A Universal mandou seus fiéis não acessarem o site do Intercept. A gente entendeu o recado: nossas investigações estão incomodando. E tem mais vindo por aí…
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Lula chora em entrevista à TV Record e fala sobre Flávio Bolsonaro querer transformar o Brasil na Argentina:
“Ontem a Janja me mostrou que uma senhora que se diz chefe econômica da campanha do Flávio disse que, se eles ganharem, vão aplicar no Brasil as políticas econômicas do Milei. Como assim? Vocês vão botar a sociedade brasileira para comer carne de jumento? Na Argentina estão comendo carne de jumento porque as pessoas não têm dinheiro para comprar carne. Lá, o Milei cortou aposentadoria de idosos de 80 anos, que hoje moram na rua, comem lixo e estão morrendo com depressão. Cortou o dinheiro da educação e tem universidade sem água para os alunos beberem. A mortalidade infantil aumentou porque as mães não têm o que dar para os seus filhos comerem. Eu fico emocionado falando sobre isso porque parece uma loucura. Não é possível que os brasileiros estejam tão cegos de ódio que queiram fazer seus irmãos comerem lixo.”
Pedro Cardoso é muito claro quando diz porque NÃO PODEMOS VOTAR EM CHARLATÕES QUE USAM A FÉ ALHEIA PARA SE ELEGER. Espalhe esse vídeo porque o milionário RR Soares já lançou CINCO filhos para disputar vaga na Câmara dos Deputados.
Negar o aquecimento global em pleno século XXI e reduzir o combate às mudanças climáticas a saneamento básico dá a dimensão do amadorismo irresponsável de quem se propõe a governar um país. É retrato de gente que vende soluções simples para problemas complexos. É da lavra do povo que nega a importância das vacinas e de gente que anda acompanhado de quem prega o fim do voto feminino. Gente que não ouve a ciência.
E que fique claro: saneamento básico é fundamental. Tanto que, desde 2023, destinamos R$ 23 bilhões para obras de abastecimento, esgoto e resíduos, além de R$ 3,5 bilhões para destravar obras abandonadas anteriormente. Mas enfrentar a crise climática de verdade exige muito mais. Demanda compromisso. Antecipação. Trabalho em várias frentes.
» Um exemplo atual: para discutir o impacto potencial do El Niño em 2026 temos uma Sala de Situação que reúne 24 ministérios e dezenas de especialistas. Da saúde à energia, da assistência social à segurança alimentar. De unificação de dados a monitoramento de rios e sistemas de alerta. Prevenção e resposta a desastres. Investimento: são R$ 1,3 bilhão destinados.
» Isso nos garante previsibilidade. Não temos o poder total de conter ou antecipar ciclones, enchentes, estiagens, deslizamentos, incêndios. Mas temos planos claros de ação.
» Prevenção a desastres se faz ainda com obras estruturantes: são R$ 18,6 bilhões no Novo PAC para drenagem urbana e contenção de encostas. Modernizamos alertas com o Cemaden em 1.427 municípios e via sinal direto de celular pela Defesa Civil.
» Pelo Fundo Amazônia, o mesmo que ficou parado na gestão anterior, usamos meio bilhão para modernizar equipamentos, veículos e estruturar bases. Mapeamos regiões críticas. Temos agora mais helicópteros, aviões, viaturas e equipamentos destinados diretamente ao combate a incêndios.
» Investimos em estoques de emergência de alimentos essenciais para momentos de crise. No SUS, criamos Centros de Informação em Clima e bases regionais da Força Nacional do SUS.
» Na energia, estamos garantindo a segurança elétrica com R$ 118 bilhões em geração renovável e R$ 107 bilhões em transmissão (equivalente a duas Itaipus de nova capacidade instalada). O Novo PAC contempla R$ 15 bilhões em obras de segurança hídrica essenciais no Nordeste.
» É com essa perspectiva que revertemos o abandono da gestão ambiental anterior. Reduzimos o desmatamento em 50% na Amazônia, 32,5% no Cerrado e 63% no Pantanal. Fortalecemos IBAMA e ICMBio. Chegamos a 4,4 mil brigadistas federais em 2026 nos cinco biomas, aumento de 40% em relação a 2022.
» O Brasil voltou a ser protagonista global. Sediamos a COP30, lideramos discussões sobre financiamento climático e conservação de florestas, sempre tendo como prioridade o bem-estar das populações que vivem embaixo das árvores e à margem dos rios.
Governar o Brasil não é para aventureiros. Quem não entende a gravidade das questões conectadas ao clima, opera na lógica de "passar a boiada" e enxerga o mundo com a lente embaçada do negacionismo, certamente não tem preparo para guiar o futuro de uma nação.
Não é que o Luis Megale, da Band, perdeu a paciência e partiu com tudo pra cima do Flávio Bolsonaro?!
“Se o sistema fosse Deus, você seria uma costela do sistema. Você é político desde que nasceu, seus irmãos também. Ninguém nunca bateu cartão, nunca trabalhou em fábrica. Você é puro suco de sistema! Sua família inteira enriqueceu, você declarou R$ 8,5 milhões. Menos, bem menos.”
Paulo Freire explica aqui, que foi perseguido pela Ditadura, por desenvolver um plano nacional de alfabetização dos brasileiros que, naquele tempo, a taxa era altíssima.
A Direita nunca quis um povo alfabetizado e politizado.