ARREPIEI com esse edit, Jair Bolsonaro mandou MATAR sua antiga aliada Joyce Hasselmann depois dela se RECUSAR a mentir pra defender o atual candidato a presidência Flávio Bolsonaro de esquemas de corrupção.
Neste vídeo, o seu José Luís mostra quatro programas importantes criados em nossos governos. E que correm riscos por causa dos Bolsonaro.
Ele mostra duas cisternas. A menor, de “primeira água”, garante água para consumo humano. A outra, maior, é uma cisterna de “segunda água”, para uso na agricultura e criação de animais. Obras do Programa Cisternas, que criamos em 2003.
Bolsonaro desmontou o programa cisternas, e praticamente zerou o orçamento.
Retomamos. Desde 2023, nós entregamos mais de 150 mil cisternas. Juntando todos os nossos mandatos, são mais de 1 milhão.
Depois seu José mostra que a energia elétrica chegou a sua casa. Resultado do programa Luz Para Todos, que criamos também em 2003. E fala do Luz do Povo, que criamos no ano passado, e isenta quem consome até 80 KWh por mês. O partido de Flávio Bolsonaro votou contra o Luz do Povo.
Ao final, mostrou o botijão que recebe pelo Gás do Povo. O programa garante gás gratuitamente para 15 milhões de famílias como a de seu José. O partido de Flávio Bolsonaro também votou contra este programa. Quando Flávio promete um "tesouraço", programas como o Cisternas, o Luz do Povo e Gás do Povo são ameaçados.
Agradeço ao seu José pelo relato. Mostra a importância das políticas públicas que criamos. E nos dá a certeza de estamos no rumo certo.
URGENTE: ONU marca julgamento que pode colocar Flávio Bolsonaro no centro de escândalo internacional de direitos humanos, envolvendo o caso Ana Clara.
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💣 GRAVÍSSIMO!
A Globo foi condenada pela Justiça do Trabalho por cometer asséd10 eleitoral contra funcionários. Executivos estavam fazendo reuniões com funcionários e ameaçando cortar salários e benefícios a depender dos resultados das eleições no domingo. Isso é um absurdo!
No domingo iremos, pela terceira vez consecutiva, decidir entre o petismo e o bolsonarismo. A minha sensação como cidadão é de frustração e preocupação.
Frustração pela nossa apatia em relação à política, em especial da nossa elite. Fomos incapazes de construir, nos últimos anos, uma alternativa decente e competitiva que nos tirasse dessa armadilha das últimas 3 eleições presidenciais.
Vamos, mais uma vez, para um pleito a ser definido pela rejeição e não pela escolha.
A discussão de propostas, de um plano para o País e o debate de ideias foram substituídos pelos ataques baixos e pessoais ao oponente. Fica evidente a incapacidade de ambos os lados de construírem uma nação próspera.
O PT inaugurou o nós contra eles, dividindo os brasileiros, e o bolsonarismo, que nasceu já dentro dessa lógica, levou-a a um outro patamar.
A urna, que deveria ser o momento para definirmos o futuro da nação, tornou-se, para muitos, um momento de expressão de raiva.
Lula errou do início ao fim do seu mandato.
Não promoveu o diálogo com quem pensa diferente, indicou amigos para o STF, insistiu na polarização, cercou-se de um núcleo duro despreparado, foi irresponsável com as contas públicas e adotou medidas eleitoreiras de mais gasto público.
E, depois de todas essas ações, com baixa aprovação e com as limitações da idade, cometeu o maior erro: resolveu ser candidato pela 4ª vez.
Flávio, por sua vez, não tem absolutamente nada que o credencie a governar o País. Falta postura, credibilidade e competência. Foi um senador sem qualquer iniciativa produtiva na área econômica, na segurança ou na educação. É conhecido apenas pelo sobrenome e pelo envolvimento em inúmeros casos suspeitos: rachadinha, lavagem de dinheiro, proximidade com membros da milícia e com golpistas. Está cercado de conhecidos oportunistas e seu objetivo maior é conceder o indulto ao pai, condenado por tentativa de golpe.
O quadro político definido após o primeiro turno torna o meu sentimento de preocupação ainda maior do que o de frustração.
Lula, se eleito, fará seu último mandato, sem nenhum sucessor definido, tem um vice-presidente com comprovada experiência na gestão pública e, apesar de ter a oportunidade de indicar membros do STF, encontrará forte oposição no Senado.
Flávio, diferentemente, poderá se candidatar à reeleição, tem um vice-presidente desconhecido, terá uma Câmara e um Senado extremamente favoráveis e aliados comandando os principais estados brasileiros.
São alternativas totalmente distintas para quem anseia por renovação em 2030 e teme a perpetuação de uma família no poder.
Em 2018 e 2022, declarei o meu voto no segundo turno. Não foram decisões fáceis e sem ônus pessoais, pelo contrário. Nesse ano será ainda mais difícil. Entretanto, não expressar o que penso seria aceitar a ideia de que vivemos em um país onde as pessoas não são livres para emitirem a sua opinião pelo receio de serem agredidas. Não é essa nação que desejo.
Serei oposição a qualquer um dos dois que vier a ser eleito, mas, entre a irritação com um novo governo Lula e o risco que representa um governo Bolsonaro, fico com a primeira opção.
Reportagem de setembro de 2022. Assista até o fim.
Eles cortaram mais da metade do orçamento do Farmácia Popular. Cortaram verba do Minha Casa, Minha Vida. Da educação. Vetaram o aumento da merenda. Preferiram mandar dinheiro para o Orçamento Secreto.
Agora, querem cortar de novo R$ 250 bilhões. Sabe o que você pode perder num corte desse tamanho? O Pé-de-Meia, o remédio da sua mãe, o gás da sua cozinha.
Quando ele fala em cortes, você é a despesa que ele quer cortar.
Mudança não é isso. Mudar no rumo certo é proteger o que é seu.
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