Pronto, completei 200 espécies registradas! Muito prazer, maçarico-solitário! Avistado no córrego da Av. Norte-Sul, em Campinas/SP, junto a um grande bando de pernilongos-de-costas-brancas.
Ontem um aluno do 8º veio contar que ensinou o pai dele a fazer jab, direto, cruzado e uppercut. Fizeram um sparring levinho juntos e o menino, todo orgulhoso, disse que acertou um jab por acidente no queixo do pai, avisando-o que era necessário "subir a guarda". Diversão!
Ressuscitando para contar: estou trabalhando lutas com a molecada. Nos 6ºs e 7ºs, capoeira. Nos 8ºs e 9ºs, boxe. Ninguém se bateu forte, ninguém se machucou, tudo normal. É perfeitamente possível ensinar lutas na escola! Estou amando, e muitos deles também.
Todos os alunos sabem explicar a diferença entre luta e briga. A maioria entende a diferença entre lutas de curta, média e longa distância. Boa parte sabe conceituar o que são regras, técnicas e valores de uma luta, e como esses elementos controlam a violência da prática.
A real é que tive um lixo de EF nas escolas onde estudei. Só aula livre ou, quando muito, um pouco dos esportes coletivos. Zero luta, dança e ginástica. Não há a mínima possibilidade de eu não dar aula de verdade. Vou sofrer, mas vou ganhar esses moleques aí, cêis vão ver.
Ir passar o final de semana no sítio do amigo e, despretensiosamente, fazer três lifers. Que alegria! Rolinha-fogo-apagou, garibaldi e aribamba-de-cauda-ruiva. ❤️
Espero que alunos e familiares respeitem o acordo tácito de que, no último dia letivo antes do recesso, é terminantemente proibido vir para a escola. Se comparecer, vai me ajudar a arrumar estante de livro hein (nem livro uso, dou aula na quadra, mas pq não né)...
Segunda vez que tiro atestado na última semana antes de recesso ou férias. Se fosse migué, seria uma delícia, mas alguma coisa acontece que eu de fato fico bem doente na reta final. É o corpo avisando alguma coisa?
Interessante o contraste entre os alunos que brincam na rua e os que nunca jogaram. Os primeiros, malandros, sabem todas as regras obscuras (que nem eu lembrava). Os outros, super ingênuos, tentando aprender, acuados pela gritaria dos sabichões (desesperados com os erros).
Tô trabalhando bets com os moleques. Tá sendo divertidíssimo! Hoje um menino rebateu e a bola foi certinha para cima, na direção do adversário, que nada fez. O inspetor quase infartou. "Vitóóória!", gritou, com os olhos arregalados e as mãos sobre a cabeça, levantando da cadeira.
Tiê-de-bando, limpa-folha-coroado, macuquinho (1), trepador-sobrancelha, araçari-banana, sabiá-coleira, barbudo-rajado, cauré (3) e corujinha-do-mato (2)!
Que amor, que lindeza, que felicidade! ❤️
Viajei para o Legado das Águas no último feriado. Entre fotos boas e ruins, fotografei 28 espécies de aves que nunca havia fotografado (bati 234 espécies).
Pomba-amargosa, tachuri-campainha (3), não-pode-parar, assanhadinho (2), vira-folha, uru, cuspidor-de-máscara-preta (1)...
Adorei que os alunos falaram muito sobre ser "esporte de rico" e "esporte de branco". Relacionamos com as aulas do professor de História e as questões de racismo e desigualdade social. Aproveitamos para pesquisar preços de equipamentos e taxas para frequentar um clube local. 🏌🏽♀️⛳️
Por algum motivo, minha aula de golfe (do conteúdo esportes de precisão) fez sucesso entre os 6ºs e 7ºs anos. Discussãozinha na sala, apresentação das regras e do contexto social do esporte, e uma prática super simples na quadra, com material adaptado. Às vezes, menos é mais. 😊
Hoje meu dia de trabalho foi uma merda. Tô moído, física e emocionalmente. Minha sorte é que tem feriado prolongado e já amanhã vou resetar a cabeça fotografando passarinho no meio da Mata Atlântica.
Quando saio pra fotografar passarinho é que percebo como as pessoas são barulhentas e desatentas. Parque lotado. Um beija-flor-de-peito-azul se alimentando. Ninguém parou para olhar, todo mundo espantando o bichinho, atropelando o momento.
@marsabbatini O que me irrita é a quantidade de cliques e rolamentos de tela que preciso fazer para inserir as informações. Além das animações desnecessárias e popups de confirmação. Se eu sofro, imagina as profs idosas.
Diário digital. Pior invenção da humanidade. Viva o papel! De que serve um trambolho digital que, além de ser impraticável no dia a dia do professor, sempre trava na época de fechamento de notas? Terrível.