Alô, Flávio Dino! 🚨🚨🚨
Já que hoje acordou tão preocupado com ONGs e emendas parlamentares, fica aqui mais um caso para a lista:
R$ 100 MIL de dinheiro público para produzir CINCO episódios do podcast da ONG de Manuela D’Ávila. R$ 20 mil por episódio, com promoção eleitoral da candidata.
Sua relação com a Manuela nao iria impedir a justiça de atuar, ne?
Confiamos nisso 👍🏻
URGENTE - Mooska.
A PROFECIA DO CARTÓRIO
"Produtora registrou em documento juramentado que a PF bateria à sua porta se ela não aceitasse delatar Flávio Bolsonaro. Hoje a polícia cumpriu a ameaça."
A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão nesta manhã e acabou apreendendo a certidão de óbito do próprio método inquisitorial de Brasília.
Dentro da casa de Karina Gama, produtora do filme sobre Jair Bolsonaro, os agentes recolheram um documento de quatro páginas.
Não é uma anotação clandestina.
É uma declaração juramentada, redigida e datada antes da operação acontecer, que descreve com precisão de minutos e nomes o roteiro da coação política no Brasil.
A empresária deixou registrado:
Disseram a ela que, se não aceitasse forjar uma delação premiada contra Flávio Bolsonaro, viraria alvo de uma operação policial cinematográfica por pura retaliação política.
Hoje, os camburões bateram à porta dela.
Não foi a polícia que desvendou um crime.
Foi o Estado que cumpriu, com atraso de semanas, a ameaça que ela havia registrado em cartório.
O documento detalha a anatomia dos três emissários do poder:
Primeiro contato: 22 de maio de 2026, às 9h07.
O empresário Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney, ofereceu apoio jurídico e afirmou possuir grande proximidade com o ministro Flávio Dino, colocando-se à disposição caso a produtora quisesse fazer uma delação premiada.
A empresária recusou por não ter o que delatar.
Segundo contato: 27 de agosto de 2026, às 11h22.
Um líder religioso com trânsito no governo federal e no Supremo Tribunal Federal procurou a empresária a pedido de interlocutores dessas autoridades.
O recado foi explícito: se ela fizesse a delação, nada aconteceria com ela e ela não seria alvo de nenhuma operação policial.
Ela recusou novamente.
Terceiro contato:
Um jornalista de imprensa tradicional entrou em cena para pressionar, afirmando que ela estaria servindo de bucha de canhão para o candidato e que a recusa em colaborar resultaria em medidas judiciais imediatas.
O desfecho do documento redigido por Karina antes de sofrer a busca é devastador:
"Como não cometi nenhuma irregularidade e como não fiz nenhuma delação premiada, tenho receio de que alguma operação policial possa ser realizada contra a minha pessoa por retaliação política e não porque cometi algum ilícito."
Está tudo aí, em preto no branco.
A delação premiada em Brasília deixou de ser meio de obtenção de prova para se tornar instrumento de extorsão estatal.
Aperta-se o elo mais fraco da corrente, manda-se o recado pelo filho do oligarca, pelo pastor e pelo repórter amestrado.
Se o alvo se recusar a mentir contra o adversário político da vez, o aparato repressivo do Estado é acionado para fabricar a culpa na marreta.
E por que o desespero em caçar Flávio Bolsonaro a qualquer custo?
Basta olhar a pesquisa do PoderData divulgada hoje: Flávio lidera no segundo turno contra o presidente da República.
Quando o sistema percebe que as urnas estão escapando do controle, o tribunal e a polícia entram em campo como linha de montagem eleitoral.
O documento apreendido pela Polícia Federal nesta manhã não incrimina a produtora.
Ele incrimina a República.
Zumm...
#Brasil
#DARKEHORSE
#STF
#Eleições2026
Notinha frouxa, envergonhada, bunda mole, genérica, anódina, sem mencionar os crimes cometidos para, no frigir dos ovos, manter seu vergonhoso e incondicional apoio a moraes e seus cúmplices no essetefe, pois o único cálculo que importa para os responsáveis pelo coletivo fascio-woke, outrora conhecido por faculdade de direito do Largo São Francisco, é se é benéfica ou não ao lulo-psolismo.
A mídia esquerdista não quer justiça pelo 7 de outubro. Quer a cabeça de Netanyahu.
*Haaretz solta "bomba" a 48 dias da eleição. Qualquer brasileiro que já viu esse filme sabe o que é.
O calendário não mente. Nem o Haaretz esconde o que é. No dia 8 de setembro de 2026, a menos de sete semanas da eleição mais decisiva da história recente de Israel, o jornal que há décadas trata Netanyahu como vírus a erradicar publicou a reportagem que precisava publicar. Não uma investigação capaz de mudar o entendimento do 7 de outubro. Uma granada com data de validade eleitoral.
A tese é cinematográfica: dez dias antes do massacre, Mohammed bin Zayed teria telefonado a Netanyahu, falado em zilzal, um terremoto, em Sinwar preparando algo grande. O primeiro-ministro teria ouvido. Reagido com calma. Dito que esperava movimento na Judeia e Samaria. E não repassado o aviso, nem ao Shin Bet, nem ao Mossad, nem ao chefe do Estado-Maior. O Gabinete do Primeiro-Ministro chamou a história de mentira absoluta. Netanyahu foi além: fabricação maliciosa, timing político, processo por difamação contra o jornal e contra Shlomi Eldar. Os Emirados, convidados a desmentir, limitaram-se a um "sem comentários" sobre canais de inteligência. Quem conhece o Haaretz reconhece o método: soltar a bomba, deixar o silêncio diplomático fazer o trabalho sujo e esperar que a oposição transforme uma conversa não comprovada em sentença histórica.
Qualquer leitor atento deveria parar aqui e perguntar o óbvio. Por que agora? Por que não em 2024, quando a ferida ainda sangrava sem filtro eleitoral? Por que não em 2025, quando comissões, depoimentos e documentos já circulavam? Por que exatamente no momento em que as listas partidárias se fecham e a campanha entra na reta final rumo a 27 de outubro?
Porque essa imprensa não observa o poder. Ela o caça. Há décadas. Combate Netanyahu quando ele fecha acordos com o mundo árabe. Combate quando ele completa o primeiro mandato parlamentar pleno desde 1988. Combate quando ele sobrevive a cinco eleições consecutivas, a processos, a manifestações, a uma guerra existencial, e ainda assim permanece o eixo em torno do qual gira a política israelense. Chamar isso de jornalismo é generosidade. Chamar de operação ideológica é precisão.
O brasileiro já viu esse roteiro. A "revelação" que dorme no cofre até a véspera da urna. O silêncio conveniente de fontes estrangeiras tratado como prova. O vilão com nome e sobrenome, sempre o mesmo. A mídia esquerdista israelense faz com Netanyahu o que a brasileira fez, e ainda faz, com qualquer líder que o eleitor de direita ousa escolher: não debate o país. Executa o homem.
O mais revelador é que a matéria, mesmo que se aceitasse cada vírgula como verdade, e não se deve, não prova o que seus autores querem que prove. Israel não pecou por falta de sinais. Pecou pelo que chamam de conceptzia, aquela prisão mental coletiva que convence generais, chefes de inteligência e políticos de que o status quo é eterno. O plano do Hamas já havia sido capturado no ano anterior. Três meses antes do ataque, uma analista do Exército alertou que o ensaio era o próprio plano. As observadoras na cerca passaram meses relatando exercícios e foram ignoradas. Na noite de 6 para 7 de outubro, o Shin Bet detectou dezenas de chips israelenses ativados simultaneamente em Gaza e enviou a equipe Tequila, um destacamento feito para repelir incursões pequenas, não uma invasão. O problema nunca foi um telefonema isolado guardado na gaveta de um homem. Foi um país inteiro, do Estado-Maior ao primeiro-ministro, preso à mesma ilusão.
Quem conhece 1973 reconhece o padrão. Onze dias antes da Guerra do Yom Kippur, o rei Hussein decolou em segredo, pousou perto de Tel Aviv e avisou Golda Meir de que Egito e Síria atacariam juntos. No dia anterior à guerra, Moscou retirou as famílias de seus oficiais de Damasco e do Cairo. Um oficial júnior do Comando Sul pôs por escrito que o desdobramento egípcio não era exercício. A liderança leu e descartou. Egito não ousaria. Mobilizar reservas paralisaria a economia. Falso alarme era pior do que o risco. Em 2023 havia ainda mais informação e praticamente nenhum custo para colocar um batalhão em prontidão. Ninguém o fez. Nem o chefe do Estado-Maior. Nem o Shin Bet. Nem Netanyahu.
A esquerda e sua imprensa preferida não querem essa conversa. Querem um réu. Querem o homem que assinou os Acordos de Abraão, que manteve Israel de pé sob fogo de sete frentes, que transformou o Likud no único partido capaz de completar um ciclo parlamentar inteiro em quase quatro décadas, reduzido a personagem de folhetim: o líder que "sabia" e "não avisou". É mais fácil do que admitir que a falha foi sistêmica, que a arrogância foi compartilhada, que a cegueira foi institucional.
Netanyahu não é santo. Nenhum líder de uma democracia em estado de sítio permanente o é. Mas é, sem rodeios, o dirigente mais consequente que o Estado de Israel produziu desde Ben-Gurion. Não pelo mito, pelo prontuário: longevidade no poder, reordenamento regional, capacidade de sobreviver a um establishment que o odeia com uma intensidade que já não disfarça o ódio ao eleitor que o escolhe. O Haaretz não persegue um primeiro-ministro. Persegue a ideia de que o centro de gravidade de Israel pode residir à direita do seu conselho editorial.
Por isso o timing importa mais do que o conteúdo. Uma reportagem verdadeira publicada no momento certo ainda seria jornalismo. Uma matéria contestada, sem documento público, sem confirmação emiradense explícita, disparada no instante em que as urnas se aproximam, é outra coisa. É operação. É o capítulo mais recente de uma novela que o leitor honesto já conhece de cor: quando Netanyahu sobe ou ameaça completar o ciclo, o arsenal sai do cofre.
Desconfie de quem descobre a verdade exatamente quando ela rende voto. Desconfie do jornal que pede "sem comentários" a Abu Dhabi e trata o silêncio como prova. Desconfie da tese de que um único telefonema explicaria o maior colapso de inteligência da história do país, enquanto dezenas de outros alertas, todos documentados, foram engolidos pela mesma conceptzia. E, sobretudo, desconfie de uma imprensa que há trinta anos chama de ameaça à democracia o único líder capaz de vencer eleição atrás de eleição contra ela.
O 7 de outubro exige verdade, não folhetim. Exige documentos e depoimentos sob juramento, não uma matéria de capa a 48 dias da urna. Quem transforma luto em munição eleitoral não está honrando os mortos. Está usando os mortos.
Israel, assim como o Brasil, merece uma imprensa que investigue o poder. O que tem, neste capítulo, é uma imprensa que escolhe o alvo primeiro e procura a bala depois. Quem ainda acredita em coincidência de calendário não está lendo jornal. Está caindo no golpe.
Em relação à imprensa, qualquer semelhança entre Brasil e Israel não é mera coincidência.
- Você ficou mais rico nos últimos 4 anos?
Não, mais pobre.
- A violência caiu?
Não, aumentou.
- Então os preços estão mais baratos?
Nada, tudo mais caro.
- Os hospitais melhoraram?
Pelo contrário, uma droga.
- Mas diga: sua vida melhorou em quê?
Em nada.
Tá bem, obrigado.
A NOTÍCIA:
"Conta de luz no Brasil é a mais cara para o consumidor do que em 77 países." - CLP/Canal Solar
Nunca esqueçamos das hidrelétricas que o Lula e o PT financiaram (com o dinheiro do povo) em outros países:
🇵🇪 Hidrelétrica de Chaglla, no Peru.
🇳🇮 Hidrelétrica de Tumarín, na Nicarágua.
🇪🇨 Hidrelétrica San Francisco, no Equador.
Passamos por décadas "caminhando parados" - ou até para trás - e, outras vezes, para trás. Graças à escolhas por um povo sem conhecimento.
Agora, temos uma oportunidade de ouro para fazer um Brasil grande e próspero! 🇧🇷
🇺🇸🇳🇮‼️ | Un informe del Centro de Estudios Estratégicos e Internacionales de Estados Unidos, determinó que el régimen de Daniel Ortega y Rosario Murillo en Nicaragua es “una amenaza regional”. El fundamento principal de esto es el vínculo con China, Rusia e Irán. “Nicaragua es peligroso para la seguridad por la migración irregular y la represión transnacional que sufre el país y socava la estabilidad en todo el hemisferio occidental”, detalló el informe.
O cara ganhou 130 milhões, um avião e um helicóptero.
Ele manteve conversas com um banqueiro ladrão que estava prestes a ser preso.
Se utilizou de um método para camuflar suas mensagens e evitar a ação da justiça.
Quando questionado sobre o assunto, mentiu.
Qual a dúvida?
🚨ATENÇÃO: Presidente da OAB-DF diz que é necessário abrir impeachment de Moraes e Toffoli
Instituição abriu ontem investigação contra o escritório Barci de Moraes.
@iaragb Eu trabalhava para esquerda, PCdoB, votava na esquerda, PT, até conhecer JAIR MESSIAS BOLSONARO. Ele me mostrou novo tempo, nova realidade, a verdade e esperança que não CALA para o brasileiro de bem. JAIR= BRASIL. Essa imagem de Flávio me trouxe esperança VAMOS VENCER!
Curiosidade que dói: a Noruega tem um fundo soberano de cerca de US$ 1,9 trilhão, dono de aproximadamente 1,5% de TODAS as ações listadas do planeta.
Dá uns US$ 340 mil por cidadão, incluindo os recém-nascidos. O dinheiro veio do petróleo do Mar do Norte, que eles decidiram nos anos 90 que pertencia também a quem ainda não tinha nascido.
O Brasil achou o pré-sal em 2006 e passou uma década discutindo de quem era a riqueza. O Fundo Social, criado em 2010 pra ser a nossa Noruega, virou repasse de orçamento: o dinheiro entra e sai no mesmo ano.
A Noruega achou petróleo e virou sócia do mundo inteiro. Guarda esse nome, porque às 22h ela volta aqui na timeline.
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux e Nunes Marques reuniram-se em caráter de urgência nesta terça-feira com o presidente da Corte, Edson Fachin, para denunciar o que classificaram como uma “perseguição inadmissível” conduzida por uma estrutura paralela de inteligência da Polícia Federal.
Ambos os magistrados relataram ter recebido recados indiretos de que suas rotinas e as atividades profissionais de seus filhos — que atuam na advocacia privada — seriam alvo de devassas caso manifestassem apoio ao ministro André Mendonça. Além de constarem em relatórios encaminhados pelo ministro Alexandre de Moraes, Fux e Nunes Marques suspeitam que vazamentos recentes à imprensa sobre os escritórios de advocacia de Rodrigo Fux e Kevin de Carvalho Marques tenham sido abastecidos ilegalmente pela corporação.
A OAB solicitou acesso integral às provas do caso Banco Master e pediu o afastamento de Gonet da condução do processo‼️
A entidade quer examinar documentos que tratam da suposta rede de influência de Vorcaro, das conversas atribuídas ao ministro e de possíveis conexões com o inquérito das fake news.
Além disso, requereu a abertura de procedimentos formais para apurar eventuais crimes relacionados ao caso, incluindo a possível participação de autoridades dos Poderes da República.
⚠️ÚLTIMA HORA URGENTE⚠️
El Rey Felipe VI ha llamado a la cúpula Militar de España y Ceuta a una reunión en Zarzuela en la que ha excluido expresamente al Presidente del Gobierno Pedro Sánchez.
En la reunión estuvieron desde el Jefe del Estado Mayor de la Defensa, el Jefe del Mando de Operaciones, el Jefe del Mando Operativo Terrestre y el Comandante General de Ceuta además de la Ministra de Defensa Margarita Robles.
El Presidente del Gobierno Pedro Sánchez y varios Ministros han hecho ver su gran malestar pero no olvidemos que el artículo 6 de la Constitución da al ejército la función de velar por la Integridad Territorial del Estado y el Rey es el Jefe Supremo de las Fuerzas Armadas según el artículo 62 de la Constitución, cuando Pedro Sánchez y Marlaska están siendo objeto de una posible investigación judicial por delitos contra la Integridad territorial de España y traición.
Ya no sólo la Audiencia Nacional ordena a la Policía no informar a Marlaska ni Sánchez sino que el propio Rey les deja fuera en una reunión sorpresa de la cúpula Militar de España.
Parece que va quedando claro donde está el peligro para la Seguridad y la Integridad territorial de España.
Todo aquí en un video que cuenta todo y ha reventado YT👇
https://t.co/KXiDDLHcwX
Em 2018, a Receita Federal criou uma lista de 133 agentes públicos com patrimônio incompatível, movimentações suspeitas e inconsistências graves nas declarações.
Entre os 133 nomes: as esposas de Gilmar Mendes e Dias Toffoli.
O que aconteceu depois é uma aula de como o STF protege os seus. Alexandre de Moraes paralisou a investigação, afastou os auditores responsáveis e transformou os investigadores em investigados. 🧵
🇩🇪‼️ | Tras el triunfo electoral, Alice Weidel y Friedrich Merz quedaron cara a cara en el Bundestag y el canciller acabó humillado:
- “Alemania está llena de culturas tribales musulmanas y usted no deportó a nadie”
- ”No ha entendido el mensaje electoral, su tiempo expiró”
- ”Los ciudadanos quieren el cambio y lo van a conseguir”
- ”Con usted, un alemán gana un euro y le quedan 46 centavos por el sistema de impuestos. Un robo”
- ”Sus palabras ya no son relevantes”
O SISTEMA ESTÁ DESESPERADO
Flávio Dino: “E eu quero garantir ao senhor, presidente Lula, que essa Polícia Federal hoje toda está a serviço de uma única causa, que é a sua causa, a causa do Brasil.”
Nunca foi pelo povo!
Nunca foi pelo Brasil!