🇮🇳 Poutine se tortille mal à l’aise alors que le Premier ministre indien Modi insiste longuement sur la nécessité de stopper sa guerre horrible en Ukraine. Regardez ses pieds : le russe ne sait pas où se mettre 😁
🚨🇩🇪🇪🇺 Alice Weidel encara o político de esquerda, dá um sorriso lento de quem já viu esse filme mil vezes e dispara, quase como quem oferece um convite para o reality show mais desconfortável da temporada: “Meu querido defensor das fronteiras abertas… se você realmente acredita nisso com o coração, e não só com o Twitter (X), então prove.
A próxima família afegã enorme que desembarcar, aquela com onze pessoas, três gerações e um primo que ninguém consegue explicar direito, manda direto para a sua casa. Quero ver ao vivo como você vai conciliar o seu estilo de vida LGBT com a convivência diária. 😂
Imagine a cena: você acordando de pijama de glitter, eles já de tapete no chão rezando. Você tentando explicar o que é um desfile de drag queens no Pride, eles tentando explicar por que aquela bandeira arco-íris na sala precisa ir para o fundo do armário. Vai ser emocionante. Tipo um Big Brother cultural, só que sem direito a desistir e com direito a chá da tarde recitando versículos que não combinam muito com ‘love is love’.
Diversidade de verdade, não aquela de foto no Instagram. Vamos ver quem sobrevive primeiro: o seu brunch vegano de domingo ou o seu tapete persa. Eu, particularmente, já estou fazendo pipoca.”
This photograph was taken just five days before his death.
Before Auschwitz reduced him to prisoner 26406, Aron Löwi was a husband, father, merchant and respected member of the Jewish community in Zator, Poland.
On 5 March 1942, he arrived at Auschwitz. His photograph was taken during registration.
Five days later, on 10 March 1942, Aron was dead.
The Nazis tried to turn human beings into numbers. But Aron was never a number. He had a family, a home, memories, dreams and a future that was stolen from him.
One photograph. Five final days. An entire life stolen.