Acompanhe a conversa entre a jurista e economista Maïté Albagly e Sandra Bitencourt diretora executiva do Instituto Novos Paradigmas. O bate papo faz parte do novo projeto do INP - Desafios da Democracia: cultura, política, soberania e integração.
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🔸️Desafios da Democracia🔸️
O pres. do Conselho do INP, @tarsogenro conversa com Carlos Ominami, ex-ministro da Economia do Chile, sobre os caminhos que o campo progressista precisa traçar e percorrer na defesa dos direitos fundamentais.
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🔸️INP dá início ao projeto desafios democráticos, em interlocução com América Latina e Europa: como interpretar a "radicalidade concreta" da França Insubmissa🔸️
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#INP#França#Democracia
O INP está na França, para o início de um novo projeto, intitulado 🔸️'Desafios da Democracia: cultura política, soberania e integração'🔸️.
Veja a fala da Diretora Executiva e de Comunicação do INP sobre este novo momento.
#INP#Democracia#CulturaPolitica#Soberania
Alcolumbre quer é que cessem as investigações da PF contra ele no caso Master. O que Lula não pode legalmente fazer, nem deve fazer. Toda esta sabotagem da quadrilha do parlamentarismo perverso já é para inviabilizar o próximo Governo democrático virá das urnas já no 1° turno.
Excelente artigo de Sandra Bitencourt sobre a estética da pré-campanha da Manu Senadora, que estragou o humor da extrema-direita levando-os para o canto do ringue...
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@Zabayar Até simpatizo com quem tem esse espírito absolutista e imensa ambição: a maluca poderia pretender escrever um livro de auto-ajuda, resolveu logo escrever a Bíblia!
@thedycorrea@RdGaucha Ocorre que na práxis jornalística sabemos da manipulação,dos enquadramentos distorcidos. Jogo fácil falar de modo genérico da decadência política, ocultando interesses privados. Essa empresa midiática, representante de elites fascistas, sempre atuou de modo dissimulado
Querido amigo Leonardo, uma colaboração para que a gente não se precipite: o que está ocorrendo hoje com STF não será entendido em profundidade, se não levarmos em consideração as questões históricas que geram as condutas contraditórias dos integrantes da Corte, na sua evolução como Tribunal Constitucional. Esta evolução teve como ponto culminante na atualidade, o momento em que o STF bloqueou o que seria a mais brutal e sanguinária tentativa de Golpe de Estado assestada contra a democracia no país: 1. todo o STF foi, todavia, base institucional omissiva e permissiva para o impeachment da Presidenta Dilma, num "golpe parlamentar" -como se disse à época- que foi apoiado pela ampla maioria da grande imprensa, sem qualquer fundamento na Constituição Federal (aqui o STF se aviltou); 2. o poder dos grandes Escritórios de Advocacia, muitos pela competência dos seus advogados, outros por somar esta competência às relações informais de afeto e relações parentais e, outros tantos escritórios, ainda, por relações que vulneram a legalidade - todos estes poderes privados - são características dos privilégios legais e ilegais que somente as classes ricas tem, em todos os países liberais-democráticos, para o seu "acesso à justiça" - situação esta que melhorou aqui no Brasil, para as classes mais pobres, com a institucionalização das Defensorias Públicas na CF de 88 (aqui a República melhorou); 3. um duplo movimento político, portanto, está incidindo, hoje, sobre o STF, com objetivos bem distintos: o primeiro é uma tentativa de regramento moral na "conduta civil" dos Ministros, para reduzir o poder e a influência das relações informais descritas acima, o que poderá aumentar a confiabilidade do STF nos seus julgados sobre os temas republicanos de maior relevo (isso, na minha opinião é positivo) ; e o segundo, é a tentativa de relativizar a importância e a força do STF, para debelar as tentativas golpistas, como a que ocorreu em 8 de janeiro, de maneira inédita e corajosa (isso, na minha opinião, é negativo e deve ser duramente criticado). Penso, meu caro Leonardo, que para defender a democracia e a república nós, que só temos força pelo argumento, temos que nos equilibrar na razão republicana, que preserve o Supremo como Guardião da Constituição! Meu abraço sempre fraterno e carinhoso.
Artigo excelente de Sandra Bitencourt sobre a propagação das novas e das antigas utopias na luta pela democracia e pelas novas velhas e novas igualdades.
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Wagner Moura: a dignidade da arte e o talento pessoal, integrados com seu amor ao país e à democracia, nos fazem respirar melhor perante a poluição fascista que invade a América Latina, sob ataque do Agente Laranja.
Podia ser um episódio de South Park, um meme feito pela IA, ou uma esquete do Porta dos Fundos, mas é o presidente dos EUA gemendo na coletiva de imprensa e debochando de Franklin Roosevelt, o ex-presidente americano que teve pólio e não podia dançar.
Este texto se faz necessário a partir de uma entrevista concedida pelo filósofo Francisco Bosco à revista Veja, na qual ele afirma que “deveria haver um ajuste no discurso feminista, que deveria enfatizar uma agenda positiva para os homens”, criticando o que chama de “estigmatização” e “criminalização” masculina.
A fala, apresentada como ponderada e conciliadora, revela, na verdade, um problema recorrente, a insistência de muitos homens em querer regular, corrigir ou suavizar um movimento que não lhes pertence.
O feminismo não é um projeto de acolhimento emocional masculino, tampouco uma pedagogia voltada a preservar o conforto de quem historicamente ocupou o centro do poder.
O feminismo nasce como resposta à desigualdade estrutural, à violência de gênero e à exclusão sistemática das mulheres da esfera política, econômica e simbólica.
Quando se afirma que o discurso feminista precisa ser “ajustado” para não causar desconforto aos homens, parte-se de uma premissa equivocada, a de que a denúncia da opressão deve ser calibrada de acordo com a sensibilidade de quem se beneficia, ainda que indiretamente, dela. Isso não é diálogo; é tutela.
Há também uma confusão deliberada entre crítica ao machismo e ataque aos homens enquanto indivíduos.
O feminismo não acusa homens por existirem, mas questiona estruturas que os colocaram, por séculos, em posição de vantagem.
O incômodo surge não porque o discurso seja injusto, mas porque ele retira privilégios simbólicos, desnaturaliza papéis e rompe com a autoridade masculina de definir o que é aceitável no debate público.
É significativo que, mesmo diante de um movimento que reivindica autonomia, muitos homens ainda se sintam no direito de dizer como mulheres devem falar, agir, pensar ou priorizar suas lutas.
Essa postura reproduz exatamente o padrão que o feminismo denuncia, a crença de que a experiência masculina é o parâmetro universal.
Se jovens meninos enfrentam crises de identidade em um mundo em transformação, isso não é responsabilidade do feminismo, mas do colapso de modelos tradicionais de masculinidade que nunca foram emocionalmente saudáveis.
Resolver isso exige educação, políticas públicas e revisão crítica do papel masculino, não a domesticação de um movimento emancipatório.
O feminismo não precisa ser reescrito para caber no conforto masculino.
Ele existe para confrontar desigualdades reais, proteger vidas e garantir liberdade às mulheres.
Qualquer tentativa de condicionar essa luta à validação dos homens não representa avanço, representa resistência à mudança.
Talvez o verdadeiro “ajuste” necessário não seja no discurso feminista, mas na disposição masculina de escutar sem controlar, refletir sem centralizar e aceitar que nem toda crítica é um ataque pessoal.
Nota zero para Francisco Bosco.
@wanmarcal@tarsogenro Mas a direita é quem governa o Rio ha 20 anos. O PL é o autor da operação. A maioria dos fuzis apreendida era proveniente dos CACs, emprenhados de armamentos nos 4 anos do governo Bolsonaro. Sim, tem proposta, mas certamente não é via chacina que dá palco à extrema direita.
Socorro @correiosBR! Postei Sedex com documento urgente para o RJ há uma semana. Era pra chegar no dia seguinte. Foi parar no MT. Registro reclamação e recebo mensagem automática de
prazo de CINCO dias úteis para uma resposta. Que bela maneira de destruir um serviço e uma imagem