significar repetir erros.
O momento pede uma reconstrução de identidade: escolher jogadores que não só entreguem tecnicamente, mas que comprem a ideia do clube, que entendam o peso da camisa e que tragam consistência, principalmente do lado defensivo.
naturalmente se identifica mais com equipes que demonstram entrega, intensidade e senso de pertencimento.
Por isso, diferente de outras temporadas, desta vez não parece ser um caso de “ajustes”. A reformulação precisa ser mais profunda. Manter peças apenas por continuidade pode
detalhe: defesa é o que sustenta campanhas vencedoras.
Além disso, chamou atenção o perfil do grupo. Em muitos jogos, a sensação foi de um time individualista, com pouca construção coletiva e baixa entrega emocional. Isso impacta diretamente na relação com a torcida, que
temporada foi justamente o contrário: um elenco sem liga, sem identidade clara e com pouca conexão coletiva.
Mesmo sendo um time com bom potencial ofensivo em vários momentos, faltou o principal pilar de equipes competitivas: consistência defensiva. E no basquete, isso não é
não apenas em resultados, mas em identidade dentro de quadra.
Sempre defendi a importância de manter uma base sólida, com poucas mudanças pontuais e contratações estratégicas. A continuidade costuma gerar entrosamento, identidade e conexão com a torcida. Porém, o que se viu nesta
*** OPINIÃO ***
A temporada do União Corinthians no NBB deixa uma sensação clara de frustração, principalmente quando analisamos o contexto. No quinto ano de projeto e com um dos maiores investimentos em elenco até aqui, a expectativa naturalmente era de evolução
Durante muito tempo disseram que o basquete era “coisa de homem”.
Mesmo assim, mulheres seguiram entrando em quadra, jogando, trabalhando e conquistando espaço.
O preconceito ainda existe, e a luta por respeito no esporte é diária.
Hoje a DunkRS celebra todas que resistem,
Gestos assim mostram o quanto é importante valorizar quem acompanha e divulga o basquete. O esporte cresce quando existe essa conexão entre clubes, profissionais e quem fala sobre o jogo.
Parabéns ao Caxias Basquete pela recepção! 🏀 @rosiheinen
Estive presente no jogo entre @CaxiasBasquete e Único pelo @NBB e tive a oportunidade de acompanhar de perto a partida.
Também fui muito bem recebida pelo presidente do Caxias Basquete @brunotronca e fiquei muito feliz com a acolhida e com a camiseta que ganhei de presente.
no relógio. O Brusque teve a posse, converteu e fez 86 x 84 a 3 segundos do fim. No último ataque do América, a defesa segurou, e a vitória ficou com o Brusque na estreia.
Não tem como não gostar de baska nacional!!! 🔥🏀🔥
@NBB@rs_dunk
ofensivo e sendo fundamental no melhor momento da equipe.
No segundo tempo, o América reagiu: defendeu melhor, ajustou a marcação e começou a converter as bolas de três. Faltando 2min22, passou à frente pela primeira vez. O final foi eletrizante: empate em 84 x 84 com 14 seg
Na abertura da Liga Ouro, Brusque x América fizeram um jogo corrido e muito disputado.
O Brusque dominou o primeiro tempo, intenso e eficiente no ataque, chegando a abrir 18 pontos de vantagem. Para mim, o destaque foi Samuel Pará, assumindo protagonismo
O basquete brasileiro precisa evoluir em todos os lados — arbitragem, gestão e desempenho esportivo. Enquanto cada um olhar só pro erro do outro, ninguém melhora de verdade.
@NBB@rs_dunk
Expectativa em vez de planejamento.
Quando o investimento aumenta, a responsabilidade também aumenta. Não basta montar elenco, é preciso ter direção esportiva clara, ideia de jogo e tomada de decisão coerente ao longo da temporada.
Cobrar não é ser contra o clube.
Cobrar é
O q não mudou foi algo essencial no esporte brasileiro: a gestão.
A gente normalizou a frase “no esporte é assim mesmo”.
NÃO É.
Resultados ruins acontecem, faz parte do jogo. O q não pode ser normal é repetir erros, não ter identidade dentro de quadra e viver sempre de