🚨 Alerta para imagens fortes!
Novos vídeos foram divulgados mostrando os terroristas palestinos do Hamas sequestrando mulheres israelenses no ataque terrorista do dia 7 de outubro.
Não se sabe quais ainda estão vivas ou quais foram violadas pelos terroristas palestinos.
⚠️ ADVERTÊNCIA: Este é um dos vídeos mais importantes que você assistirá hoje.
O Hamas estuprou e mutilou mulheres israelenses enquanto as famílias das vítimas assistiam.
Ouça @orit_sulitzeanuof ARCC Israel discutir um novo relatório de violência sexual cometida pelo #Hamas em 7 de outubro.
Quem fica em silêncio é cúmplice!
@CNN@biannagolodryga
Ao mesmo tempo em que Lula disse que irá ignorar o TPI no caso de Putin, com o governo brasileiro dizendo mesmo que “ficará feliz” com a vinda ao país de uma pessoa com um mandado de prisão emitido pelo TPI, Lula disse que apoiará a denúncia da África do Sul contra Israel no TPI. É uma posição que, para dizer o mínimo, não faz nenhum sentido. Ou o Brasil apoia o TPI, incluindo o mandado de prisão contra Putin, ou então ignora aquele tribunal, mas se lembrar do TPI só quando lhe convém, não faz sentido.
Hoje assistimos a uma das maiores demonstrações de hipocrisia da História, agravada por uma série de afirmações falsas e infundadas.
A África do Sul, que funciona como o braço legal da organização terrorista Hamas, distorceu totalmente a realidade em Gaza após o massacre de 7 de outubro e ignorou completamente o fato de que os terroristas do Hamas se infiltraram em Israel, assassinaram, executaram, massacraram, violaram e raptaram cidadãos israelenses, simplesmente porque eram israelenses, numa tentativa de levar a cabo um genocídio.
A África do Sul pretende permitir que o Hamas repita os seus crimes de guerra, crimes contra a Humanidade e crimes sexuais que cometeu repetidamente em 7 de outubro, como declararam seus líderes várias vezes.
Os representantes do Hamas no Tribunal, os advogados sul-africanos, também ignoram o fato de o Hamas utilizar a população civil de Gaza como escudos humanos e operar a partir do interior de hospitais, escolas, abrigos da ONU, mesquitas e igrejas com a intenção de pôr em perigo a vida dos habitantes da Faixa de Gaza.
O Hamas continua mantendo em cativeiro 136 reféns, sem acesso a representantes da Cruz Vermelha ou a cuidados médicos.
O Estado de Israel continuará a proteger os seus cidadãos de acordo com o direito internacional, distinguindo simultaneamente entre os terroristas do Hamas e a população civil e fará tudo o que estiver ao seu alcance para libertar todos os sequestrados e eliminar a organização terrorista Hamas, uma organização terrorista racista e antissemita que, em seu estatuto de fundação, defende a destruição do Estado de Israel e o assassinato de judeus.