O varejo brasileiro registrou queda real de 2,0% em agosto, na comparação anual, segundo o ICVA/Cielo.
Foi o pior resultado para o mês desde 2020 e o 15º mês consecutivo de retração.
O dado reforça a perda de força do consumo, especialmente em bens duráveis e semiduráveis, que recuaram 4,6% em termos reais.
Ao mesmo tempo, o e-commerce segue ganhando participação, enquanto o varejo físico mostra maior pressão.
O movimento de Wall Street hoje diz mais sobre juros do que sobre ações.
Com o petróleo próximo de US$ 100, o mercado volta a enfrentar um problema conhecido: energia mais cara pode pressionar a inflação justamente quando investidores esperam cortes de juros do Fed.
China vai recapitalizar bancos e seguradoras estatais em até ¥360 bi (US$53,6 bi).
Segundo o Ministério das Finanças, ¥300 bi serão levantados via títulos especiais, com o objetivo de reforçar o capital, melhorar a resiliência do sistema financeiro e ampliar a capacidade das instituições de sustentar o crédito e o crescimento.
O movimento ocorre em meio à compressão das margens dos bancos e à menor demanda por crédito.
Nas seguradoras, o reforço de capital também reduz a pressão sobre os índices de solvência e aumenta a capacidade de alocação em ações.
As ações da Nike passam por momento difícil.
No FY2026, a receita ficou praticamente estável em US$ 46,4 bi, mas o lucro líquido caiu 3%. O Nike Direct recuou 6%, o digital 12% e a Converse caiu 31%.
A ação perdeu cerca de 80% desde o pico de 2021.
Agora, a Nike deixará o S&P 100 em 21 de setembro, embora permaneça no S&P 500.
O JPMorgan mantém uma visão construtiva para as moedas latino-americanas, sustentada pelo carry trade.
Colômbia, Brasil e México estão entre as moedas de maior rendimento global. No caso colombiano, o banco estima retorno de aproximadamente 27% em uma estratégia de financiamento em dólar e aplicação à taxa overnight local desde o início de 2026.
Para o Brasil, o diferencial de juros continua sendo um importante suporte ao real, mas o risco fiscal permanece como principal variável de contraponto.
O Japão pode estar prestes a mudar uma peça importante do mercado global.
O iene voltou a superar ¥160/US$ e o JGB de 10 anos chegou a 3%, maior nível em três décadas. Ao mesmo tempo, Scott Bessent sinaliza que espera medidas do Japão para fortalecer a moeda.
O mercado já precifica uma alta do BoJ em setembro. O ponto agora é se o banco acelerará o ritmo de aperto.
Isso importa porque juros maiores no Japão podem reduzir o carry trade em iene e estimular a repatriação de capital, pressionando ativos globais.
Depois da intervenção conjunta de julho, o iene voltou para perto de ¥160.
A guerra comercial entre EUA e Canadá ganhou uma nova dimensão.
Os EUA mantêm tarifas de 50% sobre aço e alumínio, enquanto o Canadá prepara medidas retaliatórias de valor equivalente.
O problema vai além da balança comercial: tarifas elevam o custo dos insumos, pressionam margens da indústria e podem ser repassadas aos preços.
Na prática, uma guerra tarifária entre dois dos principais parceiros comerciais da América do Norte pode gerar inflação, menor investimento e perda de eficiência nas cadeias produtivas.
@roderix1966 A questão é que quando você utilizava ela, o seu corpo vibrava a energia que era necessária para o que queria tanto fazer. Era mais você pensando diferente do que a própria gravata hehehehe
Adidas x Puma: quase 77 anos depois, quem está vencendo a briga dos irmãos Dassler?
Poucas rivalidades empresariais começaram de forma tão pessoal.
Em 1949, após uma ruptura entre os irmãos Adolf e Rudolf Dassler, nasceram duas marcas que se tornariam gigantes do esporte:
Adolf criou a Adidas.
Rudolf criou a Puma.
Quase 77 anos depois, podemos colocar essa rivalidade na ponta do lápis.
Em 2025:
ADIDAS
Receita: €24,8 bi
Lucro operacional: €2,06 bi
Margem bruta: 51,6%
Valor de mercado: ~€27 bi
PUMA
Receita: €7,3 bi
Resultado operacional: -€357 mi
Margem bruta: 45%
Valor de mercado: ~€4 bi
A Adidas fatura mais de 3 vezes a receita da Puma e seu valor de mercado é cerca de 7 vezes maior.