Uma mulher, ao vivo, com câmeras ligadas, diz a coisa mais abjeta que você ouvirá esta semana. A vítima é uma vereadora conservadora. O feminismo woke? Em silêncio. 👉🏽Leia meu artigo completo no site do negra livre. https://t.co/wlLk2MpQLL
“There are 50 million people in the world in slavery,” says Rosi Orozco, a leading anti-human trafficking activist. And that, she believes, is a low estimate.
Three enslaved girls were recently rescued in Mexico, and she’s been helping them slowly rebuild their lives.
“These three girls were minors, and a cartel was training them to kill, to sell drugs, and to [engage in] prostitution.”
What happened to those three minors—only 14, 15, and 17 years old—is fairly typical, she says.
They saw an ad on TikTok that promised them “work in the tourism industry, and [promised] very good payment.” When they arrived at the Mexican tourist resort, they were captured.
@rosiorozco@unidosvstrata
A decisão desta noite no Conselho de Ética é desfavorável, mas não definitiva. O caminho passa pela CCJ e pelo plenário da Câmara. Marcel van Hattem e seus colegas vão recorrer. Desistir, jamais.
Fica, Marcel.
Eduardo Leite: em uma democracia o povo que é soberano. E na Venezuela sabemos que isso já tinha deixado de acontecer. Esse teu 'veja bem' é lamentável.
Diante dos graves acontecimentos na Venezuela, com a invasão pelos Estados Unidos e a captura do presidente Maduro, manifesto minha profunda preocupação com a escalada de tensão em nossa região.
O regime ditatorial de Maduro é inadmissível. Viola direitos humanos, sufoca liberdades e impõe sofrimento ao povo venezuelano. No entanto, a violência exercida por uma nação estrangeira contra outra soberana, à margem dos princípios básicos do direito internacional, em especial o de não intervenção, é igualmente inaceitável.
Os princípios diplomáticos devem prevalecer, com diálogo e respeito à soberania das nações para resolver conflitos. Nossa América Latina precisa de paz e cooperação, não de intervenções armadas. Minha solidariedade ao povo venezuelano neste momento difícil.
@LulaOficial Para Lula, o multilateralismo funciona como um arranjo em que um povo segue oprimido enquanto a comunidade internacional apenas observa. Venezuela Livre Já! #venezuelalibre
Zezé Di Camargo ao SBT: “vocês estão se prostituindo”
Quando um regime autoritário se instala, ele nem sempre chega com tanques nas ruas ou decretos explícitos. Com mais frequência, consolida-se pela captura das instituições, pela censura travestida de legalidade e pela perseguição sistemática a qualquer voz dissidente. No Brasil de hoje, esse processo já está bem avançado.
Diante desse cenário, não há infinitas escolhas morais ou políticas. Existem apenas três posturas possíveis:
1) Apoiar o regime.
É o caminho mais curto — e mais lucrativo — para a elite sem princípios. Quem se ajoelha é recompensado: verbas públicas, regulações sob medida, decisões favoráveis, proteção política e jurídica. O regime compra consciências como quem distribui favores. E muitos vendem barato.
Integram esse grupo também aqueles que apoiam o regime por alinhamento ideológico, frequentemente amparados no autoengano da suposta “defesa da democracia” por meio da repressão política. É a perversão completa do discurso democrático.
2) Fingir isenção.
Não há apoio declarado, mas tampouco qualquer reação à decomposição institucional. É a neutralidade do covarde confortável. O lema é simples: “deixa como está, não me envolvo, sigo ganhando dinheiro e torço para não virar alvo”. Essa falsa neutralidade não é virtude — é cumplicidade. E, quase sempre, acaba cobrando seu preço em algum momento.
3) Fazer oposição.
É a escolha mais difícil. A única que cobra um preço real. Quem enfrenta o regime arrisca contratos, carreira, reputação, amizades e, em certos casos, a própria liberdade. Em situações extremas, a própria vida. O custo é alto porque o regime precisa que seja alto. O medo não é efeito colateral: é parte central do método.
Regimes autoritários sobrevivem exatamente assim: premiando aliados e esmagando adversários. Incentivos de um lado, repressão do outro. O resultado é a espiral do silêncio, na qual todos sabem que algo está profundamente errado, mas poucos ousam dizer em voz alta.
Não se trata de uma lógica nova. É a lógica da máfia. Pablo Escobar chamava isso de “Plata o Plomo” — prata ou chumbo. Ou você recebe dinheiro, ou recebe uma bala. O princípio é o mesmo: cooperação comprada ou dissidência exterminada.
Com o tempo, instala-se a grande farsa coletiva. Todos fingem que o país funciona normalmente. Programas seguem no ar, contratos continuam sendo assinados, editoriais permanecem obedientes — com uma ou outra crítica pontual, cuidadosamente inofensiva. Mas quase todo cidadão sabe: nada é normal quando a verdade precisa se esconder.
É justamente por isso que a atitude de Zezé Di Camargo importa. Ao denunciar publicamente a “prostituição” do SBT diante do regime, ele rompe a encenação. Diz em voz alta o que quase todos pensam, mas poucos têm coragem de verbalizar.
Enquanto isso, a maior parte da elite cultural, acadêmica, política, empresarial e midiática permanece ajoelhada — ou convenientemente calada. Alguns por interesse, outros por medo. Ambos igualmente responsáveis.
Em regimes autoritários, o silêncio não é neutro.
O silêncio é parte do sistema.
What I’m hearing from Brazilians over the last day matters to Americans.
More than angry, people in Brazil are afraid. They describe being monitored for speech, punished for protest, and silenced online. Many say openly in the comments “We can’t protest without being arrested.”
This is the sentiment of citizens who believe their institutions have been captured by a small, unaccountable cluster of power and that organized crime and the state now overlap in ways that make democratic correction nearly impossible.
Brazilians feel abandoned by their own institutions. They see organized crime spreading into politics and the judiciary. They don’t trust their Supreme Court to protect their rights. They see censorship normalized and dissent criminalized. And they increasingly believe only American pressure can force accountability.
That level of civic despair is not normal in a democracy. It is the warning sign of a system drifting into a very dark path.
The Brazilian public is signaling that something foundational has broken and that they are running out of democratic tools to fix it.
@emd_worldwide But the truth is that the judiciary doesn’t need anyone. It interferes on its own in the individual freedoms of Brazilian citizens, as well as in the national and international businesses operating in the country. And that is our biggest problem.
@emd_worldwide I’m Brazilian, and I can say this with certainty: Brazil is at real risk of ending up like Venezuela, in the hands of the judiciary (and yes, Moraes is part of that). Lula has already said he needs the judiciary to govern.
Pagar pedágio para o narcotráfico é inconcebível. Cortar o sinal de internet e obrigar moradores a comprar acesso das facções é incutir, na cultura da comunidade, a ideia de que não há saída. O Estado Liberal deve buscar alternativas q devolvam liberdade e dignidade aos cidadãos.
@LulaOficial Por que V. Exc. não adotou o mesmo posicionamento quando o Hamas vitimou brasileiros, que, mesmo se abrigando em bunkers, foram encontrados e mortos pelos terroristas no 07/10?
@LulaOficial Por que V. Exc. não adotou o mesmo posicionamento quando o Hamas vitimou brasileiros, que, mesmo se abrigando em bunkers, foram encontrados e mortos pelos terroristas no 07/10?
Alguém sabe se a deputada psolista teve seu mandato suspenso por ocupar a cadeira de Rodrigo Maia em 2017? Não, ela não teve. Na época, ela defendia o fim do Foro Privilegiado (aplausos). O ano é 2025 e, olha só, mudou de opinião!
@EduardoLeite_ O muro tem dono, Governador. Sua falta de clareza e compaixão pelos gaúchos injustiçados pela condução ilegal de Moraes demonstra sua incapacidade de representar o povo gaúcho.