Foto do meu avô Antonio, quando ele jogava no time Nissei de Bauru/SP, seu técnico era o Sr. Dondinho e na foto também o Pelé, recém chegado da Copa de 58. @pele
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Hoje vi uma cena que me tocou: um rapaz alimentando uma senhora, provavelmente sua mãe.
A vida muda os papéis… quem um dia cuidou da gente, um dia também precisará do nosso cuidado.
Neste Dia das Mães, minha homenagem a todas essas guerreiras que nos ensinaram tudo sobre amor.
Em uma conversa com meu amigo Ledio, veio de novo uma reflexão recorrente.
Há no Brasil uma fascinação irracional de muitos pelos Estados Unidos. Uma mistura de cinema, marketing geopolítico e entreguismo cultural que construiu a ideia de que ali estaria o “norte moral” da civilização. O modelo exportação de desenvolvimento social.
Os dados científicos, porém, desmontam o mito: os EUA não são a terra das oportunidades que vendem. A mobilidade social é menor do que em vários países europeus desenvolvidos. Nascer pobre lá é, estatisticamente, continuar pobre.
Ainda assim, também persiste a narrativa do país guardião da democracia global. A história não confirma esse papel. O que ela registra é uma sequência de intervenções, apoio a ditaduras convenientes e ações externas guiadas por interesses estratégicos, como petróleo, minérios e poder.
Mas seguimos nessa fantasia, parte da sociedade brasileira comemorou o ataque à Venezuela como se a força bruta fosse um gesto civilizatório.
Maduro é um ditador. Ponto. Mas a substituição do Direito Internacional por bombardeios, sequestros e imposições militares não produz liberdade. Produz dominação. E mais ilegalidade.
Hoje é a Venezuela. Amanhã, qualquer território com riquezas estratégicas. A tua casa, por exemplo. E celebrar isso em nome de um patriotismo diz muito sobre a falta de reflexão. Não pode haver patriotismo em torcer para que o continente volte à condição de quintal geopolítico, como foi nos tempos das colônias.
Talvez essa idolatria venha da fantasia, quem sabe da Disney, do mundo imaginário e mágico exportado com eficiência.
O problema é confundir ficção com realidade e entretenimento com ética. Paixões cegas não constroem soberania. Só adiam o amadurecimento de uma nação.
O dia em que pararmos de idolatrar políticos, brigas, se preocupar com nossa cidade/estado/pais, ter empatia, humanismo, buscar informações de quem iremos colocar como representante, aí sim teremos um país mais digno.
AVISO DE UTILIDADE PÚBLICA
Dois pontos jurídicos precisam ser ditos com clareza, sem torcida, sem conveniência política e de maneira direta, pra ninguém se confundir nas paixões.
1 - Crime contra o Estado Democrático de Direito não admite anistia. Não é opção política, é limite constitucional.
2 - Condenação transitada em julgado extingue mandato.
Havendo perda ou suspensão dos direitos políticos (art. 55, IV, CF), o mandato se encerra automaticamente. O Parlamento não vota, apenas declara.
Política não se faz com desmonte jurídico e moral, afrontando não um Poder, mas a sociedade e a própria democracia.
🇧🇷💪🏼 Risco Brasil continua nas mínimas de 12 anos… Por que isso não é manchete?
Para um país que em 2023 ia virar Venezuela, em 2024 teria dominância fiscal, e em 2025 dólar iria para R$7 com Trump acabando com o Brasil, me parece que estamos muito melhor que esperado com Bolsa a 161k, Dólar a R$5.33, Desemprego na mínima histórica, superávit da balança com recorde histórico, Trump amigão do Lula….
A brasileira Luana Lopes Lara, de 29 anos, se tornou a bilionária mais jovem a construir a própria fortuna.
Que história incrível: de bailarina profissional no Bolshoi, formada no MIT, a fundadora da Kalshi.