Comparação muito bem feita, por Paulo Rossi, em várias áreas do Governo Lula, e de suas propostas para o próximo mandato. Vale a pena ler. Acesse o link 👇
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Nikolas Ferreira é a cara da direita: no discurso, finge se preocupar com o povo.
Na prática, vota contra o projeto que garante gás pro povo e ainda os culpa.
Felizmente, o projeto do governo Lula foi aprovado, apesar de seu voto contrário. Vergonhoso.
1/ Lula lidera todos os cenários estimulados de 1º turno na pesquisa Genial/Quaest de Jan/26. Ele tem entre 35% e 40% das intenções de voto nos cenários testados.
Flavio Bolsonaro se consolida na segunda posição: no cenário que inclui Tarcísio e os demais nomes ele aparece com 23%; sem o governador de São Paulo, ele vai para 26%. Sem Flávio, Ratinho e Zema, Tarcísio chegaria a 27%.
Bolsonaro quer uma smart tv, já teve várias saídas para ir ao médico, tem ar condicionado, visita religiosa, visitas da família, comida diferente e o @Estadao disse que “não é um preso comum”.
A Meta jura que Bolsonaro não está preso!
Como era com o Lula? Vou falar porque fui lá todos os dias.
O Estadão dizia, verbalizando o desejo da direita, especialmente a bolsonarista, que Lula era um preso como outro qualquer e tinha que se submeter ao rigor da prisão.
Nessa toada, foi proibido pelo juiz suspeito e pelo Ministro Fux, hoje liberal e garantista, de dar entrevista para Monica Bergamo e Florestan Fernandes Jr, no ato de censura mais abjeto da nossa jovem democracia até agora, pois a hermenêutica pornografica foi de que influiria no processo eleitoral de 2018.
Segundo, Lula chegou a Curitiba e foi encarcerado num espaço do quarto andar e do mesmo tamanho em que está Bolsonaro, com uma janela basculante de vidro fosco que abria apenas 10 cm e tornava impossível qualquer visão ou contado com o exterior, de banheiro com vaso sanitário, pia e box de acrílico, ininterruptamente vigiada por dois agentes da PF plantados na porta de acesso, que era controlado pela custódia situada no primeiro andar do prédio, onde todas as visitas, inclusive advogados, primeiramente eram submetidas a revista com a régua eletrônica e só depois subiam para o quarto andar, onde passavam pelos dois agentes antes de encontrar o Presidente.
Ao lado da cela funcionavam duas ou três salas da inteligência da PF com acesso controladíssimo, sendo que todos esses ambientes ficavam exatamente embaixo do heliponto do prédio.
Os elevadores só chegavam até o terceiro andar e para ir ao quarto era necessário subir três ou quatro lances de escada.
O que Lula tinha na cela?
Uma cama de madeira de solteiro, franciscana, com um colchão comum que já existia lá, uma TV pequena de cubo, que ficava sobre uma cômoda de três ou quatro gavetas, uma pequena mesa de cabeceira, um cooler simples com gelo dentro para conservar os alimentos e um pequeno armário de madeira.
Uma mesa de quatro lugares e quatro cadeiras de fórmica.
Os talheres, copos, xícaras e os pratos eram de plástico.
A iluminação era de lâmpadas frias, não havia ar condicionado, ventilador e nem aquecedor.
Depois a TV foi trocada por outra com acesso para pendrive, cujo acesso era controlado pela PF, que só tinha recepção das TVs abertas (Lula se especializou em conteúdo evangélico e católico, decorou os nomes dos programas, padres e pastores).
E foram introduzidos uma esteira comprada usada, um banco, pesos e elásticos para exercícios físicos.
Internet, até porque a tv não era smart, e celular ou qualquer outro eletrônico para comunicação com o exterior jamais entraram na cena.
Visitas diárias só dos advogados com procuração nos autos, no início recebia visitas religiosas nas segundas à tarde, que depois foram proibidas pelo juiz suspeito, os parentes na quinta pela manhã e 2 amigos na quinta à tarde, sendo que nos finais de semana não havia visitas e o Presidente só tinha contato com os carcereiros.
A alimentação era, normalmente, a quentinha da PF no café da manhã, almoço e janta, sendo que refeições vindas de fora só frutas e em fins de semana.
As saídas da cela eram só para ir ao terceiro andar para tomar sol, quando tinha sol em Curitiba e depois quando foram permitidas entrevistas, depois da eleição naturalmente, que aconteciam numa sala no andar do gabinete do superintendente, sendo que a única saída foi aquela para ir no velório do neto, pois no velório do irmão, como se sabe, o Presidente recusou a humilhação de obrigar o corpo ir ao seu encontro num quartel de SP.
O Presidente nunca deixou a cela para ir num exame médico, pois tudo foi feito lá na PF.
O Presidente foi preso com 72 anos de idade, teve o episódio de um câncer, e Bolsonaro tem 70 anos, com um passado de atleta e uma facada no abdômen.
Não sei se esqueci algo, mas assim foram os 580 dias do Presidente em Curitiba.
Inspirados en el Papa Francisco q ya no es legítima “doctrina de la Guerra Justa” hoy renovado por @Pontifex_es León XIV de una “Paz desarmada y desarmante”. Las guerras nunca son el mejor camino y son un “fracaso de la humanidad”, condenamos agresión imperial de EEUU a Venezuela
Depois de tentarem censurar e barrar a transmissão de sua missa nas redes, Padre Júlio Lancelotti é recebido com a igreja lotada e aplausos emocionados. “Se amar os pobres incomoda, amemos até o fim”.
🎥 @J_LIVRES
É um escárnio! O PL da Dosimetria, antigo PL da Anistia, é nada mais que um cavalo de troia. Além de perdoar os vândalos do 8 de janeiro, querem aliviar pra quem comete crimes ambientais, de corrupção, contra a administração pública e muitos outros. Completamente inaceitável!
Nos dias 21 e 22 de agosto ocorrerá o encontro regional COP30 – Trabalho Decente na Amazônia Legal, em Belém. A atividade discutirá desafios trabalhistas além da conferência climática.
O evento será realizado no Auditório Ministro Aluísio da Costa Chaves, no Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região. O Fórum da Unidade Sindical da Amazônia Legal organizará a atividade.
Todas as centrais sindicais participarão e reforçarão a importância da mobilização conjunta. Além disso, os dirigentes destacarão que o debate precisa ir além das pautas oficiais da COP30.
De acordo com o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, o objetivo será relacionar os debates ambientais à luta por melhores condições de trabalho. Dessa forma, o encontro conectará clima, sustentabilidade e direitos trabalhistas.
O sindicalistas também alertar que os trabalhadores da região norte enfrentam maior precarização laboral. Portanto, o encontro buscará dar voz a quem vivencia diretamente os impactos.
A atividade ocorrerá em formato híbrido. Assim, representantes de outras regiões do país também poderão acompanhar os debates por meio de transmissão virtual.
Miguel diz ainda que a iniciativa será estratégica.
“A COP30 não pode ignorar os trabalhadores. Precisamos garantir que desenvolvimento sustentável signifique também empregos de qualidade, com direitos e dignidade”, afirmou.
O encontro, de acordo com o líder sindical, pretende reforçar que a COP30 deverá incorporar o olhar dos trabalhadores. Mais do que debater clima, será preciso garantir trabalho decente.