. Era de esperar que o confronto existente na sociedade se espelhasse ali, com todos os perigos que isso representa.
Não houve reação social à decisão de ministros de permitirem que seus parentes advogassem na Corte. Em alguns processos envolvendo bilhões de reais, parentes de mais de um ministro eram os advogados. De certa forma, essa decisão amplia as rendas familiares de forma exponencial.
Numa das análises sobre o STF no exterior, um jornal alemão chegou a dizer que a cobiça tinha arruinado a reputação dos ministros. Já era uma reação ao contrato entre o Banco Master e a família de Alexandre de Moraes, um acordo aparentemente com o escritório da mulher de Moraes, mas no fundo algo que envolvia diretamente o ministro, a julgar pela troca de mensagens.
Alexandre de Moraes combateu o bolsonarismo. Os outros ministros o apoiaram, mas deixaram que ele fosse a encarnação da luta. Era mais cômodo para eles. Também foi mais cômodo para a maioria não se intrometer nesse processo repressivo corrigindo seus excessos.
Nesse sentido, a experiência moderna do Brasil não foi muito diferente de outros países. A escritora iraniana Azar Nafisi conta, em seu livro Leia Perigosamente, que a revolução islâmica foi muito dura com os seus adversários. Mas ninguém se importava muito, porque afinal as vítimas eram pessoas com quem não se concordava ou mesmo se desprezava. Essas soluções nunca dão bons resultados. Em alguns casos, a repressão se amplia, mas o silêncio de qualquer forma desumaniza aqueles que deveriam protestar, mas não o fazem.
Escrevi alguns discretos artigos sobre o tema, lembrando que a generosidade dos vencedores poderia ser um fator decisivo para abrandar o clima de hostilidade entre os brasileiros. Nos casos em que me envolvi pessoalmente, como o de uma jovem de Minas, que estava presa, fui atendido por Moraes, que a libertou imediatamente. Fiquei grato a ele, mas segui recebendo muitas denúncias.
O clima sempre foi de punição. Moraes era aplaudido em shows onde as pessoas gritavam "sem anistia". Vozes que sugeriam outros caminhos para lidar com o problema tendiam a desaparecer. Esse clima de apoio ostensivo pode ter estimulado o ministro Moraes a seguir seu caminho em busca da fortuna material.
Todas essas coisas me vêm à cabeça no momento em que a extrema direita vence na Saxônia-Anhalt. O Brasil teve uma experiência de vitória de uma corrente radical em 2018. Bolsonaro fracassou na sua Presidência, tanto que, ao contrário dos outros, não conseguiu se reeleger.
Era para termos contido essa experiência radical. Mas ela volta a ser perigosa agora, nas eleições de 2026. Cabe uma pergunta importante: era para termos superado o problema. Como explicar que ela volte a aparecer como uma alternativa?
Essa é uma discussão importante. Infelizmente, não há clima para ela, pois as paixões não permitem dúvidas ou ambiguidades. Elas são preto e branco.
A vitória sobre Bolsonaro foi vista e proclamada como uma vitória da democracia. Dentro dos limites, ou até mesmo estourando os limites financeiros, foram realizadas políticas sociais de peso. A democracia triunfante em 2022, no entanto, não conseguiu responder à sensação de desânimo da população. Ela manteve muitos dos erros que deram a vitória a Bolsonaro.
Poderíamos ter feito de outro modo? Que mudanças deveriam ser feitas para que o distanciamento entre a política e as pessoas não fosse tão grande? Que políticas, como a segurança pública, precisaríamos adotar com seriedade e eficácia para evitar que o mercado eleitoral fosse inflacionado com imitadores de Bukele?
Tenho ainda uma visão de que a continuidade triunfará nas eleições, graças à popularidade do candidato e à dispersão e inexperiência da direita. No entanto, a vitória seria uma espécie de fim de linha. Se não caminharmos para reformas na política e na Justiça, o desgaste aumentará e o fantasma que ronda o mundo pode reaparecer com força no Brasil.
Se isso ocorrer, não teremos direito, como o chanceler alemão, de nos considerarmos chocados. Essas coisas não acontecem por acaso e têm uma longa gestação no trabalho incessante dos adversários e nas vacilações do processo democrático.
Matéria do Jornal da Cidade Online
Jornalistas continuam a tratar a indecência escandalosa no STF como se fosse uma disputa política entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. Não é. Trata-se de um confronto entre o crime e a lei.
Mendonça pagou pelo terno e parcelado! Mostrou os recibos, para desespero do Xandão e do Lule. Na fatura do cartão tem passagem p SP em 2x, VOO DE CARREIRA. As férias o cara parcelou em 10x!!! PRECISAMOS DE MAIS 10 MENDONÇAS PARA MORALIZAR O SUPREMO!