🚨URGENTE - Léo Dias acaba de revela que Samir Xaud, presidente da CBF, levou a mulher e a amante para a Copa do Mundo
“O presidente da CBF levou a amante e a a mulher! Tudo pago pelo dinheiro da CBF”
O Brasil pode ter uma aliquota mais baixa em alguns impostos, todavia, a base de incidencia desses impostos é muito maior do que em qualquer outro lugar do mundo.
Nos EUA por exemplo, a tributação sobre herança é muito mais pesada quando incide, mas ela normalmente só atinge patrimônios muito altos. Para cidadãos e residentes fiscais americanos, o estate tax federal só começa depois de uma isenção enorme: em 2026, o limite federal é de US$ 15 milhões por pessoa. Acima disso, a alíquota máxima chega a 40%.
No Brasil, o imposto sobre herança é o ITCMD, de competência dos Estados e do Distrito Federal. A alíquota máxima nacional hoje é de 8%. A diferença prática é brutal… no Brasil, a herança é tributada com alíquotas estaduais relativamente baixas, normalmente até 8%. Nos EUA, para americanos ricos, o sistema federal pode chegar a 40%, mas só depois de uma isenção altíssima.
Na Europa, por exemplo, quando uma empresa vende B2B dentro da União Europeia, para outra empresa com VAT number válido no VIES, ela pode emitir a fatura sem VAT. Quem “declara” o VAT é o comprador, no país dele, por autoliquidação / reverse charge. A Comissão Europeia mantém o sistema VIES justamente para verificar se o comprador está registrado para operações transfronteiriças dentro da UE.
Empresa A na Irlanda vende para Empresa B na Alemanha.
Empresa B informa um VAT number alemão válido.
Empresa A valida no VIES.
Empresa A emite invoice sem VAT, com referência ao reverse charge.
Empresa B registra o VAT na Alemanha como VAT devido e, se tiver direito ao crédito, também compensa como VAT recuperável.
Sem VAT number válido no VIES = normalmente cobra VAT.
Com VAT number válido no VIES = B2B cross-border pode ir sem VAT, via reverse charge/intra-community supply.
Mesmo que o Brasil adote uma alíquota nominal comparável à europeia, a carga efetiva pode ser maior porque a base de incidência brasileira é mais ampla, o sistema tem menos mecanismos de neutralização B2B como o reverse charge europeu, e o split payment tende a retirar caixa da cadeia antes da compensação integral dos créditos.
É assim que ONGs, institutos e fundações podem ser usados para lavar dinheiro.
Doações entram aos montes, com destino aparentemente nobre, mas muitas vezes já têm caminho definido: retornam aos próprios donos, são desviadas por contratos simulados ou passam por outras entidades até perderem o rastro.
Tudo bem se isso for pensado para se pagar menos impostos, o problema é quando esse tipo de entidade é utilizada unicamente para acobertar operações totalmente criminosas.
Passaporte alemão pode ser excelente, mas não é uma estratégia para quem simplesmente quer “comprar” mobilidade. A Alemanha não tem um golden visa clássico como Portugal ou Grécia; normalmente o caminho envolve ancestralidade, trabalho, empresa, vínculo real ou residência qualificada.
US LLC pode ser uma boa ferramenta para não residentes, mas não é mágica. Se a operação vender para o mercado americano, gerar renda efetivamente conectada aos EUA ou criar presença operacional real, pode haver tributação americana. E dependendo dos ativos mantidos, também pode existir exposição a estate tax para não residentes.
Residência no Paraguai pode fazer sentido, mas você precisa de fato garantir que não vai se tornar residente em qualquer outra parte do mundo.
Villa em estilo Bali pode fazer sentido.
Café colombiano faz sentido (se você não experimentou o café brasileiro de verdade).
Mas nada disso, sozinho, é planejamento. Planejamento de verdade começa com uma pergunta simples: Onde você mora, onde você vende, onde está o dinheiro, onde está o risco e onde você quer que sua famílai viva, e até onde quer passar férias.
Tudo o que for diferente disso, é lifestyle.