If you can look beyond the ugliness, the craven administrators, the sportswashing, the skullduggery and the exploitation of fans, there is beauty to be found.
At its highest level, football’s appeal is self-perpetuating. The more it matters, the more it matters. There is a reason why, if and when a goal is scored in the opening game between Mexico and South Africa on Thursday afternoon, TV directors will focus on the scenes of agony and ecstasy both on the pitch and in the stands at Estadio Azteca.
Those raw emotions and moments of shared experience, which can be so hard to find in a fractured society, will be replicated all over the world in the coming weeks, bring families, communities and entire nations together, uniting them in hope, joy and of course despair.
@OliverKay explains why, like it or not, a World Cup is the biggest show on planet Earth.
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É preciso refletir sobre esse absurdo e ver como estamos na contra-mão do mundo.
Quando o debate chega a esse ponto, a prineira pergunta a ser respondida é simples: quem será a pessoa prejudicada por essa decisão?
Não será a filha de um senador. Não será a neta de um deputado. Não será alguém cercado por recursos, influência e acesso aos melhores hospitais.
Quem sofrerá as consequências serão, em sua maioria, meninas pobres, vítimas de violência sexual, muitas vezes já marcadas por traumas que nenhum ser humano deveria enfrentar.
Como sempre, sofre mais quem menos tem.
Obrigar uma criança a levar adiante uma gravidez resultante de estupro não é proteção à infância. É uma segunda violência. É transferir para a vítima o peso de um crime cometido contra ela.
Veja, a medicina, a ciência e organismos internacionais de direitos humanos reconhecem há décadas os riscos físicos e psicológicos que uma gestação impõe a crianças e adolescentes
A OMS e o Comitê dos Direitos da Criança da ONU alertam que forçar a gestação nessas condições pode configurar uma violação grave de direitos, equivalente a tratamento cruel ou degradante.
Não por acaso, países com elevados índices de desenvolvimento humano -como Noruega, Suécia, França, Reino Unido e Países Baixos - adotam políticas voltadas à proteção integral dessas vítimas.
Na Argentina e no Uruguai, a descriminalização recente ampliou o acesso seguro e reduziu significativamente os riscos para adolescentes..
Não consigo acreditar que muitos dos que defendem essa medida aceitariam ver suas próprias filhas ou netas submetidas à mesma situação.
Estão derrubando uma medida de um órgão especializado no cuidado de menores!
Quando uma regra parece aceitável apenas para os filhos dos outros, talvez o problema não esteja na vítima, mas na falta de empatia de quem legisla.
Uma sociedade se revela pela forma como trata seus mais vulneráveis. E há poucas pessoas mais vulneráveis do que uma criança vítima de estupro.
Qual o problema do Rigo ser do Bolsonaro? Nenhum. E gostar do Zucco? Zero. Péssimo seria não ter o direito de apoiar. Vivemos em democracia em que pessoas são livres para fazer escolhas. Errado - e muito - é levar política para dentro do Grêmio e sugerir que pode afetar decisões.
@acdillenburg Acho que a preocupação maior não é com qual espectro político comungam os nossos dirigentes, afinal de contas numa democracia isso não deve ser uma questão. O problema é tomarem decisões pro clube tendo isso como referência. Profissionalismo zero, tudo na base do compadrio.