Meu Último Dia (My Last Day) / 2011
Não sabia que existia este anime. (Bom, na verdade, sei muito pouco sobre animes.) Produzido pelo Studio 4°C. https://t.co/RU4XoLZioX
André mendonça está usando colete a provas de bala. E faz bem.
A foto é do administrador do Hospital da Santa Casa de Poços de Caldas, onde meu filho foi assassinado.
Na época (2002) ele iria denunciar tráfico de órgãos entre outras coisas, mas foi assassinado. As autoridades disseram que foi suicidio, mas percebe-se que as mãos foram raspadas com ácido para que não pudessem fazer o residuográfico.
O mandante deste assassinato é o atual candidato a vice governo de Minas Gerais, Carlos Eduardo Venturelli Mosconi.
E o @JornalOGlobo e @belamegale (que é muito próxima a Mosconi), tentaram distorcer os fatos. Mas a verdade chega logo.
Só um imbecil, ou mal intencionado (💰) para achar que o pupilo do Valdemar, comprometido com o centrão e o sistema até o talo, vai fazer algo contra o próprio sistema. É preciso ser muito burro para achar isso. Esse discursinho dele é puro teatro: se bobear, até combinado com a turma que ele diz querer afastar.
💣🇷🇺 🇩🇪 Atentado a bomba coloca Alemanha e Rússia de Putin em rota de colisão
A Alemanha acaba de fechar o Consulado-Geral da Rússia em Bonn e acusar formalmente o governo russo de um atentado a bomba dentro de território alemão — e a reação já não é só de Berlim. França, União Europeia e Estados Unidos se posicionaram em bloco nas últimas horas, num movimento que pode, no limite, acionar o artigo 5º da OTAN.
Caro leitor, para entender como se chegou até aqui, é preciso voltar um mês.
Um funcionário de carga fazia a ronda de rotina na área restrita do aeroporto de Leipzig/Halle quando viu algo que não deveria estar ali: um pequeno drone parado a poucos metros de um cargueiro Antonov ucraniano. Era madrugada de 4 para 5 de agosto. O drone não era um brinquedo de reconhecimento. Estava armado com explosivos de alta potência — PETN e Semtex — e equipado com um detonador. Só não explodiu porque o mecanismo de acionamento falhou. A equipe antibombas da polícia alemã neutralizou o artefato horas depois.
O Antonov estacionado ao lado do drone havia transportado munições para a Ucrânia no dia anterior e estava vazio no momento do achado. Uma das principais hipóteses da investigação alemã é que o alvo real não era o avião em si, mas a cadeia logística militar que sustenta o abastecimento ucraniano. Dez dias depois, em 14 de agosto, peças de um segundo drone foram encontradas num campo a oeste do aeroporto, junto com vestígios do mesmo tipo de explosivo, uma antena instalada numa árvore, componentes eletrônicos com cartão SIM — permitindo controle remoto via rede celular — e material genético ainda não identificado publicamente.
No fim de agosto, veículos de imprensa alemães como NDR, WDR e Süddeutsche Zeitung revelaram que os investigadores já tinham suspeitos. Um deles, de nacionalidade bielorrussa e passaporte russo, teria entrado no espaço Schengen com um visto de turismo italiano — o que lhe permitiu circular livremente por toda a União Europeia. O segundo suspeito, com passaportes da Letônia e da Rússia, teria chegado à Alemanha pelo aeroporto de Berlim (BER), alugado um carro no fim de julho e viajado até a Saxônia, onde teria treinado a operação antes de deixar o país dois dias antes da tentativa de ataque. Ou seja: alguém trouxe o material, instruiu a equipe local e foi embora — mas o grupo que ficou não estava preparado o suficiente para executar sem erro.
Na terça-feira, o governo alemão deu o passo que vinha evitando havia semanas: atribuiu formalmente o ataque à Rússia. O ministro do Interior, Alexander Dobrindt, afirmou que as investigações policiais, o padrão operacional e as informações de inteligência levaram à conclusão de que os responsáveis agiam em nome de órgãos do Estado russo — muito provavelmente o GRU, o serviço de inteligência militar russo. Uma fonte de inteligência americana ouvida pelo ABC News, em reportagem do jornal ABC de Madrid, confirmou que os explosivos e a construção do dispositivo tinham as características típicas de equipamentos usados pelo GRU — avaliação feita em conjunto com os serviços alemães.
É preciso entender por que o aeroporto de Leipzig/Halle importa tanto. Não é um terminal qualquer: é um dos maiores hubs de carga da Europa, base operacional dos cargueiros Antonov ucranianos e ponto de apoio da missão SALIS da OTAN, usada para transportar equipamento militar até os aliados do flanco leste e até a própria Ucrânia. Um ataque bem-sucedido ali não seria apenas um incidente isolado contra a Rússia: seria uma operação clandestina, atribuída a agentes ligados ao Estado russo, usando drones carregados de explosivos contra infraestrutura logística dentro do território de um país da OTAN. Se o artefato tivesse funcionado — e se cidadãos alemães tivessem morrido —, o caso teria potencial para acionar o artigo 5º do tratado do Atlântico Norte.
A resposta alemã não parou no consulado de Bonn. Berlim também encerrou as atividades do Centro Cultural Russo em Berlim, anunciou controles mais rígidos para a entrada de cidadãos russos na Europa e reforçou a pressão sobre a chamada "frota fantasma" russa — até agora um esforço concentrado principalmente no Reino Unido e na França. A Rússia negou as acusações e prometeu resposta.
O episódio não está isolado. Ele se conecta a uma onda mais ampla de sabotagens contra instalações ligadas à indústria militar europeia — já registradas na Itália, na Polônia, na Lituânia, na Romênia e na Bulgária — e a ameaças abertas do governo russo contra alvos britânicos, incluindo a fala da porta-voz Maria Zakharova sobre bombardear Londres. Em reunião de ministros das Relações Exteriores da União Europeia na Irlanda, Kaja Kallas, a chefe de política externa do bloco, classificou o momento como um ataque híbrido russo "com efeito físico" e anunciou que a UE discute uma nova rodada de sanções. O chanceler francês, Jean-Noël Barrot, convocou o encarregado de negócios russo em Paris para protestar formalmente. Do lado americano, o embaixador dos EUA na OTAN, Matthew Whitaker, publicou que Washington está "em solidariedade com a Alemanha e todos os aliados" diante dos esforços para causar dano e caos em território da aliança.
O pano de fundo torna tudo mais grave. A Suécia abandonou quase duzentos anos de neutralidade para entrar na OTAN. A Finlândia fez o mesmo depois de quase um século fora da aliança. Suécia e Finlândia já movem tropas e equipamento para a fronteira com a Rússia; a Polônia faz o mesmo na fronteira com a Belarus. E não é retórica vazia: o próprio Putin já declarou publicamente que considera a dissolução da União Soviética o maior erro do século XX. Estônia, Letônia e Lituânia — que hoje empurram os discursos mais duros dentro da União Europeia, com Kallas à frente — carregam a memória viva da ocupação soviética. Dificilmente você encontra ali uma família sem um parente morto, deportado ou preso naquele período.
No mesmo dia em que a Alemanha formalizou a acusação, Volodymyr Zelensky anunciou que a Ucrânia vai tratar o espaço aéreo russo como inseguro para a aviação civil, em resposta direta à campanha de drones e mísseis russos contra cidades ucranianas. Ele avisou companhias aéreas e governos que usam aeroportos como Moscou e São Petersburgo: se a guerra alcançou o céu da Ucrânia, ela também vai alcançar o céu da Rússia.
Cada uma dessas peças, isoladamente, já seria notícia. Juntas, formam o quadro de uma Europa que passou, em poucas semanas, de alerta de inteligência para acusação formal de Estado — com a Alemanha, motor econômico do continente, agora no centro da disputa. A pergunta que fica não é mais se o governo de Vladimir Putin vai testar os limites da OTAN. É até onde ele está dobrando a aposta.
O milagre de Santa Joana d’Arc é extremamente profundo e visível: uma enviada direta de Cristo para um fim claro e objetivo; salvar a França e conduzir seu rei à coroação.
Há várias camadas a serem discutidas sobre isso... Porém, no fim, mesmo diante de seus próprios olhos, os homens contemplaram tamanha grandiosidade e ainda assim não confiaram em Deus.
URGENTE 🚨 ATAQUE COM GRANADA CONTRA BLINDADO DA PM Um drone teria lançado uma granada contra um blindado da Polícia Militar no Complexo da Pedreira. Esse é o Rio de Janeiro com Eduardo Paes e Lula!
Em 711, os muçulmanos conquistaram grande parte da Península Ibérica. No norte, porém, a resistência cristã permaneceu.
Por 781 anos, reis e povos cristãos lutaram pela Reconquista. De Covadonga a Granada, Asturias, León, Castela, Aragão e Portugal avançaram para o sul, restaurando pouco a pouco a presença cristã na Península.
Em 1492, Granada caiu. Os Reis Católicos encerraram séculos de domínio muçulmano e abriram uma nova era para a Cristandade.
A Reconquista não foi apenas uma guerra: foi uma parte decisiva da história, da fé e da formação de Espanha e Portugal.
A essência de uma ditadura é que os detentores dos poderes ditatoriais não se submetem aos mesmos conjuntos de regras universais que eles submetem a todos os demais. Um regime tendo esse fundamento é uma ditadura, e esta pode ter variados modelos e formas. E é muito difícil derrubar uma elite ditatorial constituída sem que uma outra elite surja para confrontá-la ou sem que parte da elite ditatorial rache, se volte contra a outra, e forneça uma ajuda valiosa em sua derrubada.
Existem duas narrativas entre os militantes do PT para explicar/justificar a corrupção do partido.
1) A primeira é para o "povão" (por povão, digo pessoas comuns, porque parte do povão não se incomoda com a corrupção desde que se sinta beneficiado).
Esse não admite malabarismos teóricos que justifiquem a corrupção, então a narrativa deve ser de negação total. Lula era inocente; foi perseguido; conspiraram contra ele. Nada do relatado realmente ocorreu.
e
2) Entre um público mais "sofisticado" de militantes, que entendem que as provas são incontestáveis, eles dão a saída que todo esquerdista dá para as mazelas da sua ideologia/demagogia política: foi merecido (se você discutir as mortes causadas pelo comunismo ao longo da história, verá a mesma dinâmica: eles vão de "Holodomor nunca aconteceu" até "aconteceu sim e os kulaks mereciam"). Existe até um repertório conceitual para isso.
A corrupção ocorre e ocorreu, mas é um meio para um fim maior. Propagandisticamente, esse fim maior é a "justiça social" (o nome varia de época em época). Realisticamente, esse fim é o aumento ininterrupto de poder - quanto mais, melhor.
No caso de Moraes não se surpreendam se a mesma estratégia for novamente usada (o contrato não existia, o contrato existia, mas está tudo bem etc.).
Se para fazer uma omelete é necessário quebrar os ovos, para salvar a democracia, são necessários alguns cartões de crédito de 300 mil para os filhos.
Adivinhem quem foi atacado quando alertou que era um erro crasso colocar Fábio Faria no governo? Isso mesmo: os conservadores, os "olavistas malvadões".
O mesmo vale para Ciro Nogueira. A operação do "queremos pragmatismo, dane-se a ideologia" uniu um monte de perfis sem rosto na missão de cancelar os conservadores que estavam dizendo o óbvio.
Não existe traição quando a natureza da pessoa sempre esteve escancarada. É como escolher colocar um escorpião dentro do próprio sapato e, depois da picada, reclamar que ele traiu você. Escorpião faz o que escorpião faz.
Olavo simplesmente previu tudo oq ia acontecer até 2100.
"O Bolsonaro perdeu..."
Aula do COF 2567, 01h34m22s.
"O Lula virou presidente..."
Aula do COF 1098, 00h00m01s.
"O Trump atacou o Irã e matou o
Aiatolá"
Aula 1234, 23h59m
"O Putin"
Aula 1488 o Olavo já explicou isso tb