As great powers abandon rules and values for their own interests, middle powers like Canada have a choice: compete with each other for favour or act together with impact.
Estão à espera que vote AJ Seguro quando trataram o Cotrim como uma ameaça à democracia, um radical e fizeram de tudo para manchar a sua imagem junto do eleitorado feminino? Não voto no Ventura, mas também não voto em que se acha dono moral da democracia e acham liberais radicais
Não concordo. São duas péssimas escolhas, o que não significa que dentro do mau o Tozé Seguro não seja a melhor opção porque não vai propagar o caos dentro das instituições.
A comentadora SIC Adriana Cardoso acusa João Cotrim de Figueiredo de ter tomado uma posição ao equiparar António José Seguro a André Ventura e ao dizer que são duas más escolhas. Acusa ainda o recentemente candidato a Presidente de "fazer o jogo da Iniciativa Liberal de que não existe decência e não decência".
Desde 2001. Esclarece. O que acontece. SIC Notícias.
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Sei que esta é a altura para ficar muito empolgado com o papel do presidente da república no desenvolvimento do país. Mas convém relembrar que o período de maior desenvolvimento económico do país coincidiu com Mário Soares na presidência. Não foi pelo seu papel enquanto presidente que esse desenvolvimento aconteceu. O mérito (interno) foi do primeiro-ministro da altura que, por coincidência, haveria de ser presidente da república no pior período de desenvolvimento económico e financeiro do país (também sem responsabilidade do presidente).
Mesmo com este estranho regime semi-presidencialista, o desenvolvimento do país decide-se em São Bento, não em Belém.
É um precedente errado a IL criticar o chumbo por insconstitucionalidade de uma lei por parte do TC. São as instituições e a separação de poderes a funcionar, que deve ser respeitado por qualquer liberal
No dia da formalização da venda do novo banco: MP faz buscas relacionadas com a venda de ativos.
A semanas do recebimento de uma proposta pela compra da TAP: buscas relativas à privatização de 2015.
Coincidências?
Há algo que ninguém quer dizer: os médicos também estão a falhar nos serviços à população. Controlam a saúde a seu bom proveito, recebem quanto querem e paralisam qualquer mudança que se possa pensar vir a ser feita.
🇪🇺 Vocês não acham estranho que aquele a quem vocês chamam de capacho da troika não seja hoje o presidente do conselho europeu?
Pois é. É outro.
O Passos Coelho é o maior injustiçado da nossa história política recente, condenado ao exílio moral num país que prefere ser embalado pelas promessas de almoço grátis muito mais do que pelas verdades sem açúcar.
O crime capital? Ter dito a uma geração que o mundo é maior que a praceta do bairro. Que talvez, só talvez, o futuro não estivesse à espera no balcão do Iefp. Não foi bem mandar embora, abriu-lhes a porta. E foi julgado como se tivesse apagado o sol. Não obrigou ninguém!
Reformar o estado? A blasfémia, o horror. Ninguém quer um estado reformado. Passos tentou reduzir o monstro que devora mais do que produz, e foi acusado de crueldade. Mas deixem-me que vos diga que os mesmos que o chamaram de capacho da troika continuam hoje a engraxar Bruxelas com uma entusiasmo absolutamente notável, e curiosamente, mais recompensador do que foi a era troika para o Passos.
E sim, orientou o país para as exportações. Um pecado mortal num país habituado a importar tudo, especialmente responsabilidade. Pela primeira vez em décadas, o estado português fez alguma dieta, e fez-lhe bem, o Costa agradeceu.
Passos Coelho tentou criar uma cultura de esforço, mérito e trabalho, mas Portugal não perdoa a quem lhe tira o conforto do subsídio e a almofada do facilitismo. Foi crucificado no altar do populismo por ter dito a verdade nua e crua, e que todos no fundo sabemos, que não há milagres, mas há contas para pagar.
Hoje, os mesmos que o insultaram vivem dos frutos da austeridade que ele plantou. Crescimento sustentado, contas equilibradas, e a ilusão, efémera como vamos mais cedo do que tarde ficar a saber outra vez, de que o dinheiro cai do céu. Ninguém lhe agradece, claro. Em Portugal, quem apaga o fogo é sempre acusado de ter trazido o isqueiro. Mas o pirómano, eu sei bem quem foi.
Passos Coelho foi um líder que tentou reformar uma nação que prefere o remendo à mudança. Um país que sonha com prosperidade, mas adormece de tanta preguiça que tem. E é por isso que, enquanto ele é lembrado como o homem da troika, continuamos a ser o povo da troika mental, reféns da nossa própria pequenez e falta de ambição.
Para eventual reflexão.🥸
o dono da cooperativa
Nota: foi o único que nos quis ensinar a viver sem semanada.
Um dia o 7 de Outubro será celebrado por pessoas como a Mariana Mortágua como um dia histórico no Médio Oriente e não como o horroroso ataque que na verdade foi. Não enganam ninguém.
Para os senhores jornalistas:
Façam as perguntas certas! Façam as perguntas difíceis!
Saiam da espuma dos dias e discutamos o futuro de Portugal, discutamos o desígnio nacional face aos desafios que estão à frente. Conseguem fazê-lo?
O PE apresenta muito bem os motivos da crise da habitação:
-oferta de nova construção muito baixa
-falta de mão de obra e custos de construção elevados, burocracia exagerada
-concentração regional
-arrendamentos de curta duração ligados ao excesso de turismo.
O reconhecimento em nada afeta a situação humanitária grave. É um atirar de areia para os olhos das pessoas que pressionam os governos ocidentais e um prémio para quem fez o 7 de outubro. O povo, esse, vai continuar no mesmo sofrimento e miséria.
Muitos dos países que pedem o reconhecimento da Palestina não reconhecem o Estado de Israel. Mas disto não se fala nas televisões onde se pede o reconhecimento de um estado tomado por terroristas, que roubam comida ao próprio povo, sem instituições e sem lei.