Flávio Bolsonaro não respondeu:
- Por que defendeu um acusado de matar uma criança de 5 anos
- Por que votou contra o aumento da licença-maternidade
- Onde estão os R$ 134 milhões que ele recebeu do Vorcaro
- Se vai adotar a política econômica do Milei
- Se vai voltar com a escala 6x1
- Como ele comprou tantos imóveis com o salário de senador
Por que ele se recusa a falar a verdade pros brasileiros? #DebateNaBand
Lula fez 7 perguntas pra Flavio Bolsonaro no 1º bloco do debate da Band:
1. Pq Flavio votou contra licença maternidade no RJ?
2. Onde estão os R$ 134 milhões do dinheiro pedido do Vorcaro?
3. Pq Flavio defendeu um policial que matou uma criança de 5 anos?
4. Pq Flavio quer tirar numeração das munições no Brasil?
5. Pq Flavio deu emprego para os familiares do assassino de Marielle Franco?
6. Pq ele não queria diminuir a escala 6x1?
7. Vai adotar o modelo Milei no Brasil?
FLAVIO NÃO RESPONDEU NENHUMA!
*️⃣Eu NUNCA vi isso. Nem Jair era tão ruim assim!
Desmatamento na Amazônia e no Cerrado cai para o menor nível desde o início das medições.
É o quinto ano seguido de queda no desmatamento na Amazônia e o quarto no Cerrado.
Confira a reportagem completa: https://t.co/9uckZnVuOZ #JN
23yo Jaime Faria d. Jenson Brooksby 6-3, 7-6(2), 4-6, 1-6, 6-2 to get his 1st career main draw win at the US Open.
Faria now won matches in ALL Majors (3rd ever Portuguese man to do it).
In 2026:
AusOpen R2
Roland Garros R3
Wimbledon R2
US Open R2*
Awaits Alcaraz or Safiullin
Portuguese players to pass the 1st round of every Slam in a year:
João Sousa, 2016
Nuno Borges, 2025
Jaime Faria, 2026
Borges can do it again this year, but needs to beat Tien in R1 tomorrow.
23 year old Jaime Faria defeats world #6 and Montreal champ Ben Shelton 6-4, 6-4 to reach the 3rd round in Cincinnati.
From 1-4 down in the 2nd set.
Biggest win of his career (first top 30 win)
One of the biggest EVER wins for Portuguese tennis.
Wow. Wow. Wow.
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
The far-right worked again against Brazil and its interests. It was never about economic negotiations, it’s about ideology and a new US geopolitics since 2025.
The US plans to impose a 25% tariff on some Brazilian imports, after a yearlong investigation concluded that the country had engaged in "unfair" trade practices. https://t.co/1nNnehnrG6
@gugachacra Sim, não tenho a menor dúvida. Em todos os fundamentos, números e palmarés alcançado durante a carreira. Pelo menos na minha opinião. Uma coisa ele é com certeza, não o melhor nem mais genial, mas o jogador mais completo de todos os tempos. Isso me parece indiscutível.