Ameaças da PGR falando sobre apreensão e passaporte, helicópteros sobreavoando a casa de lula, policiais federais fortemente armados para vasculhar a casa do lula, buscas a apreensões, permitidos e imprensa alvoroçados e explorando o caso, prisões preventivas?
Óbvio que não! Não foi por invenção da imprensa por falsificação de cartão de vacina, nem por jornalista tabelando com sistema para forçar prisão de perseguido político que não cometeu crime algum.
🚨AGORA - Alexander de Moraes crítica a instauração de inquéritos com base apenas em notícias da imprensa, sem indícios concretos
“Não tem nada! Não tem nenhum indicio! Ai ficam 1, 2, 3, 4 anos”
Este vídeo aqui tem uma grande capacidade de furar qualquer bolha.
É o Brasil real.
Quando as pessoas entenderem que o problema é a esquerda e não o país, o PT nunca mais vencerá uma eleição.
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Mendonca esfrega na cara de Gilmar que esta assistindo a tentativa de "setores" de criar um vício no processo para gerar uma nulidade, e além disso, a tentativa de OBSTRUIR AS INVESTIGAÇÕES.
O recado foi dado: "Estou vendo TUDO".
RECADO ENTREGUE EM PÚBLICO
Dia histórico na Globo Lixo!
A militante petista Miriam Leitão quis culpar Bolsonaro pela situação fiscal do país. Mas Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central, desmontou a narrativa ao vivo:
“ Não foi por causa de pautas bombas e nem bombas escondidas, nem nada..Não adianta botar a culpa no governo
Bolsonaro.”
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
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Hoje parece haver poucas dúvidas de que o 8 de janeiro foi uma clássica operação de false flag, contando com atuação de agentes provocadores infiltrados pelo regime luloalexandrino, que não escondia de ninguém o seu desejo de “ainda prender muita gente e aplicar muita multa”. O Brasil só voltará a ser um país minimamente viável quando os idealizadores e executores desse estado de exceção, que destruiu a vida de milhares de famílias de cidadãos patriotas e inocentes, sejam presos e alijados para todo o sempre da vida pública. Na verdade, essa é a única coisa que eu espero de um eventual futuro governo de direita no Brasil. Nada mais importa!
@EduGiraoOficial O PGR tinha que declarar impedido de participar, pois está “supostamente” envolvido, inclusive com participação no encontro com alguns ministros, Vorcaro e mais alguns, tomando Macallan
O depoimento de Adélio Bispo voltou a circular e expõe uma fala gravíssima: além de declarar preferência pelo PT contra Bolsonaro, ele ainda sugeriu que o M$T pagasse um PlST0LElR0 para M4T4R Bolsonaro. Um trecho chocante que parte da imprensa tentou apagar da memória do país. Agora, enquanto Adélio pode deixar a prisão, a pergunta continua sem resposta para milhões de brasileiros: quem mandou M4T4R Bolsonaro?
SÓ OS IDIOTAS NÃO SABIAM DISSO.
REVELAÇÃO CHOCANTE: A enfermeira Kimberly Overton Revela a VERDADE
"Os pacientes NÃO morreram de COVID. Eles foram MORTOS pelos protocolos hospitalares: Remdesivir, ventiladores e negação de tratamentos salvadores de vidas. Os ventiladores eram as novas CÂMARAS DE GÁS."
"Eu trabalhei em terapia intensiva durante a pandemia... Eu não conseguia suportar ver outro dos meus pacientes morrer inutilmente por causa de protocolos hospitalares MORTAIS."
Nenhum cadáver se acumulava nas casas ou pelas ruas: eles morriam DENTRO dos hospitais por má gestão médica e um sistema corrupto.
Não se tratava de um vírus.
Tratava-se de HOMICÍDIO POR PROTOCOLO.
EU e minha CASA,
SERVIREMOS ao SENHOR!
A minha FAMÍLIA, é uma BENÇÃO!
Vontade de DEUS, maior riqueza!
Vem proteger toda a minha família,
nenhum mal tem poder sobre nós!