As famílias espanholas de Ceuta são obrigadas a separarem-se das sua filhas, porque as autoridades não as conseguem proteger.
É lamentável que os nossos governos não tenham a coragem de agir para resolver a situação.
Despido a mi hija Carmen de 15 años, que se va unos días con sus tíos, para poder llevar una vida normal. No todos los ceutíes tienen la misma posibilidad. Día 23 sin soluciones. #Ceuta
@randradsx Em Portugal, durante vários séculos a atribuição de apelidos era livre e a tradição em algumas regiões era as filhas receberem o apelido da mãe e os filhos do pai.
Quando se começou a legislar sobre o assunto é que as famílias perderam a liberdade de escolher.
O governo português tem que começar desde já a preparar-se para controlar as fronteiras terrestres com Espanha, antes que o Sanchez se lembre de trazer os invasores para o território europeu.
Pelas suas palavras, esse acordo é mau para quem está em idade ativa, mas estava disposto a sacrificar essas pessoas, se o ajudassem a ganhar os votos dos mais velhos.
Isto mostra a incapacidade do Chega em ser um partido sério.
Quem derrotou este pacote laboral foi o CHEGA e assumimos essa posição sem medos: se querem reformar as leis do trabalho, não pode ser contra as mães, não pode ser a facilitar despedimentos ou a impedir que as pessoas se reformem na idade justa e ao fim de décadas de descontos.
@AndreCVentura Pelas tuas palavras, esse acordo é mau para quem está em idade ativa, mas estavas disposto a sacrificar essas pessoas, se te ajudassem a ganhar os votos dos mais velhos.
Isto mostra a incapacidade do Chega em ser um partido sério.
Esta imagem resume bem o aborrecimento do jogo de ontem.
Portugal raramente tentou chegar à baliza adversária.
O Ronaldo quase não tocou na bola, mas não levar com toda a culpa do que aconteceu ontem.
You can see how the confrontation began. The police tried to move the flotilla people and they refused and started acting aggressively. One ran forward and Spanish police reacted. They’ve done this in every airport and police let them get away with it. Seems the Spanish didn’t.
Há quem se ria quando o vê chorar. Há quem pergunte porque ainda joga. Há quem diga que já passou. Há quem precise de o diminuir para se sentir inteligente.
Essas pessoas simplesmente não percebem o que estão a ver.
Cristiano Ronaldo tem 41 anos. Já ganhou tudo. Champions League Bolas de Ouro. Ligas nos palcos mais duros do mundo. Troféus pela nossa Seleção. Não tem absolutamente nada a provar a ninguém, e no entanto trata cada jogo como se fosse o último da sua vida.
Isso não é normal. Isso é sobre-humano.
O que separa um grande jogador de uma lenda absoluta não é o talento. O talento é " comum " há talento em cada academia do mundo.
O que é raro, extraordinariamente raro, é o fogo que não se apaga. A obsessão que sobrevive à glória. A fome que persiste depois de já não haver nada para provar.
Ronaldo começou nos relvados de Alcochete no seu Sporting com esse fogo. Está ainda lá aos 41 anos com o mesmo fogo. Enquanto gerações inteiras de jogadores surgiram, brilharam e desapareceram, ele continuou. Não porque o mundo lhe exigia, porque ele se exigia a si próprio.
Duas décadas no topo. Não há atalho para isso. Há disciplina de madrugada quando ninguém vê. Há escolhas que outros não fazem. Há um preço que ele pagou todos os dias durante vinte anos e que a maioria de nós não seria capaz de pagar durante vinte semanas.
O ódio gratuito é incompreensível. Criticar este homem é desperdiçar o tempo que devia ser gasto a perceber que estamos a ver algo que não voltará a existir, não desta forma, não com esta intensidade, não com este arco de história por baixo.
Ronaldo não é apenas o melhor jogador português de todos os tempos. É um dos melhores portugueses da história ponto. Sem desprimor por nenhum dos que vieram antes. Simplesmente porque é um dos portugueses que chegou a tantos cantos do planeta, tocou tantas vidas, fez o nome deste país ser pronunciado com respeito e admiração em línguas que nunca ouviram falar de um Português concreto antes.
Ele é a nossa maior bandeira. Não a que acenamos nos estádios, a que carregamos quando queremos dizer ao mundo que este país pequeno na ponta da Europa é capaz de produzir o maior de todos.
Um dia ele vai parar. Vai ser uma tarde qualquer, provavelmente sem o peso que merecia, como acontece sempre com os grandes. E nesse dia o mundo do futebol vai perceber a dimensão do que existiu. A saudade vai ser enorme, e será justa.
Enquanto ele ainda corre, enquanto ainda luta, enquanto ainda nos dá estas emoções que só ele sabe dar.
Obrigado, Cristiano. Por cada golo. Por cada lágrima. Por cada recusa em desistir quando o mundo já tinha decidido que era altura de desistir.
Obrigado por nos teres ensinado que a grandeza não é um destino. É uma escolha que se faz todos os dias