Coisas que a gente descobre graças ao fazer jornalístico e vale compartilhar: as apostas na Coreia do Sul são legalizadas, mas há (diversos) poréns.
Só existe uma plataforma permitida para se apostar, do próprio governo, e nela você tem que comprovar que está apto para apostar (18 anos/cidadão sul-coreano) e tem que criar uma métrica do quanto você pretende apostar no ano.
Aí você pode apostar, em uma bet, até no máximo 100.000 wons (R$ 343);
Você pode fazer várias apostas, mas uma hora se estiver excessivo, a casa de apostas te coloca em 'repouso', que você precisa parar;
Você não pode apostar em qualquer outra casa de aposta sul-coreana (ilegal) ou internacional - e está sujeito a pegar 3 anos de cadeia caso seja pego apostando fora da 'casa' do governo;
Não existe live bet - tudo que você aposta é antes do evento esportivo, assim você não fica enfurnado na casa pra ficar apostando;
100% do dinheiro dessa bet vai para incentivo de esporte no país - em tese, né? Pelo menos, é o que diz os regulamentos.
E mesmo assim os caras estão investindo em conscientização.
A RED Canids não tem um problema de capacidade.
E é isso que torna difícil entender o que aconteceu neste #CBLOL.
Abaixo, deixamos uma reflexão sobre pressão, performance e o que acontece quando o treino não consegue atravessar a ponte até o palco.
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