@futebol_info Os caras tão cagando pro povo brasileiro, falta mais o quê pro pessoal se tocar? Porra, Vini Jr já tava com a loira dele na Itália, ta mto preocupado msm em se conectar com povo brasileiro
Como ex evangélico, desintoxicado mental y espiritualmente de dicha secta hace décadas -ni bien entre en la adultez- les garantizo que esto es lo que él 99% de los evangélicos piensa: que los católicos no somos cristianos y que sí somos paganos idólatras.
Judaísmo de segunda mano
@cabreloatips Essas lesões no joelho enterraram a carreira dele, pelo menos por clubes ele entregava bem, seria uma das principais caras desse Arsenal do Arteta...mas as lesões acabaram com ele
É triste que as pessoas sejam tão ignorantes sobre o tipo de efeito social que a religião causa nesse nível.
Historicamente, católicos e evangélicos neopentecostais diferem em muitas coisas, mas um dos principais pontos de divergência é a forma como enxergam a glória eterna e a relação entre sucesso, responsabilidade e salvação.
A glória, no catolicismo, tem um caráter comunitário. Não há glória, salvação ou sucesso desvinculados da comunhão com o outro. O individualismo é condenado e, embora a providência divina também faça parte da doutrina, a responsabilização é profundamente pessoal. Deus sabe de todas as coisas, mas o livre-arbítrio continua sendo um princípio central. Você faz escolhas diante da sua comunidade e da sociedade, e são essas escolhas que geram consequências. Se você falhou, falhou porque fez escolhas ruins, porque não fez o suficiente ou porque negligenciou seus deveres para com o coletivo.
No neopentecostalismo, a lógica tende a ser outra. A vitória é, antes de tudo, individual. Você vence porque fez a sua parte, e Deus recompensa sua fé organizando os acontecimentos conforme Sua vontade. Se você perdeu, perdeu porque lhe faltou fé ou porque Deus decidiu que aquele não era o momento. A teologia da prosperidade, que ocupa um papel central em boa parte do neopentecostalismo, reforça justamente essa leitura individualizada da relação entre fé e sucesso.
Tudo isso produz disposições morais diferentes nas pessoas e, consequentemente, nos próprios jogadores. Se você vence, foi porque Deus quis. Se perde, foi porque faltou fé ou porque Deus assim determinou. A derrota deixa de ser, em primeiro lugar, um problema de responsabilidade pessoal, de senso de comunidade ou de compromisso com o coletivo.
O discurso, inevitavelmente, tende a ser mais: 1) egoísta, porque o foco está na relação individual entre o fiel e Deus; e 2) receptivo à derrota, porque ela deixa de ser interpretada como consequência das próprias escolhas e passa a ser entendida como parte do plano divino.
Esse é o Brasil que vem sendo construído nas últimas décadas. Somos, da política ao futebol, cada vez mais egoístas, individualistas e menos responsáveis pelas consequências comunitárias de nossas ações.
Basta ouvir músicas católicas e evangélicas. As católicas cantam a adoração e reverência a Deus, sempre elevando o Senhor, já as evangélicas são mais focadas no " EU", o indivíduo é sempre o protagonista, aquele que merece o destaque, a vitória.
Coletivo x individualismo