No hay nadie alrededor
Pero el torturarme esta mejor
Sin compañía, tu eres mi poesia
tu eres mi energía y a nadie engaño
Yo te amo todavia💚🐉💚
#Querido#JoseMadero
Me puse a investigar sobre el boom evangélico en América Latina y aquí les dejo lo que encontré:
Todo empieza en la Guerra Fría. A EUA le preocupaban dos cosas en la región: la izquierda y la Teología de la Liberación, corriente católica que hablaba de los pobres y que Washington veía como marxismo con sotana. El Informe Rockefeller (1969), encargado por Nixon, lo dijo que la Iglesia Católica latinoamericana ya no era un aliado confiable. Y los Documentos de Santa Fe (1980 y 1988), de asesores de Reagan, fueron más lejos diciendo que había que contrarrestar la Teología de la Liberación.
Las iglesias evangélicas y pentecostales: encajaban Perfecto porque son conservadoras, enfocadas en la salvación individual y no en el cambio social. Predicaban disciplina, obediencia y desconfianza del activismo. Justo lo que convenía. Y rompían el monopolio católico, cuya ala progresista incomodaba a los regímenes aliados de EUA.
Hoy el voto evangélico decide elecciones en toda la región:
🇵🇪 Fujimori llegó a barrios y zonas rurales gracias a redes de pastores; su segundo vicepresidente era pastor bautista.
🇧🇷 Bolsonaro: ~70% del voto evangélico en 2018 y 2022, con Edir Macedo y Silas Malafaia abiertamente detrás.
🇨🇴 Duque ganó en 2018 con el empujón de los mismos pastores que fueron clave en el "No" del plebiscito de 2016.
🇬🇹 Jimmy Morales (2015) y antes Serrano Elías (1991): electos con el aparato de las megaiglesias.
🇳🇮 Ortega gobierna aliado a partidos evangélicos y hasta adoptó el lema "cristiana, socialista y solidaria".
🇸🇻 Bukele tiene amplio respaldo pastoral en un país 40% evangélico.
🇨🇷 Fabricio Alvarado casi gana en 2018 montado en la ola anti-matrimonio igualitario.
🇨🇱 Kast es católico, pero las iglesias evangélicas se volcaron por él en 2021 y 2025.
🇦🇷 Milei, cercano al judaísmo, igual sumó apoyo evangélico y metió al menos 6 referentes al Congreso en 2025.
🇲🇽 En México: el Partido Encuentro Social.
🇧🇴 Chi Hyun Chung, pastor coreano-boliviano, dio la sorpresa con un tercer puesto en 2019.
🇭🇳 En 2025 las iglesias se movilizaron con vigilias y ayunos contra la continuidad de la izquierda y reivindicaron el resultado.
É triste que as pessoas sejam tão ignorantes sobre o tipo de efeito social que a religião causa nesse nível.
Historicamente, católicos e evangélicos neopentecostais diferem em muitas coisas, mas um dos principais pontos de divergência é a forma como enxergam a glória eterna e a relação entre sucesso, responsabilidade e salvação.
A glória, no catolicismo, tem um caráter comunitário. Não há glória, salvação ou sucesso desvinculados da comunhão com o outro. O individualismo é condenado e, embora a providência divina também faça parte da doutrina, a responsabilização é profundamente pessoal. Deus sabe de todas as coisas, mas o livre-arbítrio continua sendo um princípio central. Você faz escolhas diante da sua comunidade e da sociedade, e são essas escolhas que geram consequências. Se você falhou, falhou porque fez escolhas ruins, porque não fez o suficiente ou porque negligenciou seus deveres para com o coletivo.
No neopentecostalismo, a lógica tende a ser outra. A vitória é, antes de tudo, individual. Você vence porque fez a sua parte, e Deus recompensa sua fé organizando os acontecimentos conforme Sua vontade. Se você perdeu, perdeu porque lhe faltou fé ou porque Deus decidiu que aquele não era o momento. A teologia da prosperidade, que ocupa um papel central em boa parte do neopentecostalismo, reforça justamente essa leitura individualizada da relação entre fé e sucesso.
Tudo isso produz disposições morais diferentes nas pessoas e, consequentemente, nos próprios jogadores. Se você vence, foi porque Deus quis. Se perde, foi porque faltou fé ou porque Deus assim determinou. A derrota deixa de ser, em primeiro lugar, um problema de responsabilidade pessoal, de senso de comunidade ou de compromisso com o coletivo.
O discurso, inevitavelmente, tende a ser mais: 1) egoísta, porque o foco está na relação individual entre o fiel e Deus; e 2) receptivo à derrota, porque ela deixa de ser interpretada como consequência das próprias escolhas e passa a ser entendida como parte do plano divino.
Esse é o Brasil que vem sendo construído nas últimas décadas. Somos, da política ao futebol, cada vez mais egoístas, individualistas e menos responsáveis pelas consequências comunitárias de nossas ações.
@DrKings_1 Tener familia no te arregla la vida, nomás reparte el desmadre. Si a solas no sabes ni quién eres, en pareja menos.
Nadie te viene a completar, eso no se hereda ni se reproduce como apellido.
Estar bien es chamba personal, no un logro social. 🤌🏻